Respostas fisiológicas do pintado (Pseudoplatystoma corruscans) a estressores comuns na piscicultura

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2005
Autor(a) principal: Fagundes, Michele [UNESP]
Orientador(a): Urbinati, Elisabeth Criscuolo [UNESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/144124
http://www.athena.biblioteca.unesp.br/exlibris/bd/cathedra/13-09-2016/000330308.pdf
Resumo: O crescente desenvolvimento da aqüicultura brasileira estimulou o interesse de cultivo de espécies com valor comercial como o pintado, intensificando as técnicas de manejo que podem causar danos ao plantel se realizadas de forma inadequada. Este trabalho avaliou as respostas fisiológicas do pintado (Pseudoplatystoma corruscans) quando exposto aos estressores comuns do sistema de produção (captura, transporte e luminosidade). O estudo foi dividido em três experimentos. No experimento 1, 42 pintados foram submetidos a captura (perseguição e exposição aérea por 3 minutos) e amostrados 5, 30, 60 minutos e 24 e 48 horas após exposição ao estressor. No Experimento 2, 42 pintados foram transportados por 12 horas em sistema fechado e amostrados na chegada, 24 e 48 horas após os animais terem retornados as caixas. No Experimento 3, 26 pintados foram expostos à luz contínua por 24 horas (lâmpadas de 60w) ou permaneceram em total escuridão. Após este período, os peixes foram amostrados ao término exposição à luz ou escuro e 24 horas depois de retornarem ao sistema normal de iluminação (12 horas de escuridão e 12 horas claridade). No Experimento 1, os níveis de cortisol foram maiores 30 minutos após o agente estressor e retornaram a valores próximos aos normais em 60 minutos; os níveis de glicose plasmática aumentaram da captura até 30 minutos após a níveis que se mantiveram por 24 horas; os indicadores de desequilíbrio iônico (cloreto e osmolaridade plasmática) mostraram discreta redução, enquanto houve redução no hematócrito acompanhado de redução no número de células vermelhas, hemoglobina, sugestivo de um hemodiluição. No Experimento 2, ocorreu diminuição dos níveis de cortisol plasmático e da glicemia, após 12 horas de transporte e no Experimento 3 não houve diferença significativa nos níveis de cortisol e glicemia plasmáticos após alteração...
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Este trabalho avaliou as respostas fisiológicas do pintado (Pseudoplatystoma corruscans) quando exposto aos estressores comuns do sistema de produção (captura, transporte e luminosidade). O estudo foi dividido em três experimentos. No experimento 1, 42 pintados foram submetidos a captura (perseguição e exposição aérea por 3 minutos) e amostrados 5, 30, 60 minutos e 24 e 48 horas após exposição ao estressor. No Experimento 2, 42 pintados foram transportados por 12 horas em sistema fechado e amostrados na chegada, 24 e 48 horas após os animais terem retornados as caixas. No Experimento 3, 26 pintados foram expostos à luz contínua por 24 horas (lâmpadas de 60w) ou permaneceram em total escuridão. Após este período, os peixes foram amostrados ao término exposição à luz ou escuro e 24 horas depois de retornarem ao sistema normal de iluminação (12 horas de escuridão e 12 horas claridade). No Experimento 1, os níveis de cortisol foram maiores 30 minutos após o agente estressor e retornaram a valores próximos aos normais em 60 minutos; os níveis de glicose plasmática aumentaram da captura até 30 minutos após a níveis que se mantiveram por 24 horas; os indicadores de desequilíbrio iônico (cloreto e osmolaridade plasmática) mostraram discreta redução, enquanto houve redução no hematócrito acompanhado de redução no número de células vermelhas, hemoglobina, sugestivo de um hemodiluição. No Experimento 2, ocorreu diminuição dos níveis de cortisol plasmático e da glicemia, após 12 horas de transporte e no Experimento 3 não houve diferença significativa nos níveis de cortisol e glicemia plasmáticos após alteração...The development of the aquaculture in Brazil has raised the interest for farming species with economic value such as the pintado, intensifying the rearing routine that might cause stress in fish when imposed in a inappropriate way. The present work evaluated the physiological responses of pintado (Pseudoplatystoma corruscans) exposed to handling procedures such as capture, transport and light. The study was divided in 3 experiments. In Experiment 1, 42 fish were submitted to capture (chasing and air exposure for 3 minutes) and sampled 5, 30, 60 minutes and 24 e 48 hours after estressor. In Experiment 2, 42 fish were transported for 12 hours in a closed system and sampled at arrival, 24 and 48 hours after. In Experiment 3, 26 fish were exposed to constant light (60w) or darkness for 24 hours. After that they were kept in the regular light regime (12 hours light and 12 hours darkness). In Experiment 1, cortisol levels were higher 30 minutes after the stressor and recovered the basal levels within 60 minutes; blood glucose levels increased from capture until 30 minutes after at levels that were kept for 24 hours; plasma chloride and osmolarity reduced slightly and hematocrit, red cell number and hemoglobin reduced suggesting hemodilution. In Experiment 2, plasma cortisol and blood glucose levels decreased 12 hours after transport and in Experiment 3 no significant difference was observed in cortisol e glucose levels after exposure to light or darkness, despite of the increase in hematocrit and red cell number in fish light exposed. The physiological responses of stress in pintado suggested the activation of the feedback mechanism in the cortisol secretion in long-term condition of stress and metabolic preference for fuel substrates other than glucose to supply the metabolic costs from homeostasis disturbanceCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)61 f.porUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Alephreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPPeixePeixe - CriaçãoFisiologiaEstresse fisiológicoAquiculturaFishesRespostas fisiológicas do pintado (Pseudoplatystoma corruscans) a estressores comuns na pisciculturainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessAquicultura - FCAVAquiculturaUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Jaboticabal0089991497257336Publication3d807254-e442-45e5-a80b-0f6bf3a26e48virtual::115450-13d807254-e442-45e5-a80b-0f6bf3a26e48virtual::115450-1ORIGINAL000330308.pdfapplication/pdf219721https://repositorio.unesp.br/bitstreams/515cf91b-af8b-4651-935f-91e8e9156b9b/download1b5a17f954bd43aace1b3d144d32c93aMD51trueAnonymousREADTEXT000330308.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2023-11-20T06:11:40Z (GMT).Extracted texttext/plain102623https://repositorio.unesp.br/bitstreams/b06cd030-b832-4c0a-8f85-ac68d9590f15/download6a4059c36c328313d5ec353d56636a26MD54falseAnonymousREADTHUMBNAIL000330308.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.ImageMagickPdfThumbnailFilter on 2016-11-11T08:08:58Z (GMT).IM Thumbnailimage/jpeg4629https://repositorio.unesp.br/bitstreams/0a9d6472-7f0b-4c16-9cc3-b198dce19741/downloada1488ab77f699ba7d28893964f424d68MD53falseAnonymousREAD11449/1441242026-03-10T18:27:47.557873Zopen.accessoai:repositorio.unesp.br:11449/144124https://repositorio.unesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462026-03-10T18:27:47Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false
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