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Avaliação da eficácia da solução de clorexidina a 2% no controle do desenvolvimento de periodontopatógenos na interface coroa/pilar protético em próteses dentais parafusadas sobre implantes

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2004
Autor(a) principal: Oliani, Dagoberto
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
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Idioma: por
Instituição de defesa: UNISA
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://dspace.unisa.br/handle/123456789/544
Resumo: Este estudo avaliou a eficácia da solução de clorexidina a 2% no controle da proliferação bacteriana na interface coroa/pilar protético de próteses dentais parafusadas em fixações de hexágono externo. Foram removidos as coroas e dois pilares de próteses do tipo Multi-unit de quatro pacientes portadores de dois implantes cada. Após a desinfecção da área interna de cada coroa, foram coletadas duas amostras da microbiota dessa região, com cone de papel absorvente estéril, para serem analisadas no Laboratório de Anaeróbios do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo. Após a primeira coleta, antes da recolocação das próteses, uma interface coroa/pilar protético foi tratada com solução de clorexidina a 2%, e a outra (área-controle), não. Após 30 dias, foi feita a segunda coleta em dois pacientes e após 90 dias, depois da primeira coleta, nos outros dois, para a identificação das espécies patogênicas Actinobacillus actinomycetemcomitans, Campylobacter rectus, Eikenella corrodens, Fusobactenum nucleatum, Porphyromonas gingivalis, Prevotella intermedia e Tannerella forsythensis em cultivas anaeróbios. Para a detecção dos DNA dessas espécies e de Treponema denticola, foi utilizada a reação em cadeia da polimerase (PCR) diretamente das amostras clínicas. Nas duas amostras coletadas após 30 dias das áreas (controles) não tratadas com clorexidina, o PCR evidenciou a presença do DNA de T. denticola. Das espécies-alvo da pesquisa, nas amostras tratadas com clorexidina foi identificado F. nucleatum na primeira (por cultivo) e nenhuma nas outras. Após 90 dias foram identificados P. gingivalis e P. intermedia em todas as amostras, embora em menor quantidade nas tratadas com clorexidina. Estes resultados sugerem que a clorexidina pode inibir a proliferação de P. gingivalis e P. intermedia, mas não de F. nucleatum, na interface coroa/pilar protético nos primeiros 30 dias. No entanto, não é capaz de evitar a colonização de P. gingivalis e P. intermedia tal como observamos nos resultados das amostras de 90 dias.
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