O que pode o filosofar no ensino fundamental: caminhos para uma educação na perspectiva emancipatória

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Fagundes, Katherine Cortiana [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/90245
Resumo: A presente pesquisa inscreve-se no tema do ensino de filosofia para/com crianças e adolescentes do ensino fundamental. Através de uma pesquisa de cunho bibliográfico investigamos a possibilidade da experiência filosófica contribuir com a formação de sujeitos autônomos e emancipados, bem como as categorias que, estando nela presentes, colaboram com essa possibilidade. Em linhas gerais, apresentamos os fundamentos teóricos e metodológicos que permeiam a proposta de ensino de filosofia para crianças elaborada por Matthew Lipman fazendo um paralelo deste programa com as categorias que acreditamos que uma educação para a emancipação deve privilegiar, tais quais: o despertar de atitudes infantes (Lyotard), uma outra relação com a infância (Kohan e Larrosa), o resgate da capacidade de experiências (W. Benjamin). Algumas questões se colocaram já de início: O programa de Lipman permite o filosofar, o apropriar-se novamente da capacidade de fazer experiências e o despertar das atitudes in-fantes entre os educandos? Através de uma fundamentação teórica de base frankfurtiana, colocamos a seguinte pergunta: Até que ponto a proposta de Lipman é uma alternativa teórico-prática condizente com uma educação que colabore com a formação de indivíduos emancipados? Acreditamos que a filosofia inserida na grade curricular das crianças e dos adolescentes do ensino fundamental é a principal disciplina, e por que não dizer, a única capaz de despertar nos alunos um pensar cuidadoso, consciente, crítico, criativo e reflexivo, pois, acreditamos serem estas experiências intelectuais essenciais para a formação de sujeitos emancipados. Assim, o nosso referencial teórico está na escola de Frankfurt, especialmente nos textos de Theodor W. Adorno sobre indústria cultural, educação, formação e...
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