Efeito do treinamento de força e potência na curva força-tempo isométrica e na ativação muscular em idosos com doença de Parkinson
| Ano de defesa: | 2009 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/87394 |
Resumo: | O presente estudo teve como objetivo analisar o efeito do treinamento de força e potência na curva força-tempo isométrica e na ativação muscular em idosos com doença de Parkinson (DP). A amostra final foi composta por 25 participantes de ambos os gêneros (n=8 – grupo controle (GC); n=8 – grupo de força (GF); n=9 – grupo de potência (GP). Os grupos GF e GP realizaram treinamento com pesos, durante oito semanas, com especificidade para desenvolvimento de força ou potência musculares, respectivamente. O grupo controle (GC), composto por idosos com DP, realizou apenas o protocolo de avaliação pré e pós oito semanas. Os participantes realizaram consecutivamente: a) avaliação da Curva força-Tempo isométrica e da atividade eletromiográfica; b) início do protocolo de treinamento para os GF e GP; c) re-avaliação ao término do protocolo de treinamento de força e de potência. Para a análise dos dados foi utilizada estatística descritiva (média e desvio-padrão) e ANOVA two-way para medidas repetidas em todas as variáveis com nível de significância de p<0,05. Os resultados apontaram interações significativas (p<0,05) em contração voluntária máxima (CVM), taxa de desenvolvimento de força (TDF) no intervalo de tempo de 0-50ms e ativação muscular (iEMG) do músculo vasto lateral. Não foram encontradas interações significativas (p>0,05) na TDF nos intervalos de tempo 0-100; 0-150 e 0-200ms, TDFpico, impulso contrátil e ativação muscular (iEMG) dos vastos lateral e medial, nos intervalos de tempo 0-50; 0-100; 0-150 e 0-200ms, como também, na ativação do músculo vasto medial no momento da contração voluntária máxima. Portanto, conclui-se que o treinamento com pesos (força e potência) é capaz de aumentar a contração voluntária máxima, contudo o protocolo de potência parece trazer maiores benefícios; a capacidade dos idosos com DP de gerar... |
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Efeito do treinamento de força e potência na curva força-tempo isométrica e na ativação muscular em idosos com doença de ParkinsonEducação fisicaParkinson, Doença deAtivação muscularEducação física adaptadaTreinamento de forçaTreinamento de potênciaCurva força-tempo isométricaStrength trainingPower trainingParkinson’s diseaseMuscular activationIsometric force-time curveO presente estudo teve como objetivo analisar o efeito do treinamento de força e potência na curva força-tempo isométrica e na ativação muscular em idosos com doença de Parkinson (DP). A amostra final foi composta por 25 participantes de ambos os gêneros (n=8 – grupo controle (GC); n=8 – grupo de força (GF); n=9 – grupo de potência (GP). Os grupos GF e GP realizaram treinamento com pesos, durante oito semanas, com especificidade para desenvolvimento de força ou potência musculares, respectivamente. O grupo controle (GC), composto por idosos com DP, realizou apenas o protocolo de avaliação pré e pós oito semanas. Os participantes realizaram consecutivamente: a) avaliação da Curva força-Tempo isométrica e da atividade eletromiográfica; b) início do protocolo de treinamento para os GF e GP; c) re-avaliação ao término do protocolo de treinamento de força e de potência. Para a análise dos dados foi utilizada estatística descritiva (média e desvio-padrão) e ANOVA two-way para medidas repetidas em todas as variáveis com nível de significância de p<0,05. Os resultados apontaram interações significativas (p<0,05) em contração voluntária máxima (CVM), taxa de desenvolvimento de força (TDF) no intervalo de tempo de 0-50ms e ativação muscular (iEMG) do músculo vasto lateral. Não foram encontradas interações significativas (p>0,05) na TDF nos intervalos de tempo 0-100; 0-150 e 0-200ms, TDFpico, impulso contrátil e ativação muscular (iEMG) dos vastos lateral e medial, nos intervalos de tempo 0-50; 0-100; 0-150 e 0-200ms, como também, na ativação do músculo vasto medial no momento da contração voluntária máxima. Portanto, conclui-se que o treinamento com pesos (força e potência) é capaz de aumentar a contração voluntária máxima, contudo o protocolo de potência parece trazer maiores benefícios; a capacidade dos idosos com DP de gerar...The purpose of this study was to analyze the effect of strength and power training on isometric force-time curve and muscular activation in elderly individuals with Parkinson’s disease (PD). The initial sample was composed by 25 participants of both gender (n=8 – control group (CG); n=8 – strength group (SG); n=9 – power group (PG). Both group, SG and PG, participated of resistance training for eight weeks with specificity for development of strength and muscular power, respectively. The CG, with Parkinson’s disease, participated only of evaluation protocol, before and after eight weeks. Participants performed consecutively: a) evaluation of isometric force-time curve and muscular activation; b) start the resistance training protocol for SG and PG; c) revaluation of isometric force-time curve and muscular activation. For the data analysis it was used the descriptive statistics (mean and standard deviation) and two-way ANOVA for repeated measurements of all variables. The level of significance adopted was p<0.05. The results pointed significant interactions (p<0.05) in maximum voluntary contraction (MVC), rate of force development (RFD) in time interval of 0–50 and integrated EMG of vastus lateralis (iEMG VL). No significant interactions (p>0.05) were found in rate of force development (RFD) in time intervals of 0–100; 150; and 200 ms, peak of rate of force development (RFD peak), contractile impulse (CI) and integrated EMG of vastus lateralis and vastus medialis in time intervals of 0–50, 100, 150, and 200 ms as well in integrated EMG of vastus medialis at the same moment of MVC. In conclusion, the resistance training (strength and power) it is capable to increase the MVC, however the power training protocol seems to be more beneficial; the PD seniors’ capacity to generate fast force (TDF) in the first ones 50ms increase after eight weeks of power training... (Complete abstract click electronic access below)Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)Universidade Estadual Paulista (Unesp)Gobbi, Sebastião [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Arantes, Luciana Mendonça [UNESP]2014-06-11T19:22:51Z2014-06-11T19:22:51Z2009-08-06info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis79 f. : il., tabs.application/pdfARANTES, Luciana Mendonça. Efeito do treinamento de força e potência na curva força-tempo isométrica e na ativação muscular em idosos com doença de Parkinson. 2009. 79 f. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual Paulista, Instituto de Biociências de Rio Claro, 2009.http://hdl.handle.net/11449/87394000595418arantes_lm_me_rcla.pdf33004137062P0Alephreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPporinfo:eu-repo/semantics/openAccess2024-10-23T14:18:33Zoai:repositorio.unesp.br:11449/87394Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462024-10-23T14:18:33Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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O presente estudo teve como objetivo analisar o efeito do treinamento de força e potência na curva força-tempo isométrica e na ativação muscular em idosos com doença de Parkinson (DP). A amostra final foi composta por 25 participantes de ambos os gêneros (n=8 – grupo controle (GC); n=8 – grupo de força (GF); n=9 – grupo de potência (GP). Os grupos GF e GP realizaram treinamento com pesos, durante oito semanas, com especificidade para desenvolvimento de força ou potência musculares, respectivamente. O grupo controle (GC), composto por idosos com DP, realizou apenas o protocolo de avaliação pré e pós oito semanas. Os participantes realizaram consecutivamente: a) avaliação da Curva força-Tempo isométrica e da atividade eletromiográfica; b) início do protocolo de treinamento para os GF e GP; c) re-avaliação ao término do protocolo de treinamento de força e de potência. Para a análise dos dados foi utilizada estatística descritiva (média e desvio-padrão) e ANOVA two-way para medidas repetidas em todas as variáveis com nível de significância de p<0,05. Os resultados apontaram interações significativas (p<0,05) em contração voluntária máxima (CVM), taxa de desenvolvimento de força (TDF) no intervalo de tempo de 0-50ms e ativação muscular (iEMG) do músculo vasto lateral. Não foram encontradas interações significativas (p>0,05) na TDF nos intervalos de tempo 0-100; 0-150 e 0-200ms, TDFpico, impulso contrátil e ativação muscular (iEMG) dos vastos lateral e medial, nos intervalos de tempo 0-50; 0-100; 0-150 e 0-200ms, como também, na ativação do músculo vasto medial no momento da contração voluntária máxima. Portanto, conclui-se que o treinamento com pesos (força e potência) é capaz de aumentar a contração voluntária máxima, contudo o protocolo de potência parece trazer maiores benefícios; a capacidade dos idosos com DP de gerar... |
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