Avaliação dos antimicrobianos na interface pilar implante em pacientes

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Nagai, Rogério
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/30103/00130000011q7
Idioma: por
Instituição de defesa: UNISA
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://dspace.unisa.br/handle/123456789/2270
Resumo: O uso de produtos antimicrobianos na interface pilar implante tem como principal função de controlar ou prevenir a infiltração microbiana na área, e pode ser considerada uma das principais causas e/ou progressão da periimplantite e possível perda do implante. Na literatura, há poucos estudos prévios sobre a infiltração microbiana na interface pilar e implante utilizando os antimicrobianos disponíveis no dia-dia da clínica. O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia de antimicrobianos na infiltração bacteriana na interface pilar e implante em pacientes. Foram selecionados 16 pacientes e instalados 47 implantes cone morse (Titaniumfix®) divididos em 4 grupos: 1A – grupo controle; 2B – grupo Blue®M ;3C-grupo Clorexidina e 4D – grupo Proheal® e examinados em 4 tempos:T0-inserção dos implantes; T1-colocação dos cicatrizadores; T2- instalação da prótese; T3- controle após 1 mês da instalação da prótese. Foram coletados material de dentro dos implantes nestes tempos e analisados através da extração de DNA para ver a quantidade total de bactérias através do exame qPCR-RT. Os resultados na avaliação intra-grupo, em todo os grupos foram observados um aumento na quantidade totais de bactérias na interface pilar implante com o passar dos tempos. No grupo controle foi estatisticamente significante no T2 (p=0,0003) e T3 (p<0,0001) comparado ao T0. Nos grupos Blue®M também ocorreu uma diferença estatisticamente significativa em T2(0,0011) e T3(0,00009)em relação a T0 e no grupo Clorexidina observou um diferença estatística significante em T3 (p=0,0011) comparado ao T0. No grupo Proheal® a diferença estatística significativa foram observadas nos períodos T2 (p=0,0448) e T3 (p=0,0032) quando comparado ao T0.Na análise inter-grupo, comparação dos produtos em relação ao mesmo tempo experimental, não houve diferenças estatisticamente significantes. Concluiu-se clinicamente que os produtos antimicrobianos avaliados não diminuiram ou impediram a infiltração bacteriana na interface pilar e implante nos tempos experimentais.
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