Implante venosos homólogo conservado em glutaraldeído da veia jugular em eqüinos: avaliação clínica, ultra-sonográfica e histopatológica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2002
Autor(a) principal: Dornbusch, Peterson Triches [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/88914
Resumo: A tromboflebite da jugular é o problema vascular mais freqüente nos eqüinos e devido às características anatômicas da espécie, a obstrução bilateral das jugulares normalmente leva a conseqüências desastrosas para o paciente. Objetivando testar a viabilidade do enxerto homólogo de jugular, conservado em glutaraldehído, nos eqüinos, foram utilizados 16 cavalos, submetidos ao implante deste enxerto. Os 16 animais foram observados durante 30 dias, período em que 6 animais tiveram os enxertos retirados cirurgicamente. Os 10 animais restantes prosseguiram as avaliações até os 60 dias quando também tiveram os enxertos retirados. Considerou-se os aspectos clínicos, ultra-sonográficos e histopatológicos. Os animais operados não mostraram alterações clínicas sistêmicas, apenas nos primeiros dias no local da cirurgia. O fluxo sanguíneo da veia jugular operada mostrou-se presente na maioria dos animais no período pósoperatório imediato e tardio. No exame ultra-sonográfico, observou-se a presença de fluxo sanguíneo, além de mensuradas a área vascular ingurgitada nas regiões cranial, caudal e do enxerto, a medida da espessura da parede vascular destas regiões e aspecto dos trombos, quando presentes. A formação de deposição de trombos murais na região do enxerto, foi observada em 14 animais, sem entretanto, representar total obstrução do fluxo sanguíneo. A histopatologia mostrou a progressiva substituição do enxerto por células mononucleares, fibroblastos, colágeno, neovascularização e a recanalização dos trombos. Concluiu-se que a técnica cirúrgica de enxerto homólogo de jugular foi exeqüível e eficiente no restabelecimento total do fluxo sanguíneo nos vasos operados, no trans e pós-operatório imediato; que clinicamente nenhum dos animais mostrou sinais compatíveis com a obstrução total da veia jugular e que mais estudos serão...
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