Geomorfologia e cronologia dos depósitos da planície fluvial no Alto curso do rio Paraná, MS/SP

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Oliveira, Stefânia Cristino de [UNESP]
Orientador(a): Assine, Mario Luis [UNESP], Pupim, Fabiano do Nascimento
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/154032
Resumo: O conhecimento da evolução geomorfológica da planície fluvial do rio Paraná, no trecho a montante da barragem de Porto Primavera, é ainda precário, visto que a maioria dos trabalhos publicados sobre este curso fluvial teve como foco o trecho a jusante da represa. Neste contexto, o objetivo desse estudo foi investigar a sucessão de eventos geológicos responsáveis pela evolução e configuração atual do sistema fluvial do Alto rio Paraná, no trecho entre as Usinas Hidrelétricas de Jupiá e Porto Primavera (divisa entre os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul). Dados de sensoriamento remoto, sedimentológicos, geocronológicos e perfis topobatimétricos foram utilizados para o desenvolvimento da pesquisa. Quatro compartimentos geomorfológicos foram identificados sendo que três destes compartimentos foram datados: Unidade 1, terraço elevado com presença de lagoas circulares e semicirculares; Unidade 2, terraço intermediário com pequenas lagoas e áreas encharcadas (idade LOE de 60.532 ± 6.068 anos); Unidade 3, terraço baixo com paleocanais preservados (idade LOE de 39.774 ± 2.798 anos); e Unidade 4, planície fluvial atual (idade LOE de 8.884 ± 1.576 anos). As unidades geomorfológicas definidas foram correlacionadas com unidades de trabalhos anteriores localizadas a jusante da área estudada. A Unidade 1, Unidade 3 e Unidade 4 são consideradas extensões das unidades geomorfológicas Taquaruçu, Fazenda Boa Vista e Rio Paraná, respectivamente. A Unidade 2 é um compartimento com características morfológicas singulares, portanto, não correlacionáveis com unidades apresentadas em trabalhos anteriores. Também foram identificadas duas zonas de knickpoints que ocorrem, provavelmente, devido a mudanças litológicas no talvegue do rio. Além disso, no trecho estudado o rio Paraná apresenta sinuosidades que podem estar relacionadas com o aporte sedimentar dos afluentes. Registros sedimentares dos depósitos da planície fluvial do rio Aguapeí indicam que o rio apresentava canal com alta energia há aproximadamente 8 mil anos, quando o clima era mais seco que o atual. Posteriormente, cerca 2 mil anos ao presente, a região passa a ter características climáticas semelhantes as atuais.
id UNSP_015799d7ef37f0238f3e9d576cc5629d
oai_identifier_str oai:repositorio.unesp.br:11449/154032
network_acronym_str UNSP
network_name_str Repositório Institucional da UNESP
repository_id_str
spelling Oliveira, Stefânia Cristino de [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Stevaux, José CândidoSouza Filho, Edvard Elias deAssine, Mario Luis [UNESP]Pupim, Fabiano do Nascimento2018-05-21T18:07:46Z2018-05-21T18:07:46Z2018-04-04http://hdl.handle.net/11449/15403200090203733004137036P90471102133658128O conhecimento da evolução geomorfológica da planície fluvial do rio Paraná, no trecho a montante da barragem de Porto Primavera, é ainda precário, visto que a maioria dos trabalhos publicados sobre este curso fluvial teve como foco o trecho a jusante da represa. Neste contexto, o objetivo desse estudo foi investigar a sucessão de eventos geológicos responsáveis pela evolução e configuração atual do sistema fluvial do Alto rio Paraná, no trecho entre as Usinas Hidrelétricas de Jupiá e Porto Primavera (divisa entre os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul). Dados de sensoriamento remoto, sedimentológicos, geocronológicos e perfis topobatimétricos foram utilizados para o desenvolvimento da pesquisa. Quatro compartimentos geomorfológicos foram identificados sendo que três destes compartimentos foram datados: Unidade 1, terraço elevado com presença de lagoas circulares e semicirculares; Unidade 2, terraço intermediário com pequenas lagoas e áreas encharcadas (idade LOE de 60.532 ± 6.068 anos); Unidade 3, terraço baixo com paleocanais preservados (idade LOE de 39.774 ± 2.798 anos); e Unidade 4, planície fluvial atual (idade LOE de 8.884 ± 1.576 anos). As unidades geomorfológicas definidas foram correlacionadas com unidades de trabalhos anteriores localizadas a jusante da área estudada. A Unidade 1, Unidade 3 e Unidade 4 são consideradas extensões das unidades geomorfológicas Taquaruçu, Fazenda Boa Vista e Rio Paraná, respectivamente. A Unidade 2 é um compartimento com características morfológicas singulares, portanto, não correlacionáveis com unidades apresentadas em trabalhos anteriores. Também foram identificadas duas zonas de knickpoints que ocorrem, provavelmente, devido a mudanças litológicas no talvegue do rio. Além disso, no trecho estudado o rio Paraná apresenta sinuosidades que podem estar relacionadas com o aporte sedimentar dos afluentes. Registros sedimentares dos depósitos da planície fluvial do rio Aguapeí indicam que o rio apresentava canal com alta energia há aproximadamente 8 mil anos, quando o clima era mais seco que o atual. Posteriormente, cerca 2 mil anos ao presente, a região passa a ter características climáticas semelhantes as atuais.The knowledge of the geomorphological evolution of the Paraná River fluvial plain in the stretch upstream of the Porto Primavera dam is still precarious, since most of the published works on this fluvial course focused on the stretch downstream of the dam. In this context, the objective of this study was to investigate the succession of geological events responsible for the evolution and current configuration of the river system of the Upper Paraná River, between the Jupiá and Porto Primavera Hydroelectric Plants (between the States of São Paulo and Mato Grosso do Sul). Remote sensing data, sedimentological, geochronological and topobatimetric profiles were used for the development of the research. Four geomorphological compartments were identified and three of these compartments were dated: Unit 1, raised terrace with circular and semi-circular ponds; Unit 2, intermediate terrace with small ponds and soaked areas (OSL age from 60,532 ± 6,068 years); Unit 3, low terrace with preserved paleo canals (OSL age from 39,774 ± 2,798 years); and Unit 4, current fluvial plain (OSL age from 8.884 ± 1.576 years). The defined geomorphological units were correlated with units of previous works located downstream of the studied area. Unit 1, Unit 3 and Unit 4 are considered extensions of the geomorphological units Taquaruçu, Fazenda Boa Vista and Rio Paraná, respectively. Unit 2 is a compartment with unique morphological characteristics, therefore, not correlated with units presented in previous works. Two zones of knickpoints have also been identified that probably occur due to lithological changes in the river thalweg. In addition, in the studied section the Paraná River presents sinuosities that may be related to the sedimentary contribution of the tributaries. Sedimentary records of the deposits of the fluvial plain of the Aguapeí River indicate that this river presented a channel with high energy approximately 8 thousand years ago, when the climate was drier than the present one. Later, about 2,000 years to the present, the region will have similar climatic characteristics to the current ones.Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)CNPq: 144221/2015-2FAPESP: 2014/06889-2porUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Rio ParanáCompartimentação geomorfológicaDatação LOEDepósitos quaternáriosParaná riverGeomorphological zonationOSL datingQuaternary depositsGeomorfologia e cronologia dos depósitos da planície fluvial no Alto curso do rio Paraná, MS/SPGeomorphology and chronology of fluvial plain deposits in the High course of Paraná river, MS/SPinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPGeociências e Meio Ambiente - IGCEOutraNão constaUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Rio Claro6 meses após a data da defesa0471102133658128Publication4763ec56-704e-41e0-9685-b5bef5946febvirtual::237637-14763ec56-704e-41e0-9685-b5bef5946febvirtual::237637-1ecab6a08-f5ce-4230-9180-bacd24d4a149virtual::257917-1ecab6a08-f5ce-4230-9180-bacd24d4a149virtual::257917-1ORIGINALoliveira_sc_me_rcla_par.pdfoliveira_sc_me_rcla_par.pdfapplication/pdf968420https://repositorio.unesp.br/bitstreams/86990bff-9034-4197-97e4-83af53d33b83/download844acaa38131348e347d7b14500f087fMD53trueAnonymousREADoliveira_sc_me_rcla_int.pdfoliveira_sc_me_rcla_int.pdfapplication/pdf11707750https://repositorio.unesp.br/bitstreams/3781b58f-b5b2-4a86-a6ec-4e15b5f0a513/downloadae44843243bfc676693986e552093b29MD54falseAnonymousREADLICENSElicense.txtWritten by org.dspace.content.LicenseUtilstext/plain; charset=utf-83073https://repositorio.unesp.br/bitstreams/dc7a6d21-76ac-40bb-97f2-0c92625adddc/download6653c97eae7f566a06632eab7ad5eae6MD52falseAnonymousREADTEXToliveira_sc_me_rcla_par.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2023-10-28T06:12:07Z (GMT).Extracted texttext/plain42002https://repositorio.unesp.br/bitstreams/a7b55dbe-1302-4e40-b5a4-6f3792bade99/download6e6e9f5e7c4dd3ea5daed924aaf423c6MD59falseAnonymousREADoliveira_sc_me_rcla_int.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2023-10-28T06:12:08Z (GMT).Extracted texttext/plain102897https://repositorio.unesp.br/bitstreams/52222252-a541-4c1b-87df-c1efe4d5b0b8/downloadb443bd87d997b57c516622eb32da5bf5MD510falseAnonymousREADTHUMBNAILoliveira_sc_me_rcla_par.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.ImageMagickPdfThumbnailFilter on 2018-05-22T06:03:00Z (GMT).IM Thumbnailimage/jpeg3763https://repositorio.unesp.br/bitstreams/6e3b17d2-6365-4077-b156-24fa3e6d88cd/downloadd01f8a115dffb078263ecb0028412a2dMD56falseAnonymousREADoliveira_sc_me_rcla_int.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.ImageMagickPdfThumbnailFilter on 2018-05-22T06:03:02Z (GMT).IM Thumbnailimage/jpeg4968https://repositorio.unesp.br/bitstreams/9251cb85-3b06-4c34-b91b-3fe46237eac7/download9240a7e548f3d1ca690922424020d820MD58falseAnonymousREAD11449/1540322026-04-24T05:17:01.629898Zopen.accessoai:repositorio.unesp.br:11449/154032https://repositorio.unesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462026-04-24T05:17:01Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)falseTElDRU7Dh0EgUEFSQSBBIERJU1BPTklCSUxJWkHDh8ODTyBPTkxJTkUgREUgRElTU0VSVEHDh8ODTyBPVSBERSBURVNFIFNVQk1FVElEQSBBTyBSRVBPU0lUw5NSSU8gSU5TVElUVUNJT05BTCBVTkVTUA0KDQoxLiBBbyBjb25jb3JkYXIgY29tIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGV1LCBTdGVmw6JuaWEgQ3Jpc3Rpbm8gRGUgT2xpdmVpcmEgKHN0ZWYub2xpdmVpcmFAeWFob28uY29tLmJyKSwgcmVzcG9uc8OhdmVsIHBlbG8gdHJhYmFsaG8g4oCcR2VvbW9yZm9sb2dpYSBlIGNyb25vbG9naWEgZG9zIGRlcMOzc2l0b3MgZGEgcGxhbsOtY2llIGZsdXZpYWwgbm8gQWx0byBDdXJzbyBkbyBSaW8gUGFyYW7DoSwgTVMvU1Au4oCdIHBvciBtaW0gc3VibWV0aWRvIGFvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIFVORVNQIGUgZGVzZW52b2x2aWRvIG5vIMOibWJpdG8gZGUgdW0gZG9zIHByb2dyYW1hcyBkZSBww7NzLWdyYWR1YcOnw6NvIGRhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBQYXVsaXN0YSDigJxKw7psaW8gZGUgTWVzcXVpdGEgRmlsaG/igJ0gKFVORVNQKToNCg0KYSkgYXRlc3RvIHNlciBvIHJlc3BvbnPDoXZlbCBsZWdhbCBwZWxvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbyBlIHBlbG9zIGRhZG9zIGluZm9ybWFkb3MgZHVyYW50ZSBhIHN1Ym1pc3PDo287DQoNCmIpIGF0ZXN0byBxdWUgbyB0cmFiYWxobyBzdWJtZXRpZG8gbsOjbyBpbmZyaW5nZSBsZWlzIGRlIGRpcmVpdG8gYXV0b3JhbDsNCg0KYykgYXRlc3RvIHF1ZSBvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbyBuw6NvIGNvbnTDqW0gcXVhbHF1ZXIgaW5mb3JtYcOnw6NvIGNvbmZpZGVuY2lhbCBtaW5oYSBvdSBkZSB0ZXJjZWlyb3M7DQoNCmQpIGF0ZXN0byBxdWUsIHNlIG9idGl2ZSBmaW5hbmNpYW1lbnRvIHBhcmEgbyBkZXNlbnZvbHZpbWVudG8gZG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvLCBpbmZvcm1laSBhIGFnw6puY2lhIGRlIGZvbWVudG8gZSBvIG7Dum1lcm8gZG8gZmluYW5jaWFtZW50byBkdXJhbnRlIGEgc3VibWlzc8OjbzsNCg0KZSkgYXRlc3RvIHF1ZSBhIHZlcnPDo28gZG8gdHJhYmFsaG8gcHJlc2VudGUgbm8gYXJxdWl2byBzdWJtZXRpZG8gw6kgYSB2ZXJzw6NvIGRlZmluaXRpdmEgcXVlIGluY2x1aSBhcyBhbHRlcmHDp8O1ZXMgZGVjb3JyZW50ZXMgZGEgZGVmZXNhLCBzZSBob3V2ZSBhbGd1bWE7DQoNCmYpIGF0ZXN0byBxdWUgYSB2ZXJzw6NvIGRvIHRyYWJhbGhvIHByZXNlbnRlIG5vIGFycXVpdm8gc3VibWV0aWRvIHNlcsOhIGEgbWVzbWEgdmVyc8OjbyBpbXByZXNzYSBlbnRyZWd1ZSBuYSBTZcOnw6NvIFTDqWNuaWNhIGRlIFDDs3MtR3JhZHVhw6fDo28gY29tIGEgcXVhbCBvIHByb2dyYW1hIGRlIHDDs3MtZ3JhZHVhw6fDo28gZW0gcXVlIG8gdHJhYmFsaG8gZm9pIGRlc2Vudm9sdmlkbyBlc3TDoSB2aW5jdWxhZG87DQoNCmcpIGNvbmNlZG8gw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEVzdGFkdWFsIFBhdWxpc3RhIOKAnErDumxpbyBkZSBNZXNxdWl0YSBGaWxob+KAnSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgZGlzcG9uaWJpbGl6YXIsIGRlIGNvcGlhciBlIGRlIGRpc3RyaWJ1aXIsIHBvciBtZWlvIGRlIHNldXMgYW1iaWVudGVzIGluc3RpdHVjaW9uYWlzIGRlIGFjZXNzbyByZXN0cml0byBvdSBhYmVydG8gYW8gcMO6YmxpY28gZ2VyYWwsIHNlbSByZXNzYXJjaW1lbnRvIGRlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCBvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbyBlIG9zIGRhZG9zIGluZm9ybWFkb3MgZHVyYW50ZSBhIHN1Ym1pc3PDo287DQoNCmgpIGNvbmNlZG8gw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEVzdGFkdWFsIFBhdWxpc3RhIOKAnErDumxpbyBkZSBNZXNxdWl0YSBGaWxob+KAnSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgcmVhbGl6YXIgcXVhaXNxdWVyIGFsdGVyYcOnw7VlcyBuYSBtw61kaWEgb3Ugbm8gZm9ybWF0byBkbyBhcnF1aXZvIHBhcmEgcHJvcMOzc2l0b3MgZGUgcHJlc2VydmHDp8OjbyBkaWdpdGFsLCBkZSBhY2Vzc2liaWxpZGFkZSBlIGRlIG1lbGhvciBpZGVudGlmaWNhw6fDo28gZG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvLCBkZXNkZSBxdWUgbsOjbyBzZWphIGFsdGVyYWRvIHNldSBjb250ZcO6ZG8gaW50ZWxlY3R1YWwuDQoNCjIuIEEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEVzdGFkdWFsIFBhdWxpc3RhIOKAnErDumxpbyBkZSBNZXNxdWl0YSBGaWxob+KAnSBzZSBjb21wcm9tZXRlIGE6DQoNCmEpIGZvcm5lY2VyIHVtYSBpZGVudGlmaWNhw6fDo28gY2xhcmEgZG8gbm9tZSBkbyBhdXRvciBkdXJhbnRlIGEgZGlzcG9uaWJpbGl6YcOnw6NvLCBlbSBhbWJpZW50ZSBpbnN0aXR1Y2lvbmFsLCBkbyB0cmFiYWxobyBzdWJtZXRpZG87DQoNCmIpIHNlIG5lY2Vzc8OhcmlvLCByZWFsaXphciBhbHRlcmHDp8O1ZXMgbm9zIGRhZG9zIGluZm9ybWFkb3MgZHVyYW50ZSBhIHN1Ym1pc3PDo28gcGFyYSBxdWUgbWVsaG9yIHJlcHJlc2VudGVtIGUgaWRlbnRpZmlxdWVtIG8gdHJhYmFsaG8gc2VtLCBubyBlbnRhbnRvLCBjb21wcm9tZXRlciBzZXUgY29udGXDumRvIGludGVsZWN0dWFsOw0KDQpjKSByZXNwZWl0YXIgYSBkZWNpc8OjbyBkbyBhdXRvciBzb2JyZSBhIHZlcnPDo28gcXVlIGRldmVyw6Egc2VyIGRpc3BvbmliaWxpemFkYSBpbWVkaWF0YW1lbnRlIGFww7NzIG8gYWNlaXRlIGRhIHN1Ym1pc3PDo28sIHNlamEgZWxhIGEgdmVyc8OjbyBpbnRlZ3JhbCBvdSBwYXJjaWFsOw0KDQpkKSByZXNwZWl0YXIgbyBwcmF6byBkZWZpbmlkbyBwZWxvIGF1dG9yIHBhcmEgYSBkaXNwb25pYmlsaXphw6fDo28gZG8gY29udGXDumRvIGludGVncmFsLCBjYXNvIG8gYXV0b3IgdGVuaGEgb3B0YWRvIHBlbGEgZGlzcG9uaWJpbGl6YcOnw6NvIGltZWRpYXRhIGFwZW5hcyBkbyBjb250ZcO6ZG8gcGFyY2lhbCBlIG8gcHJhem8gZGVmaW5pZG8gZXN0ZWphIGRlbnRybyBkZSAyIChkb2lzKSBhbm9zIGFww7NzIGEgZGVmZXNhOw0KDQplKSBuw6NvIHJlYWxpemFyIGFsdGVyYcOnw7VlcyBubyBhcnF1aXZvIGVudmlhZG8gYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgZGVzY3JpdGFzIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLg0KDQpTw6NvIFBhdWxvLCBNb24gTWF5IDIxIDEyOjA0OjU4IEJSVCAyMDE4Lg==
dc.title.pt.fl_str_mv Geomorfologia e cronologia dos depósitos da planície fluvial no Alto curso do rio Paraná, MS/SP
dc.title.alternative.en.fl_str_mv Geomorphology and chronology of fluvial plain deposits in the High course of Paraná river, MS/SP
title Geomorfologia e cronologia dos depósitos da planície fluvial no Alto curso do rio Paraná, MS/SP
spellingShingle Geomorfologia e cronologia dos depósitos da planície fluvial no Alto curso do rio Paraná, MS/SP
Oliveira, Stefânia Cristino de [UNESP]
Rio Paraná
Compartimentação geomorfológica
Datação LOE
Depósitos quaternários
Paraná river
Geomorphological zonation
OSL dating
Quaternary deposits
title_short Geomorfologia e cronologia dos depósitos da planície fluvial no Alto curso do rio Paraná, MS/SP
title_full Geomorfologia e cronologia dos depósitos da planície fluvial no Alto curso do rio Paraná, MS/SP
title_fullStr Geomorfologia e cronologia dos depósitos da planície fluvial no Alto curso do rio Paraná, MS/SP
title_full_unstemmed Geomorfologia e cronologia dos depósitos da planície fluvial no Alto curso do rio Paraná, MS/SP
title_sort Geomorfologia e cronologia dos depósitos da planície fluvial no Alto curso do rio Paraná, MS/SP
author Oliveira, Stefânia Cristino de [UNESP]
author_facet Oliveira, Stefânia Cristino de [UNESP]
author_role author
dc.contributor.institution.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.contributor.committeeMember.none.fl_str_mv Stevaux, José Cândido
Souza Filho, Edvard Elias de
dc.contributor.author.fl_str_mv Oliveira, Stefânia Cristino de [UNESP]
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Assine, Mario Luis [UNESP]
Pupim, Fabiano do Nascimento
contributor_str_mv Assine, Mario Luis [UNESP]
Pupim, Fabiano do Nascimento
dc.subject.por.fl_str_mv Rio Paraná
Compartimentação geomorfológica
Datação LOE
Depósitos quaternários
topic Rio Paraná
Compartimentação geomorfológica
Datação LOE
Depósitos quaternários
Paraná river
Geomorphological zonation
OSL dating
Quaternary deposits
dc.subject.eng.fl_str_mv Paraná river
Geomorphological zonation
OSL dating
Quaternary deposits
description O conhecimento da evolução geomorfológica da planície fluvial do rio Paraná, no trecho a montante da barragem de Porto Primavera, é ainda precário, visto que a maioria dos trabalhos publicados sobre este curso fluvial teve como foco o trecho a jusante da represa. Neste contexto, o objetivo desse estudo foi investigar a sucessão de eventos geológicos responsáveis pela evolução e configuração atual do sistema fluvial do Alto rio Paraná, no trecho entre as Usinas Hidrelétricas de Jupiá e Porto Primavera (divisa entre os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul). Dados de sensoriamento remoto, sedimentológicos, geocronológicos e perfis topobatimétricos foram utilizados para o desenvolvimento da pesquisa. Quatro compartimentos geomorfológicos foram identificados sendo que três destes compartimentos foram datados: Unidade 1, terraço elevado com presença de lagoas circulares e semicirculares; Unidade 2, terraço intermediário com pequenas lagoas e áreas encharcadas (idade LOE de 60.532 ± 6.068 anos); Unidade 3, terraço baixo com paleocanais preservados (idade LOE de 39.774 ± 2.798 anos); e Unidade 4, planície fluvial atual (idade LOE de 8.884 ± 1.576 anos). As unidades geomorfológicas definidas foram correlacionadas com unidades de trabalhos anteriores localizadas a jusante da área estudada. A Unidade 1, Unidade 3 e Unidade 4 são consideradas extensões das unidades geomorfológicas Taquaruçu, Fazenda Boa Vista e Rio Paraná, respectivamente. A Unidade 2 é um compartimento com características morfológicas singulares, portanto, não correlacionáveis com unidades apresentadas em trabalhos anteriores. Também foram identificadas duas zonas de knickpoints que ocorrem, provavelmente, devido a mudanças litológicas no talvegue do rio. Além disso, no trecho estudado o rio Paraná apresenta sinuosidades que podem estar relacionadas com o aporte sedimentar dos afluentes. Registros sedimentares dos depósitos da planície fluvial do rio Aguapeí indicam que o rio apresentava canal com alta energia há aproximadamente 8 mil anos, quando o clima era mais seco que o atual. Posteriormente, cerca 2 mil anos ao presente, a região passa a ter características climáticas semelhantes as atuais.
publishDate 2018
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2018-05-21T18:07:46Z
dc.date.available.fl_str_mv 2018-05-21T18:07:46Z
dc.date.issued.fl_str_mv 2018-04-04
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv http://hdl.handle.net/11449/154032
dc.identifier.aleph.none.fl_str_mv 000902037
dc.identifier.capes.none.fl_str_mv 33004137036P9
dc.identifier.lattes.none.fl_str_mv 0471102133658128
url http://hdl.handle.net/11449/154032
identifier_str_mv 000902037
33004137036P9
0471102133658128
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UNESP
instname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron:UNESP
instname_str Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron_str UNESP
institution UNESP
reponame_str Repositório Institucional da UNESP
collection Repositório Institucional da UNESP
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.unesp.br/bitstreams/86990bff-9034-4197-97e4-83af53d33b83/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/3781b58f-b5b2-4a86-a6ec-4e15b5f0a513/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/dc7a6d21-76ac-40bb-97f2-0c92625adddc/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/a7b55dbe-1302-4e40-b5a4-6f3792bade99/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/52222252-a541-4c1b-87df-c1efe4d5b0b8/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/6e3b17d2-6365-4077-b156-24fa3e6d88cd/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/9251cb85-3b06-4c34-b91b-3fe46237eac7/download
bitstream.checksum.fl_str_mv 844acaa38131348e347d7b14500f087f
ae44843243bfc676693986e552093b29
6653c97eae7f566a06632eab7ad5eae6
6e6e9f5e7c4dd3ea5daed924aaf423c6
b443bd87d997b57c516622eb32da5bf5
d01f8a115dffb078263ecb0028412a2d
9240a7e548f3d1ca690922424020d820
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)
repository.mail.fl_str_mv repositoriounesp@unesp.br
_version_ 1878343484215132160