Avaliação clínica e histológica da formação óssea na área enxertada com bloco de osso autógeno de crista ilíaca e osso alógeno fresco congelado em coelhos
| Ano de defesa: | 2007 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Idioma: | por |
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UNISA
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://dspace.unisa.br/handle/123456789/2419 |
Resumo: | O objetivo deste trabalho é avaliar a formação óssea através da atividade celular que ocorre na área de junção entre os enxertos autógeno e alógeno fresco congelado em coelhos e o leito receptor, e a reabsorção óssea durante o período de reparação. Foram selecionados 18 coelhos da raça New Zealand, sendo que destes, 3 foram doadores do osso do fêmur para preparo do enxerto alógeno fresco congelado e os outros 15 foram divididos em 3 grupos, sendo o grupo 1, os animais que permaneceram com os enxertos por 4 semanas; grupo II, que permaneceram com os enxertos por 8 semanas, grupo III que permaneceram com os enxertos por 12 semanas. Cada coelho foi seu próprio doador do enxerto de ilíaco, que foi fixado na base da mandíbula esquerda, e o enxerto alógeno fresco congelado na base da mandíbula direita. Neste momento todos os blocos foram medidos com auxílio de uma sonda periodontal no seu comprimento e largura. Após o período de cada grupo, os animais foram sacrificados e realizada a coleta dos materiais. Todos os blocos foram mensurados no momento da remoção. Os materiais foram enviados para descalcificação e preparo das lâminas. Através da histologia, foram avaliadas a atividade celular e a união dos enxertos com o leito receptor. Macroscopicamente foi avaliada a quantidade de reabsorção do enxerto no periodo de reparação. Os resultados obtidos mostram que o enxerto autógeno proporcionou maior quantidade de osteoblastos quando comparado com o enxerto alógeno e os enxertos alógenos tiveram menor reabsorção macroscópica quando comparado com os enxertos autógenos. |
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Avaliação clínica e histológica da formação óssea na área enxertada com bloco de osso autógeno de crista ilíaca e osso alógeno fresco congelado em coelhosTransplante ÓsseoEnxerto AlógenoEnxerto AutógenoCrista IlíacaO objetivo deste trabalho é avaliar a formação óssea através da atividade celular que ocorre na área de junção entre os enxertos autógeno e alógeno fresco congelado em coelhos e o leito receptor, e a reabsorção óssea durante o período de reparação. Foram selecionados 18 coelhos da raça New Zealand, sendo que destes, 3 foram doadores do osso do fêmur para preparo do enxerto alógeno fresco congelado e os outros 15 foram divididos em 3 grupos, sendo o grupo 1, os animais que permaneceram com os enxertos por 4 semanas; grupo II, que permaneceram com os enxertos por 8 semanas, grupo III que permaneceram com os enxertos por 12 semanas. Cada coelho foi seu próprio doador do enxerto de ilíaco, que foi fixado na base da mandíbula esquerda, e o enxerto alógeno fresco congelado na base da mandíbula direita. Neste momento todos os blocos foram medidos com auxílio de uma sonda periodontal no seu comprimento e largura. Após o período de cada grupo, os animais foram sacrificados e realizada a coleta dos materiais. Todos os blocos foram mensurados no momento da remoção. Os materiais foram enviados para descalcificação e preparo das lâminas. Através da histologia, foram avaliadas a atividade celular e a união dos enxertos com o leito receptor. Macroscopicamente foi avaliada a quantidade de reabsorção do enxerto no periodo de reparação. Os resultados obtidos mostram que o enxerto autógeno proporcionou maior quantidade de osteoblastos quando comparado com o enxerto alógeno e os enxertos alógenos tiveram menor reabsorção macroscópica quando comparado com os enxertos autógenos.UNISA2007info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfQUERIDO, Maurício Rebello Moreira. Avaliação clínica e histológica da formação óssea na área enxertada com bloco de osso autógeno de crista ilíaca e osso alógeno fresco congelado em coelhos. Orientador: Carlos Eduardo X. S. Ribeiro da Silva. 2007. 79 f. Dissertação (Mestrado em Odontologia) — Universidade Santo Amaro, São Paulo, 2007.http://dspace.unisa.br/handle/123456789/2419ark:/30103/0013000000vtmQuerido, Maurício Rebello Moreiraporreponame:Repositório Digital Unisa da Universidade Santo Amaroinstname:Universidade Santo Amaro (UNISA)instacron:UNISAinfo:eu-repo/semantics/openAccess2025-09-10T09:54:18Zoai:dspace.unisa.br:123456789/2419Repositório InstitucionalPRIhttps://dspace.unisa.br/server/oai/requestjesantos@prof.unisa.br || mimartins@unisa.bropendoar:2025-09-10T09:54:18Repositório Digital Unisa da Universidade Santo Amaro - Universidade Santo Amaro (UNISA)false |
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O objetivo deste trabalho é avaliar a formação óssea através da atividade celular que ocorre na área de junção entre os enxertos autógeno e alógeno fresco congelado em coelhos e o leito receptor, e a reabsorção óssea durante o período de reparação. Foram selecionados 18 coelhos da raça New Zealand, sendo que destes, 3 foram doadores do osso do fêmur para preparo do enxerto alógeno fresco congelado e os outros 15 foram divididos em 3 grupos, sendo o grupo 1, os animais que permaneceram com os enxertos por 4 semanas; grupo II, que permaneceram com os enxertos por 8 semanas, grupo III que permaneceram com os enxertos por 12 semanas. Cada coelho foi seu próprio doador do enxerto de ilíaco, que foi fixado na base da mandíbula esquerda, e o enxerto alógeno fresco congelado na base da mandíbula direita. Neste momento todos os blocos foram medidos com auxílio de uma sonda periodontal no seu comprimento e largura. Após o período de cada grupo, os animais foram sacrificados e realizada a coleta dos materiais. Todos os blocos foram mensurados no momento da remoção. Os materiais foram enviados para descalcificação e preparo das lâminas. Através da histologia, foram avaliadas a atividade celular e a união dos enxertos com o leito receptor. Macroscopicamente foi avaliada a quantidade de reabsorção do enxerto no periodo de reparação. Os resultados obtidos mostram que o enxerto autógeno proporcionou maior quantidade de osteoblastos quando comparado com o enxerto alógeno e os enxertos alógenos tiveram menor reabsorção macroscópica quando comparado com os enxertos autógenos. |
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