A cortina de taipa, pedra e cal: as fortalezas de Baía de Guanabara.
| Ano de defesa: | 2009 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | Dissertação também disponível em formato impresso, com o número de chamada CCH MHis 2009/07 |
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A cortina de taipa, pedra e cal: as fortalezas de Baía de Guanabara.HISTÓRIACIÊNCIAS HUMANASArchitectureLandscapeFortaleza (CE)ArquiteturaPaisagemFortaleza (CE)Dissertação também disponível em formato impresso, com o número de chamada CCH MHis 2009/07n/aIn 1565, the Portuguese Crown founded the City of São Sebastião do Rio de January, in the context of the dispute of the freedom of the seas and the conquest of new lands. Soon, the Bay of Guanabara is framed by a defensive curtain formed by its fortresses, military architecture product of a technological knowledge built in the kingdom and transferred to the conquests overseas. The study of Portuguese military architecture directs the reading of its strengths as political instruments used by the kings in the construction and legitimation of its power and the distribution of justice, into a monarchy characterized by discontinuous territories. The present work proposes the possibility of other readings for the fortresses that formed the curtain of mud, stone and lime, besides its utilitarian functions of defense and dissuasion, readings that have been realized by diverse observers, within a varied range of options and according to various intentions. We highlight two antagonistic observers who took part in the life of the royal city of São Sebastião do Rio de Janeiro: the Portuguese Crown, represented by the king, and the French. The French, in the passage from the seventeenth century to the eighteenth century, possessed a model of military architecture, developed by Marshal Sebastian de Vauban, considered the most efficient in the European theater of operations. In short, the dispute between the Portuguese and French Guanabara Bay represents the canvas framed by the curtain of mud, stone and lime. The French kings, since Francis I, have disputed the Portuguese conquest in America, and their subjects have presented themselves as a constant threat in the region, whether as royal envoys, travelers, pirates, or corsairs.n/aEm 1565, a Coroa portuguesa funda a Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, no contexto da disputa da liberdade dos mares e da conquista de novas terras.Aos poucos, a Baía de Guanabara é emoldurada por uma cortina defensiva formada por suas fortalezas, arquitetura militar produto de um saber tecnológico construído no reino e transladado para as conquistas no ultramar. O estudo da arquitetura militar portuguesa direciona a leitura de suas fortalezas como instrumentos políticos utilizados pelos reis na construção e legitimação de seu poder e na distribuição da justiça, em uma monarquia caracterizada por territórios descontínuos. O presente trabalho propõe a possibilidade de outras leituras para as fortalezas que formavam a cortina de taipa, pedra e cal, além de suas funções utilitárias de defesa e dissuasão, leituras estas que foram realizadas por diversos observadores, dentro de um leque variado de opções e segundo diversas intenções. Destacamos dois observadores antagônicos que fizeram presença na vida da cidade real de São Sebastião do Rio de Janeiro: a Coroa portuguesa, representada pelo rei, e os franceses. Os franceses, na passagem do século XVII para o século XVIII, possuíam um modelo de arquitetura militar, desenvolvido pelo Marechal Sebastian de Vauban, considerado o mais eficiente no teatro de operações europeu. Em suma, a disputa da região da Baía de Guanabara, entre portugueses e franceses representa a tela emoldurada pela cortina de taipa, pedra e cal. Os reis franceses, desde Francisco I, contestaram as conquistas portuguesas na América, e seus súditos apresentaram-se como ameaça constante na região, sejam como enviados reais, viajantes, piratas ou corsários.Almeida, Anita Coreia Lima deAlmeida, Anita Coreia Lima deSiqueira, Maria Isabel dePessoa, José Simões de BelmontBlanco, Laura Maria de Moraes2018-08-31T21:32:35Z2018-08-31T21:32:35Z2009-12-03info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisBLANCO, Laura Maria de Moraes. A cortina de taipa, pedra e cal: as fortalezas de Baía de Guanabara. 2009. 181 f. Dissertação (Mestrado em História)-Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2009.http://hdl.handle.net/unirio/12425info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Hórusinstname:Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)instacron:UNIRIO2018-08-31T21:32:35Zoai:localhost:unirio/12425Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio-bc.unirio.br:8080/oai/requestbiblioteca.sid@unirio.bropendoar:2024-12-06T17:58:38.543410Repositório Hórus - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)false |
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