Potencial da remineralização, em diferentes tipologias de argila, na melhoria do ambiente de produção em solos agrícolas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Pollo, Gregório Zanetti [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/314434
Resumo: O presente trabalho investigou o uso de remineralizadores de solo (REM) como insumos de indução pedogenética e regeneração edáfica em solos tropicais contrastantes. A pesquisa teve como eixo central o uso do Índice de Tipologia da Argila (Índice TA), com variação adimensional de 0 a 80, derivado da susceptibilidade magnética (SM), proposto como indicador indireto da tipologia mineralógica do solo. Solos com Índice TA < 10 refletem ambientes mais degradados, com dominância de caulinita (Ct) e gibbsita (Gb) provenientes de arenito, enquanto solos com Índice TA > 10 apresentam maior expressão de maghemita (Mh) e magnetita (Mt) derivados de basalto. Além dos aspectos edafomineralógicos, o estudo também avaliou a valoração da terra agrícola com base na melhoria mensurável da qualidade do solo, utilizando o Índice TA e o desempenho de atributos críticos ao manejo agrícola. Foram conduzidas três etapas experimentais: (1) avaliação da formação de carbonatos e sequestro de CO₂eq associado à dinâmica do carbono inorgânico após aplicação de REM em solo de Índice TA < 10; (2) ensaio em casa de vegetação com dois Latossolos contrastantes (TA < 10 e TA > 10), submetidos a doses de 0, 3 e 6 t ha⁻¹ de REM, com quatro repetições, avaliando pH, fósforo (P), matéria orgânica (MO), capacidade de troca de cátions (CTC), mineralogia por difração de raios X (DRX), SM e teores de ferro amorfo (Feo) e cristalino (Fed); (3) experimento de campo na cidade de Muzambinho – MG, com aplicação de 12 t ha⁻¹ de REM em 5 ha de Latossolo arenítico (TA < 10), com avaliação espacial da regeneração edáfica via interpolação e mapeamento do Índice TA e atributos do solo. No solo TA < 10, observou-se redução nos teores de P com as doses de REM, possivelmente relacionada à maior mineralização induzida pelo intemperismo acelerado e à adsorção em novas fases minerais. Por outro lado, no solo de TA > 10 houve tendência de aumento do P disponível. As análises mineralógicas nesse solo indicaram aumento significativo do teor de hematita (Hm) e de sua largura à meia altura, indicando maior cristalinidade, além de tendência de redução da goethita (Gt) com aumento no diâmetro médio do cristal (DMC), sugerindo menor potencial de adsorção de P. No solo de TA < 10, observou-se aumento na SM%, indicando formação de minerais pedogenéticos com maior assinatura magnética. No campo, a área com TA > 4 passou de 0,65 ha para 3,5 ha em uma safra, e o mapa de MO revelou incremento de 3,4 ha com teores superiores a 30 g dm⁻³. O total de área regenerada foi estimado em cerca de 2 ha, o que, ajustado ao Valor da Terra Nua local, representa acréscimo de R$ 11.400,00 por hectare. Conclui-se que (1) a formação de carbonato permitiu estimar o sequestro de 0,18 t CO₂eq por tonelada de REM aplicada; (2) o REM promove efeitos diferenciados tanto na fertilidade quanto nas transformações mineralógicas conforme o Índice TA, e (3) o estudo de campo pôde mensurar espacialmente, em termos qualitativos e quantitativos, a regeneração do solo. O Índice TA consolidou-se como ferramenta útil para diagnosticar e monitorar tais melhorias, viabilizando a valoração econômica de áreas regeneradas e fundamentando políticas públicas de incentivo à remineralização e aos serviços ecossistêmicos.
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Além dos aspectos edafomineralógicos, o estudo também avaliou a valoração da terra agrícola com base na melhoria mensurável da qualidade do solo, utilizando o Índice TA e o desempenho de atributos críticos ao manejo agrícola. Foram conduzidas três etapas experimentais: (1) avaliação da formação de carbonatos e sequestro de CO₂eq associado à dinâmica do carbono inorgânico após aplicação de REM em solo de Índice TA < 10; (2) ensaio em casa de vegetação com dois Latossolos contrastantes (TA < 10 e TA > 10), submetidos a doses de 0, 3 e 6 t ha⁻¹ de REM, com quatro repetições, avaliando pH, fósforo (P), matéria orgânica (MO), capacidade de troca de cátions (CTC), mineralogia por difração de raios X (DRX), SM e teores de ferro amorfo (Feo) e cristalino (Fed); (3) experimento de campo na cidade de Muzambinho – MG, com aplicação de 12 t ha⁻¹ de REM em 5 ha de Latossolo arenítico (TA < 10), com avaliação espacial da regeneração edáfica via interpolação e mapeamento do Índice TA e atributos do solo. No solo TA < 10, observou-se redução nos teores de P com as doses de REM, possivelmente relacionada à maior mineralização induzida pelo intemperismo acelerado e à adsorção em novas fases minerais. Por outro lado, no solo de TA > 10 houve tendência de aumento do P disponível. As análises mineralógicas nesse solo indicaram aumento significativo do teor de hematita (Hm) e de sua largura à meia altura, indicando maior cristalinidade, além de tendência de redução da goethita (Gt) com aumento no diâmetro médio do cristal (DMC), sugerindo menor potencial de adsorção de P. No solo de TA < 10, observou-se aumento na SM%, indicando formação de minerais pedogenéticos com maior assinatura magnética. No campo, a área com TA > 4 passou de 0,65 ha para 3,5 ha em uma safra, e o mapa de MO revelou incremento de 3,4 ha com teores superiores a 30 g dm⁻³. O total de área regenerada foi estimado em cerca de 2 ha, o que, ajustado ao Valor da Terra Nua local, representa acréscimo de R$ 11.400,00 por hectare. Conclui-se que (1) a formação de carbonato permitiu estimar o sequestro de 0,18 t CO₂eq por tonelada de REM aplicada; (2) o REM promove efeitos diferenciados tanto na fertilidade quanto nas transformações mineralógicas conforme o Índice TA, e (3) o estudo de campo pôde mensurar espacialmente, em termos qualitativos e quantitativos, a regeneração do solo. O Índice TA consolidou-se como ferramenta útil para diagnosticar e monitorar tais melhorias, viabilizando a valoração econômica de áreas regeneradas e fundamentando políticas públicas de incentivo à remineralização e aos serviços ecossistêmicos.This study investigated the use of soil remineralizers (REM) os inputs for pedogenetic induction and edaphic regeneration in contrasting tropical soils. The central focus was the use of the Clay Typology Index (TA Index), a dimensionless parameter ranging from 0 to 80, derived from magnetic susceptibility (MS), and proposed as an indirect indicator of soil mineralogical typology. Soils with TA Index < 10 represent more degraded environments, dominated by kaolinite (Ct) and gibbsite (Gb) derived from sandstone, while soils with TA Index > 10 exhibit higher concentrations of maghemite (Mh) and magnetite (Mt) from basaltic parent material. In addition to edaphomineralogical aspects, the study also assessed the economic valuation of agricultural land based on measurable improvements in soil quality, using the TA Index and key attributes related to agronomic management. Three experimental stages were conducted: (1) assessment of carbonate formation and CO₂eq sequestration associated with inorganic carbon dynamics following REM application in soil with TA Index < 10; (2) greenhouse trial using two contrasting Oxisols (TA < 10 and TA > 10), treated with 0, 3, and 6 t ha⁻¹ of REM with four replicates, evaluating pH, available phosphorus (P), soil organic matter (SOM), cation exchange capacity (CEC), mineralogy via X-ray diffraction (XRD), magnetic susceptibility (MS), and contents of amorphous (Feo) and crystalline (Fed) iron; and (3) field experiment in Muzambinho, Minas Gerais (Brazil), applying 12 t ha⁻¹ of REM to 5 ha of sandstone-derived Oxisol (TA < 10), with spatial assessment of edaphic regeneration through interpolation and mapping of the TA Index and soil attributes. In the TA < 10 soil, P levels decreased with REM application, likely due to enhanced mineralization induced by accelerated weathering and adsorption to newly formed mineral phases. Conversely, in the TA > 10 soil, there was a trend toward increased available P. Mineralogical analysis of this soil showed a significant increase in hematite (Hm) content and full width at half maximum (FWHM), indicating higher crystallinity, along with a reduction in goethite (Gt) and an increase in mean crystal diameter (MCD), suggesting lower P adsorption capacity. In the TA < 10 soil, an increase in MS% was observed, indicating the formation of new pedogenetic minerals with higher magnetic signature. In the field, the area with TA Index > 4 increased from 0.65 ha to 3.5 ha in one crop season, and the SOM map showed an expansion of 3.4 ha with contents above 30 g dm⁻³. The total regenerated area was estimated at approximately 2 ha, which, when adjusted to the regional Land Market Value (LMV), represents a gain of R$ 11,400.00 per hectare.It was concluded that (1) carbonate formation allowed estimation of 0.18 t CO₂eq sequestration per ton of REM applied; (2) REM promoted distinct effects on soil fertility and mineralogical transformations depending on the TA Index; and (3) the field experiment enabled the spatial assessment—both qualitative and quantitative—of soil regeneration. The TA Index proved to be an effective tool for diagnosing and monitoring such improvements, supporting the economic valuation of regenerated agricultural land and reinforcing public policy initiatives on remineralization and ecosystem service payments.Universidade Estadual Paulista (Unesp)Marques Júnior, José [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Pollo, Gregório Zanetti [UNESP]2025-10-21T11:23:54Z2025-07-23info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfPOLLO, G. Z. Potencial da remineralização, em diferentes tipologias de argila, na melhoria do ambiente de produção em solos agrícolas. 2025. 68 f. 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