Lâminas de água, inoculação de sementes com Azospirillum brasilense e doses de nitrogênio em arroz terras altas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: Moura, Renata da Silva [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/98802
Resumo: Os manejos de água e de nitrogênio são importantes para atender adequadamente as necessidades da planta de arroz. Em região com verão chuvoso, o manejo de água é função do regime das precipitações e das irrigações, as quais são realizadas para suprir os períodos de deficiência hídrica. Em relação à necessidade por nitrogênio, o mesmo pode ser suprido com aplicação no solo na forma mineral e, também pela utilização de bactérias capazes de fixar o nitrogênio atmosférico ou a combinação dos dois métodos. Por isso, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de lâminas de água, inoculação de sementes com Azospirillum brasilense e doses de nitrogênio em cobertura, utilizando como fonte nitrogenada o sulfato de amônio, no desenvolvimento, componentes de produção, produtividade e qualidade industrial de grãos de arroz de terras altas. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, em esquema fatorial 2 x 2 x 5, com quatro repetições. Os tratamentos consistiram na combinação de lâminas de água (irrigado + precipitação pluvial e não irrigado + precipitação pluvial), da inoculação das sementes (não inoculado e inoculado) e da adubação nitrogenada em cobertura (0, 25, 50, 75 e 100 kg ha-1 de N). A altura de plantas foi influenciada pelo manejo de água e pelas doses de nitrogênio testadas, mas não ocorreu acamamento de plantas. O manejo de água também influenciou o número de panículas m-2, a fertilidade dos colmos e das espiguetas, teor de nitrogênio na planta, nos grãos e na folha, massa de 100 grãos, massa hectolítrica e produtividade de grãos, além de reduzir o número de dias para o florescimento e a duração do ciclo da cultura. A inoculação das sementes com A. brasilense aumentou o número de colmos e número de panículas por metro quadrado. As doses de N testadas não interferiram na produtividade do arroz de terras altas
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