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A instrução como escultora da sociedade: a construção do estado nacional brasileiro em seu primeiro momento de autonomia política 1822-1831

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2006
Autor(a) principal: Conceição, Taíse Ferreira da [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/93453
Resumo: Seguindo o debate iluminista a instrução funcionaria como escultor da nova sociedade. Cabe ao povo gerir e proteger a Nação, e à escola é transferida a tarefa de legitimar este processo de adesão ao Estado, a fim de formar uma sociedade calcada nos princípios patrióticos, ou seja, na formação de homens que saibam lutar pela liberdade e a felicidade de sua pátria. Verificando a trajetória da Educação nos países europeus, com o surgimento de novas abordagens sobre a pedagogia, decorrente das profundas transformações que ocorrem neste período, a educação se torna o centro da vida social. Nela se organizam os processos de conformação das normas coletivas, se opera a continuidade da cultura, onde os indivíduos superam sua individualidade se integrando à coletividade, e recebem instrumentos que conferem o dinamismo de suas ações para a resolução dos problemas vivenciados na sociedade.Com o objetivo de discutir a Formação do Estado Nacional Brasileiro, através do estudo das práticas de ensino primário secundário e superior, apresentamos o estudo sobre a instrução pública dirigida aos habitantes das províncias brasileiras no período de 1822 a 1831. Também verificamos a eficácia deste novo ideal atribuído às práticas educacionais, através da visualização dos métodos de ensino adotados e sua distribuição por todo o Estado e implantação dos cursos jurídicos em São Paulo e Olinda. As fontes que fundamentam esta pesquisa são as Leis e Decisões do Império do Brasil, que através da quantificação dos dados e mapeamento das localidades em que são atribuídas as cadeiras de ensino, fornecem informações sobre a instrução no Brasil e os procedimentos tomados pelo governo a fim de promovê-la nacionalmente.
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