Sinalizando com os terena: um estudo do uso da LIBRAS e de sinais nativos por indígenas surdos
| Ano de defesa: | 2014 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/115690 |
Resumo: | O povo terena habita os estados de Mato-Grosso do Sul e São Paulo. Essa etnia conta com 28.845 pessoas (dados do IBGE, 2010), que estão divididas em 17 terras. Constataram-se terena surdos primeiramente na Comunidade Indígena de Cachoeirinha, de 9.507 habitantes e, em segunda viagem a campo, também em aldeias vizinhas, próximas ao município de Miranda-MS. A língua oral terena é amplamente falada, e também foi observado o uso de sinais pelos surdos terena, o que deu origem a esta pesquisa. O projeto envolveu o estudo da(s) língua(s) utilizadas por surdos terena de diferentes faixas etárias, sendo a maioria jovens. É notável que parte dessas pessoas não conheça a língua brasileira de sinais (LIBRAS). Alguns nunca frequentaram a escola ou tiveram contato com surdos usuários de LIBRAS. De maneira geral, os familiares dos surdos são ouvintes e falantes de português e terena, e os mais próximos conhecem os sinais terena. Alguns jovens estudam na cidade e estão avançando no uso e conhecimento da LIBRAS, porém estes mesmos jovens utilizam outros sinais na aldeia, com seus familiares ouvintes, amigos e outros surdos, que não sabem LIBRAS. Em última viagem a campo, em 2012, foram coletados sinais terena por meio de fotografia e vídeo, que foram analisados. Avaliou-se então a estrutura, a morfologia no uso desses sinais, e se chegam realmente a constituir uma língua. Entretanto, nesse momento, os aspectos linguísticos não puderam ser mais aprofundados, pois ainda está coletada uma quantidade reduzida de dados, que deverá ser aumentada para a pesquisa do doutorado. Observei também a cultura, educação, cosmovisão terena e surda, as relações dos surdos com seus familiares, professores, intérpretes, amigos e sociedade ouvinte |
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Sumaio, Priscilla Alyne [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Rodrigues, Angélica Terezinha CarmoOliveira, Christiane Cunha deFargetti, Cristina Martins [UNESP]2015-03-03T11:52:28Z2015-03-03T11:52:28Z2014-02-27SUMAIO, Priscilla Alyne. Sinalizando com os terena: um estudo do uso da LIBRAS e de sinais nativos por indígenas surdos. 2014. 123 f. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Faculdade de Ciencias e Letras (Campus de Araraquara), 2014.http://hdl.handle.net/11449/115690000805809000805809.pdf33004030009P40656591347145347O povo terena habita os estados de Mato-Grosso do Sul e São Paulo. Essa etnia conta com 28.845 pessoas (dados do IBGE, 2010), que estão divididas em 17 terras. Constataram-se terena surdos primeiramente na Comunidade Indígena de Cachoeirinha, de 9.507 habitantes e, em segunda viagem a campo, também em aldeias vizinhas, próximas ao município de Miranda-MS. A língua oral terena é amplamente falada, e também foi observado o uso de sinais pelos surdos terena, o que deu origem a esta pesquisa. O projeto envolveu o estudo da(s) língua(s) utilizadas por surdos terena de diferentes faixas etárias, sendo a maioria jovens. É notável que parte dessas pessoas não conheça a língua brasileira de sinais (LIBRAS). Alguns nunca frequentaram a escola ou tiveram contato com surdos usuários de LIBRAS. De maneira geral, os familiares dos surdos são ouvintes e falantes de português e terena, e os mais próximos conhecem os sinais terena. Alguns jovens estudam na cidade e estão avançando no uso e conhecimento da LIBRAS, porém estes mesmos jovens utilizam outros sinais na aldeia, com seus familiares ouvintes, amigos e outros surdos, que não sabem LIBRAS. Em última viagem a campo, em 2012, foram coletados sinais terena por meio de fotografia e vídeo, que foram analisados. Avaliou-se então a estrutura, a morfologia no uso desses sinais, e se chegam realmente a constituir uma língua. Entretanto, nesse momento, os aspectos linguísticos não puderam ser mais aprofundados, pois ainda está coletada uma quantidade reduzida de dados, que deverá ser aumentada para a pesquisa do doutorado. Observei também a cultura, educação, cosmovisão terena e surda, as relações dos surdos com seus familiares, professores, intérpretes, amigos e sociedade ouvinteThe terena people inhabiting the states of Mato Grosso do Sul and São Paulo. This ethnic group has 28,845 people (IBGE data, 2010) which are divided into 17 indigenous communities. Deaf Terena were discovered first at the indigenous village Cachoeirinha, of 9,507 inhabitants and, on second field trip, also in the neighboring villages, near the city of Miranda-MS. The Terena oral language is widely spoken, and the use of signs by deaf Terena was also observed, which gave rise to this research. The project involves the study of languages used by deaf Terena of different age groups, the majority being young. It is notable that some of these people do not know the Brazilian Sign Language (LIBRAS, from Língua Brasileira de Sinais). Some of them have never attended school or had contact with deaf users of LIBRAS. Generally, family members of the deaf are listeners and speakers of Portuguease and Terena, and the closest know the Terena signs. Some young people are studying in the city and are progressing in the use and knowledge of LIBRAS, but these same young people use other signs in the village with their listeners relatives, friends and other deaf people, who do not know LIBRAS. In last field trip in 2012, Terena signs were collected through photography and video, and were analyzed. It is necessary evaluate now the structure, morphology in the use of these signs and, if they really constitute a language. However, at that moment the linguistic aspects can not be more profound because a small amount of data was collected , and should be increased to the PhD research. I also observed the culture, education, Terena and deaf worldview, the relations of the deaf with their families, teachers, interpreters, friends and hearing societyFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)123 f. : tots.porUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Alephreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPLinguagem e línguasGestosLíngua de sinaisLíngua brasileira de sinaisIndios TerenaBrazilian sign languageSinalizando com os terena: um estudo do uso da LIBRAS e de sinais nativos por indígenas surdosinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessLinguística e Língua Portuguesa - FCLAREstudos do léxicoUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências e Letras, Araraquara0656591347145347Publication0893b748-d216-4eba-952d-cd4676b310f6virtual::17949-10893b748-d216-4eba-952d-cd4676b310f6virtual::17949-1bf150c28-078a-4f41-a492-ced4548e98d9virtual::195188-1bf150c28-078a-4f41-a492-ced4548e98d9virtual::195188-1ORIGINAL000805809.pdfapplication/pdf2451924https://repositorio.unesp.br/bitstreams/19fb98ff-cd30-412a-a450-5771e55f33db/downloade262685d29577590fb0041532d46ae0dMD51trueAnonymousREADTEXT000805809.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2023-10-26T06:05:08Z (GMT).Extracted texttext/plain103134https://repositorio.unesp.br/bitstreams/9d370095-8f58-4138-a235-81da359ac29d/downloadf3117b5fe7e56eebb4921173eb0d9f44MD54falseAnonymousREADTHUMBNAIL000805809.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.ImageMagickPdfThumbnailFilter on 2016-11-10T19:37:11Z (GMT).IM Thumbnailimage/jpeg4838https://repositorio.unesp.br/bitstreams/3c0d9f3a-8327-4263-b5c1-312df618265d/download9e23c3d138674b35cc0126cc65a1393fMD53falseAnonymousREAD11449/1156902026-03-11T18:39:19.530773Zopen.accessoai:repositorio.unesp.br:11449/115690https://repositorio.unesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462026-03-11T18:39:19Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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