Aplicabilidade clínica do enxerto alógeno em cirurgia de levantamento do assoalho do seio maxilar
| Ano de defesa: | 2020 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
UNISA
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://dspace.unisa.br/handle/123456789/3218 |
Resumo: | A perda do elemento dental, quando associada a problemas periodontais, lesões endodônticas, acidentes e fraturas, muitas vezes produz reabsorções ósseas alveolares na região posterior da maxila, levando a reabsorção óssea alveolar e pneumatização sinusal modificando a altura no seio maxilar e que impossibilita a reabilitação com implantes osseointegrados. Os enxertos ósseos autógenos são considerados padrão ouro, porém tem como desvantagem a necessidade de cirurgia no leito doador, no qual aumenta a morbidade do ato cirúrgico. Em busca de substitutos ósseos, surgiram os enxertos alógenos, heterógenos e aloplásticos eliminando um segundo procedimento cirúrgico. O objetivo dessa revisão de literatura foi avaliar a aplicabilidade clínica dos enxertos alógenos nas cirurgias de levantamento do assoalho do seio maxilar. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, com ampla busca de artigos científicos indexados na base de dados Pubmed, Medline, Google Scholar, SciELO. Foram incluídas publicações entre os anos de 1965 até 2019. Foram incluídos estudos publicados em inglês e português, independentemente do nível de evidência iniciou com 238 artigos e após o refinamento ficaram 98 artigos. Foram utilizadas as palavras-chave: Maxillary sinus. Sinus membrane elevation. Bone graft. Allografts. Graft survival. Os resultados observados mostraram que a utilização do osso alógeno é uma opção viável em substituição ao osso autógeno, em casos cuidadosamente selecionados. Sua maior aplicabilidade se deve, principalmente, ao fato de representar uma fonte abundante de material para enxertia óssea, com menor morbidade e risco de infecções oportunistas, exigindo um menor tempo de cirurgia e sendo ainda bem aplicado para pacientes com áreas doadoras deficientes. Concluímos que a reconstrução com enxertos alógenos para ganho em altura da região posterior da maxila, torna-se viável como também a combinação entre os materiais podendo viabilizar sua aplicação na prática clínica. |
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