Comparação entre o biovidro ativo e o biovidro boro-silicato no reparo ósseo do defeito crítico em calvária de Rattus norvegicus (Wistar)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Montanhim, Gabriel Luiz [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/242846
Resumo: Falhas ósseas de tamanhos críticos geralmente são resultados por exemplo de lesões de alta energia e não uniões, sendo desafio para qualquer cirurgião ortopedista. Frente a esses desafios, muitas vezes são necessários materiais que auxiliem no preenchimento dessas falhas e, ao mesmo tempo, favoreçam o meio para que a reparação óssea ocorra. Desde 1970 vem sendo estudado e aprimorado o biovidro ativo 45S5 que somado a compostos tais como o boro, pode-se incrementar as vantagens para a formação de novo tecido ósseo. O presente estudo teve como objetivo avaliar e comparar a formulação convencional do biovidro ativo com a associação de boro, fabricados pelo Departamento de Materiais Odontológicos e Prótese da Faculdade de Odontologia de Araraquara UNESP. Foram criados defeitos críticos em calotas cranianas de 32 ratos Wistar, distribuídos em quatro grupos, a saber: CT+: controle positivo (osso autógeno), CT-: controle negativo (defeito vazio/coágulo), BV: biovidro 45S5 e BVBS: biovidro boro-silicato. Foram feitas microtomografias computadorizadas na 6ª e 12ª semanas de pós-operatório, para analisar o processo de reparação óssea. Após eutanásia na 12ª semana, as calotas foram processadas para análises histológicas e histométricas. Ao final das análises histométricas foi possível constatar que em todos os tratamentos, com exceção do CT-, houve crescimento ósseo, sendo os dados do BV e BVBS muitos semelhantes, sugerindo que o incremento de boro a formulação clássica pode favorecer a crescimento de novo tecido ósseo.
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