O tempo como noção a priori: contribuições da epistemologia genética à teoria do conhecimento
| Ano de defesa: | 2009 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/91783 |
Resumo: | Na presente dissertação temos como objetivo analisar e compreender alguns problemas levantados pela Teoria do Conhecimento sobre a forma como um sujeito epistêmico universal organiza seu campo temporal. Estaremos preocupados em pensar sobre as condições de possibilidade presentes no aparato cognitivo humano que possibilitam a elaboração de um campo temporal e, principalmente, na discussão do tempo como uma noção a priori na Epistemologia Genética. Para tanto faremos um estudo dos trabalhos desenvolvidos por Immanuel Kant, essencialmente a primeira parte da Crítica da Razão Pura , intitulada Estética Transcendental , onde o autor se preocupa em analisar a noção de tempo. Juntamente com este texto estudaremos também o trabalho de Jean Piaget A Noção de tempo na Criança e desta análise em conjunto pretendemos mostrar as possibilidades de aproximação e distanciamento entre a proposta teórica destes dois autores para a compreensão da noção de tempo no ser humano. Concluímos que o tempo, para Kant é um aspecto formal a priori, portanto completamente independente da experiência; já para a Epistemologia Genética, o tempo não é dado a priori, já organizado no aparato cognitivo humano, ela o compreende como uma noção que precisa ser elaborada pelo sujeito no contato com a realidade e, portanto, o concurso da experiência é essencial para a construção desta noção. |
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O tempo como noção a priori: contribuições da epistemologia genética à teoria do conhecimentoKant, Immanuel, 1724-1804Piaget, Jean, 1896-1980 - FilosofiaFilosofiaEpistemologia geneticaTempo (Filosofia)Genetic epistemologyTimeNa presente dissertação temos como objetivo analisar e compreender alguns problemas levantados pela Teoria do Conhecimento sobre a forma como um sujeito epistêmico universal organiza seu campo temporal. Estaremos preocupados em pensar sobre as condições de possibilidade presentes no aparato cognitivo humano que possibilitam a elaboração de um campo temporal e, principalmente, na discussão do tempo como uma noção a priori na Epistemologia Genética. Para tanto faremos um estudo dos trabalhos desenvolvidos por Immanuel Kant, essencialmente a primeira parte da Crítica da Razão Pura , intitulada Estética Transcendental , onde o autor se preocupa em analisar a noção de tempo. Juntamente com este texto estudaremos também o trabalho de Jean Piaget A Noção de tempo na Criança e desta análise em conjunto pretendemos mostrar as possibilidades de aproximação e distanciamento entre a proposta teórica destes dois autores para a compreensão da noção de tempo no ser humano. Concluímos que o tempo, para Kant é um aspecto formal a priori, portanto completamente independente da experiência; já para a Epistemologia Genética, o tempo não é dado a priori, já organizado no aparato cognitivo humano, ela o compreende como uma noção que precisa ser elaborada pelo sujeito no contato com a realidade e, portanto, o concurso da experiência é essencial para a construção desta noção.Not available.Universidade Estadual Paulista (Unesp)Montoya, Adrian Oscar Dongo [UNESP]Tassinari, Ricardo Pereira [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Rocha, Caio Prior [UNESP]2014-06-11T19:25:29Z2014-06-11T19:25:29Z2009-02-20info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis89 f. : il.application/pdfROCHA, Caio Prior. O tempo como noção a priori: contribuições da epistemologia genética à teoria do conhecimento. 2009. 89 f. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Filosofia e Ciências de Marília, 2009.http://hdl.handle.net/11449/91783000590603rocha_cp_me_mar.pdf33004110041P1528474114145763059473195852209230000-0003-2381-34450000-0003-1026-730XAlephreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPporinfo:eu-repo/semantics/openAccess2024-08-13T17:49:37Zoai:repositorio.unesp.br:11449/91783Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462024-08-13T17:49:37Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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