Identificação e caracterização de pterígio utilizando floresta de caminhos ótimos e técnicas de otimização
| Ano de defesa: | 2011 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/108385 |
Resumo: | Neste trabalho abordamos o problema de identificação e caracterização do pterígio, uma neo-formação conjuntival triangular ou trapezoidal benigna, com causa exata ainda não definida, que potencialmente pode acarretar cegueira, como um primeiro passo para a criação de um sistema espe-cialista para auxílio ao diagnóstico utilizando a técnica de reconhecimento de padrões denominada Floresta de Caminhos Ótimos (OPF). Para a caracterização da doença, propomos a utilização de três técnicas de seleção de características as quais buscaram reduzir a quantidade de características utilizadas no reconhecimento, sem todavia, projudicar a acurácia do classificador. Essas técnicas nasceram da junção do OPF com técnicas de otimização já existentes como Otimização por Enxame de Partículas (PSO), Busca Harmônica (BH) e Algoritmo de Busca Gravitacional(GSA), resultando nos algoritmos híbridos PSO-OPF, BH-OPF e GSA-OPF, respectivamente. O banco de dados utili-zado neste trabalho é proveniente de um Projeto da Faculdade de Medicina da UNESP de Botucatu que visou a criação de uma Unidade Móvel para atendimento oftalmológico à comunidades da região de Botucatu. Esse banco de dados possui 89 características de 7,654 pacientes dos quais 682 são acometidos por pterígio e os 6,972 restantes não possuem a doença. As técnicas foram aplicadas à esse Banco de dados em dois momentos distintos. Inicialmente, buscando a identificação da doença, aplicamos o OPF juntamente com outros nove classificadores buscando somente a identificação do pterígio, dividindo a base de dados em 50 % para treinamento dos classificadores e os 50 % restantes para a classificação dos dados, num ciclo repetido 10 vezes, com esses conjuntos treinamento e classificação gerados aleatoriamente... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) |
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