Resiliência em atletas paralímpicos no esporte de alto rendimento
| Ano de defesa: | 2018 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | , |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/193472 |
Resumo: | Este trabalho focaliza o fenômeno resiliência psicológica no contexto esportivo, trazendo como artistas principais atletas paralímpicos de alto rendimento. Diante de sua complexidade, a resiliência pode ser entendida como adaptação à adversidade, que auxiliaria atletas na superação das situações de vulnerabilidade, permitindo que persistam e prosperem no esporte em busca de melhores resultados. Nessa perspectiva, foi possível identificar níveis de adaptação psicossocial positiva, em maior ou menor grau, frente à eventos importantes de vida bem como aqueles relacionados aos aspectos pessoais e profissionais desses atletas. Para isso, foram utilizados dois instrumentos de medida: um Questionário de Perfil Demográfico e uma Escala de Aplicabilidade e Resiliência, adaptados para o ambiente virtual. O estudo de natureza quali-quantitativa contou com a participação de 53 atletas da seleção brasileira paralímpica, de ambos os sexos, com idade média de 30,6 anos e desvio padrão 8,8. Atletas esses de 12 modalidades esportivas individuais e participantes dos Jogos Paralímpicos, realizados na cidade do Rio de Janeiro, no ano de 2016. A coleta de dados foi realizada por meio de redes sociais Messenger ® do Facebook ® e e-mails. Para as análises dos resultados foram construídas tabelas, quadros e gráficos e calculados a média aritmética e o desvio padrão, bem como aplicado o teste não paramétrico U de Mann-Whitney. Os resultados obtidos no presente estudo apontaram que 81% dos atletas apresentaram características mais resilientes e 19% menos resilientes. Dentre esses atletas, 72% são classificados com patologia tipo congênita e 28% adquirida. Uma análise mais detalhada mostrou ainda que atletas de nível superior, com patologia tipo congênita, medalhistas, que possuem religião e do sexo feminino apresentaram características mais resilientes. Do mesmo modo, entre as modalidades esportivas com números de participantes mais expressivos, apenas o halterofilismo e o judô contaram com todos atletas apresentando características mais resilientes. |
| id |
UNSP_1853d2778efd3f6f138fd809ef6b6d13 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.unesp.br:11449/193472 |
| network_acronym_str |
UNSP |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UNESP |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Oliveira, Marcela Fernanda Tomé de [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Deutsch, SilviaIsler, Gustavo LimaSerapião, Adriane Beatriz de Souza [UNESP]Machado, Afonso Antonio [UNESP]2020-09-14T22:03:34Z2020-09-14T22:03:34Z2018-04-25http://hdl.handle.net/11449/19347233004137066P5Este trabalho focaliza o fenômeno resiliência psicológica no contexto esportivo, trazendo como artistas principais atletas paralímpicos de alto rendimento. Diante de sua complexidade, a resiliência pode ser entendida como adaptação à adversidade, que auxiliaria atletas na superação das situações de vulnerabilidade, permitindo que persistam e prosperem no esporte em busca de melhores resultados. Nessa perspectiva, foi possível identificar níveis de adaptação psicossocial positiva, em maior ou menor grau, frente à eventos importantes de vida bem como aqueles relacionados aos aspectos pessoais e profissionais desses atletas. Para isso, foram utilizados dois instrumentos de medida: um Questionário de Perfil Demográfico e uma Escala de Aplicabilidade e Resiliência, adaptados para o ambiente virtual. O estudo de natureza quali-quantitativa contou com a participação de 53 atletas da seleção brasileira paralímpica, de ambos os sexos, com idade média de 30,6 anos e desvio padrão 8,8. Atletas esses de 12 modalidades esportivas individuais e participantes dos Jogos Paralímpicos, realizados na cidade do Rio de Janeiro, no ano de 2016. A coleta de dados foi realizada por meio de redes sociais Messenger ® do Facebook ® e e-mails. Para as análises dos resultados foram construídas tabelas, quadros e gráficos e calculados a média aritmética e o desvio padrão, bem como aplicado o teste não paramétrico U de Mann-Whitney. Os resultados obtidos no presente estudo apontaram que 81% dos atletas apresentaram características mais resilientes e 19% menos resilientes. Dentre esses atletas, 72% são classificados com patologia tipo congênita e 28% adquirida. Uma análise mais detalhada mostrou ainda que atletas de nível superior, com patologia tipo congênita, medalhistas, que possuem religião e do sexo feminino apresentaram características mais resilientes. Do mesmo modo, entre as modalidades esportivas com números de participantes mais expressivos, apenas o halterofilismo e o judô contaram com todos atletas apresentando características mais resilientes.This work focuses on the psychological resilience phenomenon in the sports context, bringing high performance Paralympic athletes as main artists. In view of its complexity, resilience can be understood as adaptation to adversity, which would assist athletes in overcoming situations of vulnerability, allowing them to persist and prosper in sport in search of better results. In this perspective, it was possible to identify levels of positive psychosocial adaptation, to a greater or lesser degree, in the face of important life events as well as those related to the personal and professional aspects of these athletes. For this, two measurement instruments were used: a Demographic Profile Questionnaire and an Applicability and Resilience Scale, adapted for the virtual environment. The quali-quantitative study included the participation of 53 athletes from the Brazilian Paralympic team, of both sexes, with an average age of 30.6 years and standard deviation 8.8. Athletes from 12 individual sports and participants in the Paralympic Games, held in the city of Rio de Janeiro, in the year 2016. Data collection was carried out through Facebook ® Messenger ® social networks and e-mails. For the analysis of the results, tables, charts and graphs were constructed and the arithmetic mean and standard deviation were calculated, as well as the non-parametric Mann-Whitney U test. The results obtained in the present study showed that 81% of the athletes had more resilient characteristics and 19% less resilient. Among these athletes, 72% are classified as having congenital pathology and 28% acquired. A more detailed analysis also showed that higher level athletes, with congenital pathology, medalists, who have religion and female, had more resilient characteristics. Likewise, among sports with more expressive numbers of participants, only weightlifting and judo counted on all athletes with more resilient characteristics.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)CAPES: 001.porUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Psicologia do esporteResiliênciaAtletas paralímpicosAlto rendimentoTecnologiasSport psychologyResilienceParalympic athletesHigh performanceTechnologyResiliência em atletas paralímpicos no esporte de alto rendimentoResilience in paralympic athletes in high performance sportinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPDesenvolvimento Humano e Tecnologias - IBRCTecnologias nas dinâmicas corporaisTecnologias, corpo e culturaUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências, Rio ClaroOnlineBanca públicaPublicationeecebc66-0524-4365-8462-6103e1c979devirtual::251275-1eecebc66-0524-4365-8462-6103e1c979devirtual::251275-1THUMBNAILoliveira_mft_me_rcla.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.PDFBoxThumbnail on 2024-01-14T06:17:54Z (GMT).Generated Thumbnailimage/jpeg4690https://repositorio.unesp.br/bitstreams/8a8b1099-9576-427b-9998-38e7771e14f4/download1ed495d8921517adee5ba4d650e2e56fMD55falseAnonymousREADORIGINALoliveira_mft_me_rcla.pdfoliveira_mft_me_rcla.pdfapplication/pdf2800385https://repositorio.unesp.br/bitstreams/b41637cb-7243-46a2-b367-7ebe47c74a4f/download4427380d0f5a761623035a79f8b16d07MD53trueAnonymousREADLICENSElicense.txtWritten by org.dspace.content.LicenseUtilstext/plain; charset=utf-83044https://repositorio.unesp.br/bitstreams/5a223819-36f8-44ea-b673-f86674a633df/download2e7176866a1636e9bf45e355aa4ae0f2MD52falseAnonymousREADTEXToliveira_mft_me_rcla.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2024-01-14T06:17:54Z (GMT).Extracted texttext/plain102573https://repositorio.unesp.br/bitstreams/0d4c3255-3f2e-40c8-9e39-9d573b881c0f/downloadfd3d04e696bb63a25ef9ea0e2bdd8ce2MD54falseAnonymousREAD11449/1934722026-04-16T12:55:31.690008Zopen.accessoai:repositorio.unesp.br:11449/193472https://repositorio.unesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462026-04-16T12:55:31Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)falseTElDRU7Dh0EgUEFSQSBBIERJU1BPTklCSUxJWkHDh8ODTyBPTkxJTkUgREUgRElTU0VSVEHDh8ODTyBPVSBERSBURVNFIFNVQk1FVElEQSBBTyBSRVBPU0lUw5NSSU8gSU5TVElUVUNJT05BTCBVTkVTUA0KDQoxLiBBbyBjb25jb3JkYXIgY29tIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGV1LCBNQVJDRUxBIEZFUk5BTkRBIFRPTcOJIERFIE9MSVZFSVJBIChtYXJjZWxhb2xpMjExQGhvdG1haWwuY29tKSwgcmVzcG9uc8OhdmVsIHBlbG8gdHJhYmFsaG8g4oCcUmVzaWxpw6puY2lhIGVtIGF0bGV0YXMgcGFyYWzDrW1waWNvcyBubyBlc3BvcnRlIGRlIGFsdG8gcmVuZGltZW50b+KAnSBwb3IgbWltIHN1Ym1ldGlkbyBhbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBVTkVTUCBlIGRlc2Vudm9sdmlkbyBubyDDom1iaXRvIGRlIHVtIGRvcyBwcm9ncmFtYXMgZGUgcMOzcy1ncmFkdWHDp8OjbyBkYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRXN0YWR1YWwgUGF1bGlzdGEg4oCcSsO6bGlvIGRlIE1lc3F1aXRhIEZpbGhv4oCdIChVTkVTUCk6DQoNCmEpIGF0ZXN0byBzZXIgbyByZXNwb25zw6F2ZWwgbGVnYWwgcGVsbyB0cmFiYWxobyBzdWJtZXRpZG8gZSBwZWxvcyBkYWRvcyBpbmZvcm1hZG9zIGR1cmFudGUgYSBzdWJtaXNzw6NvOw0KDQpiKSBhdGVzdG8gcXVlIG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UgbGVpcyBkZSBkaXJlaXRvIGF1dG9yYWw7DQoNCmMpIGF0ZXN0byBxdWUgbyB0cmFiYWxobyBzdWJtZXRpZG8gbsOjbyBjb250w6ltIHF1YWxxdWVyIGluZm9ybWHDp8OjbyBjb25maWRlbmNpYWwgbWluaGEgb3UgZGUgdGVyY2Vpcm9zOw0KDQpkKSBhdGVzdG8gcXVlLCBzZSBvYnRpdmUgZmluYW5jaWFtZW50byBwYXJhIG8gZGVzZW52b2x2aW1lbnRvIGRvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbywgaW5mb3JtZWkgYSBhZ8OqbmNpYSBkZSBmb21lbnRvIGUgbyBuw7ptZXJvIGRvIGZpbmFuY2lhbWVudG8gZHVyYW50ZSBhIHN1Ym1pc3PDo287DQoNCmUpIGF0ZXN0byBxdWUgYSB2ZXJzw6NvIGRvIHRyYWJhbGhvIHByZXNlbnRlIG5vIGFycXVpdm8gc3VibWV0aWRvIMOpIGEgdmVyc8OjbyBkZWZpbml0aXZhIHF1ZSBpbmNsdWkgYXMgYWx0ZXJhw6fDtWVzIGRlY29ycmVudGVzIGRhIGRlZmVzYSwgc2UgaG91dmUgYWxndW1hOw0KDQpmKSBhdGVzdG8gcXVlIGEgdmVyc8OjbyBkbyB0cmFiYWxobyBwcmVzZW50ZSBubyBhcnF1aXZvIHN1Ym1ldGlkbyBzZXLDoSBhIG1lc21hIHZlcnPDo28gaW1wcmVzc2EgZW50cmVndWUgbmEgU2XDp8OjbyBUw6ljbmljYSBkZSBQw7NzLUdyYWR1YcOnw6NvIGNvbSBhIHF1YWwgbyBwcm9ncmFtYSBkZSBww7NzLWdyYWR1YcOnw6NvIGVtIHF1ZSBvIHRyYWJhbGhvIGZvaSBkZXNlbnZvbHZpZG8gZXN0w6EgdmluY3VsYWRvOw0KDQpnKSBjb25jZWRvIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBQYXVsaXN0YSDigJxKw7psaW8gZGUgTWVzcXVpdGEgRmlsaG/igJ0gbyBkaXJlaXRvIG7Do28gZXhjbHVzaXZvIGRlIGRpc3BvbmliaWxpemFyLCBkZSBjb3BpYXIgZSBkZSBkaXN0cmlidWlyLCBwb3IgbWVpbyBkZSBzZXVzIGFtYmllbnRlcyBpbnN0aXR1Y2lvbmFpcyBkZSBhY2Vzc28gcmVzdHJpdG8gb3UgYWJlcnRvIGFvIHDDumJsaWNvIGdlcmFsLCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkZSBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgbyB0cmFiYWxobyBzdWJtZXRpZG8gZSBvcyBkYWRvcyBpbmZvcm1hZG9zIGR1cmFudGUgYSBzdWJtaXNzw6NvOw0KDQpoKSBjb25jZWRvIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBQYXVsaXN0YSDigJxKw7psaW8gZGUgTWVzcXVpdGEgRmlsaG/igJ0gbyBkaXJlaXRvIG7Do28gZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlYWxpemFyIHF1YWlzcXVlciBhbHRlcmHDp8O1ZXMgbmEgbcOtZGlhIG91IG5vIGZvcm1hdG8gZG8gYXJxdWl2byBwYXJhIHByb3DDs3NpdG9zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28gZGlnaXRhbCwgZGUgYWNlc3NpYmlsaWRhZGUgZSBkZSBtZWxob3IgaWRlbnRpZmljYcOnw6NvIGRvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbywgZGVzZGUgcXVlIG7Do28gc2VqYSBhbHRlcmFkbyBzZXUgY29udGXDumRvIGludGVsZWN0dWFsLg0KDQoyLiBBIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBQYXVsaXN0YSDigJxKw7psaW8gZGUgTWVzcXVpdGEgRmlsaG/igJ0gc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhOg0KDQphKSBmb3JuZWNlciB1bWEgaWRlbnRpZmljYcOnw6NvIGNsYXJhIGRvIG5vbWUgZG8gYXV0b3IgZHVyYW50ZSBhIGRpc3BvbmliaWxpemHDp8OjbywgZW0gYW1iaWVudGUgaW5zdGl0dWNpb25hbCwgZG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvOw0KDQpiKSBzZSBuZWNlc3PDoXJpbywgcmVhbGl6YXIgYWx0ZXJhw6fDtWVzIG5vcyBkYWRvcyBpbmZvcm1hZG9zIGR1cmFudGUgYSBzdWJtaXNzw6NvIHBhcmEgcXVlIG1lbGhvciByZXByZXNlbnRlbSBlIGlkZW50aWZpcXVlbSBvIHRyYWJhbGhvIHNlbSwgbm8gZW50YW50bywgY29tcHJvbWV0ZXIgc2V1IGNvbnRlw7pkbyBpbnRlbGVjdHVhbDsNCg0KYykgcmVzcGVpdGFyIGEgZGVjaXPDo28gZG8gYXV0b3Igc29icmUgYSB2ZXJzw6NvIHF1ZSBkZXZlcsOhIHNlciBkaXNwb25pYmlsaXphZGEgaW1lZGlhdGFtZW50ZSBhcMOzcyBvIGFjZWl0ZSBkYSBzdWJtaXNzw6NvLCBzZWphIGVsYSBhIHZlcnPDo28gaW50ZWdyYWwgb3UgcGFyY2lhbDsNCg0KZCkgcmVzcGVpdGFyIG8gcHJhem8gZGVmaW5pZG8gcGVsbyBhdXRvciBwYXJhIGEgZGlzcG9uaWJpbGl6YcOnw6NvIGRvIGNvbnRlw7pkbyBpbnRlZ3JhbCwgY2FzbyBvIGF1dG9yIHRlbmhhIG9wdGFkbyBwZWxhIGRpc3BvbmliaWxpemHDp8OjbyBpbWVkaWF0YSBhcGVuYXMgZG8gY29udGXDumRvIHBhcmNpYWwgZSBvIHByYXpvIGRlZmluaWRvIGVzdGVqYSBkZW50cm8gZGUgMiAoZG9pcykgYW5vcyBhcMOzcyBhIGRlZmVzYTsNCg0KZSkgbsOjbyByZWFsaXphciBhbHRlcmHDp8O1ZXMgbm8gYXJxdWl2byBlbnZpYWRvIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGRlc2NyaXRhcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4NCg0KU8OjbyBQYXVsbywgRnJpIFNlcCAwNCAxODoyMDozNiBCUlQgMjAyMC4= |
| dc.title.pt.fl_str_mv |
Resiliência em atletas paralímpicos no esporte de alto rendimento |
| dc.title.alternative.en.fl_str_mv |
Resilience in paralympic athletes in high performance sport |
| title |
Resiliência em atletas paralímpicos no esporte de alto rendimento |
| spellingShingle |
Resiliência em atletas paralímpicos no esporte de alto rendimento Oliveira, Marcela Fernanda Tomé de [UNESP] Psicologia do esporte Resiliência Atletas paralímpicos Alto rendimento Tecnologias Sport psychology Resilience Paralympic athletes High performance Technology |
| title_short |
Resiliência em atletas paralímpicos no esporte de alto rendimento |
| title_full |
Resiliência em atletas paralímpicos no esporte de alto rendimento |
| title_fullStr |
Resiliência em atletas paralímpicos no esporte de alto rendimento |
| title_full_unstemmed |
Resiliência em atletas paralímpicos no esporte de alto rendimento |
| title_sort |
Resiliência em atletas paralímpicos no esporte de alto rendimento |
| author |
Oliveira, Marcela Fernanda Tomé de [UNESP] |
| author_facet |
Oliveira, Marcela Fernanda Tomé de [UNESP] |
| author_role |
author |
| dc.contributor.institution.none.fl_str_mv |
Universidade Estadual Paulista (Unesp) |
| dc.contributor.committeeMember.none.fl_str_mv |
Deutsch, Silvia Isler, Gustavo Lima |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Oliveira, Marcela Fernanda Tomé de [UNESP] |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Serapião, Adriane Beatriz de Souza [UNESP] Machado, Afonso Antonio [UNESP] |
| contributor_str_mv |
Serapião, Adriane Beatriz de Souza [UNESP] Machado, Afonso Antonio [UNESP] |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Psicologia do esporte Resiliência Atletas paralímpicos Alto rendimento Tecnologias |
| topic |
Psicologia do esporte Resiliência Atletas paralímpicos Alto rendimento Tecnologias Sport psychology Resilience Paralympic athletes High performance Technology |
| dc.subject.eng.fl_str_mv |
Sport psychology Resilience Paralympic athletes High performance Technology |
| description |
Este trabalho focaliza o fenômeno resiliência psicológica no contexto esportivo, trazendo como artistas principais atletas paralímpicos de alto rendimento. Diante de sua complexidade, a resiliência pode ser entendida como adaptação à adversidade, que auxiliaria atletas na superação das situações de vulnerabilidade, permitindo que persistam e prosperem no esporte em busca de melhores resultados. Nessa perspectiva, foi possível identificar níveis de adaptação psicossocial positiva, em maior ou menor grau, frente à eventos importantes de vida bem como aqueles relacionados aos aspectos pessoais e profissionais desses atletas. Para isso, foram utilizados dois instrumentos de medida: um Questionário de Perfil Demográfico e uma Escala de Aplicabilidade e Resiliência, adaptados para o ambiente virtual. O estudo de natureza quali-quantitativa contou com a participação de 53 atletas da seleção brasileira paralímpica, de ambos os sexos, com idade média de 30,6 anos e desvio padrão 8,8. Atletas esses de 12 modalidades esportivas individuais e participantes dos Jogos Paralímpicos, realizados na cidade do Rio de Janeiro, no ano de 2016. A coleta de dados foi realizada por meio de redes sociais Messenger ® do Facebook ® e e-mails. Para as análises dos resultados foram construídas tabelas, quadros e gráficos e calculados a média aritmética e o desvio padrão, bem como aplicado o teste não paramétrico U de Mann-Whitney. Os resultados obtidos no presente estudo apontaram que 81% dos atletas apresentaram características mais resilientes e 19% menos resilientes. Dentre esses atletas, 72% são classificados com patologia tipo congênita e 28% adquirida. Uma análise mais detalhada mostrou ainda que atletas de nível superior, com patologia tipo congênita, medalhistas, que possuem religião e do sexo feminino apresentaram características mais resilientes. Do mesmo modo, entre as modalidades esportivas com números de participantes mais expressivos, apenas o halterofilismo e o judô contaram com todos atletas apresentando características mais resilientes. |
| publishDate |
2018 |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2018-04-25 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2020-09-14T22:03:34Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2020-09-14T22:03:34Z |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
http://hdl.handle.net/11449/193472 |
| dc.identifier.capes.none.fl_str_mv |
33004137066P5 |
| url |
http://hdl.handle.net/11449/193472 |
| identifier_str_mv |
33004137066P5 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Estadual Paulista (Unesp) |
| publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Estadual Paulista (Unesp) |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UNESP instname:Universidade Estadual Paulista (UNESP) instacron:UNESP |
| instname_str |
Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| instacron_str |
UNESP |
| institution |
UNESP |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UNESP |
| collection |
Repositório Institucional da UNESP |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/8a8b1099-9576-427b-9998-38e7771e14f4/download https://repositorio.unesp.br/bitstreams/b41637cb-7243-46a2-b367-7ebe47c74a4f/download https://repositorio.unesp.br/bitstreams/5a223819-36f8-44ea-b673-f86674a633df/download https://repositorio.unesp.br/bitstreams/0d4c3255-3f2e-40c8-9e39-9d573b881c0f/download |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
1ed495d8921517adee5ba4d650e2e56f 4427380d0f5a761623035a79f8b16d07 2e7176866a1636e9bf45e355aa4ae0f2 fd3d04e696bb63a25ef9ea0e2bdd8ce2 |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| repository.mail.fl_str_mv |
repositoriounesp@unesp.br |
| _version_ |
1878344149637267456 |