Células T reguladoras em cães com linfoma multicêntrico: quantificação, em sangue periférico, no momento do diagnóstico e após a etapa inicial do tratamento quimioterápico
| Ano de defesa: | 2013 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/101220 |
Resumo: | O linfoma é a neoplasia hematopoiética mais comum nos cães e uma das mais frequentes, dentre todas as neoplasias, nesta espécie. Apresenta-se em diversas localizações anatômicas e pode apresentar classificações histológicas e imunofenotipos distintos. Dependendo da resposta imune do paciente frente à instalação de um tumor, algumas informações sobre o prognóstico podem ser obtidas. Atualmente, as células T reguladoras (Tregs) vêm sendo estudadas em algumas neoplasias caninas, por seu comprovado potencial imunossupressor, principalmente por inibir a resposta antitumoral. Neste contexto, o presente trabalho teve como objetivos quantificar, por citometria de fluxo, as células Tregs em sangue periférico de cães com linfoma multicêntrico de imunofenótipos B e T, respectivamente 14 e 8 cães, no momento do diagnóstico e após o primeiro ciclo de quimioterapia antineoplásica com o protocolo Madison-Wisconsin (MW) de 19 semanas adaptado, e comparar com cães saudáveis (n=10), buscando quantificá-las em cães com linfoma de diferentes imunofenótipos antes e após a 5ª semana do protocolo MW. Os resultados mostraram que cães com linfoma apresentaram uma porcentagem significativamente maior de Tregs (18,84±2,56) quando comparada aos cães sem neoplasia (4,70±0,50) (p<0,01). Além disso, após a 5ª semana de tratamento houve uma significante redução da população de Tregs (7,54±1,08), atingindo valores semelhantes a dos cães controle (4,70±0,50) (p>0,05). Não houve diferença nas Tregs em relação aos imunofenotipos B (17,45±2,77) e T (21,27±5,27) (p>0,05). Concluiu-se que o linfoma em cães leva a um aumento de células Tregs e que o tratamento com o protocolo quimioterápico MW reduz significativamente as células Tregs em sangue periférico, atingindo valores próximos aos dos cães saudáveis |
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Células T reguladoras em cães com linfoma multicêntrico: quantificação, em sangue periférico, no momento do diagnóstico e após a etapa inicial do tratamento quimioterápicoCão - DoençasCâncerLinfomaCelulas TCitometria de fluxoLymphomaO linfoma é a neoplasia hematopoiética mais comum nos cães e uma das mais frequentes, dentre todas as neoplasias, nesta espécie. Apresenta-se em diversas localizações anatômicas e pode apresentar classificações histológicas e imunofenotipos distintos. Dependendo da resposta imune do paciente frente à instalação de um tumor, algumas informações sobre o prognóstico podem ser obtidas. Atualmente, as células T reguladoras (Tregs) vêm sendo estudadas em algumas neoplasias caninas, por seu comprovado potencial imunossupressor, principalmente por inibir a resposta antitumoral. Neste contexto, o presente trabalho teve como objetivos quantificar, por citometria de fluxo, as células Tregs em sangue periférico de cães com linfoma multicêntrico de imunofenótipos B e T, respectivamente 14 e 8 cães, no momento do diagnóstico e após o primeiro ciclo de quimioterapia antineoplásica com o protocolo Madison-Wisconsin (MW) de 19 semanas adaptado, e comparar com cães saudáveis (n=10), buscando quantificá-las em cães com linfoma de diferentes imunofenótipos antes e após a 5ª semana do protocolo MW. Os resultados mostraram que cães com linfoma apresentaram uma porcentagem significativamente maior de Tregs (18,84±2,56) quando comparada aos cães sem neoplasia (4,70±0,50) (p<0,01). Além disso, após a 5ª semana de tratamento houve uma significante redução da população de Tregs (7,54±1,08), atingindo valores semelhantes a dos cães controle (4,70±0,50) (p>0,05). Não houve diferença nas Tregs em relação aos imunofenotipos B (17,45±2,77) e T (21,27±5,27) (p>0,05). Concluiu-se que o linfoma em cães leva a um aumento de células Tregs e que o tratamento com o protocolo quimioterápico MW reduz significativamente as células Tregs em sangue periférico, atingindo valores próximos aos dos cães saudáveisLymphoma is the most common hematopoietic malignancy in dogs and one of the most frequent among all neoplastic diseases in this species. It can occur in several anatomical locations with distinct histological and immunophenotypes. Depending on the host immune response towards the tumor, prognosis information could be collected. Because its well established immunosuppressant, antitumor activity, the function of regulatory T cells (Tregs) in canine neoplasias has been investigated. In this study, we sought to quantify, using flow cytometry, the Tregs subpopulation in peripheral blood of healthy dogs (10) and in those diagnosed with type-B (14) and type-T (8) multicentric lymphoma before (at diagnosis) and after the first cycle (5-week) of 19-week Madison- Wisconsin (MW) protocol of chemotherapy. Our results indicated that dogs with lymphoma showed higher percentage of Tregs (18,84±2,56) when compared to healthy dogs (4,70±0,50) (p<0,01). In addition, 5-week chemotherapy treatment reduced the Tregs subpopulation (7,54±1,08) to levels similar to control (4,70±0,50) (p>0,05). There was no difference in Tregs percentage between B-type (17,45±2,77) and T-type (21,27±5,27) lymphoma (p>0,05). With this, we conclude that canine lymphoma increases Tregs in the peripheral blood and the MW protocol of chemotherapy reduces this cell subpopulation to control valuesUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Costa, Mirela Tinucci [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Munhoz, Thiago Demarchi [UNESP]2014-06-11T19:31:10Z2014-06-11T19:31:10Z2013-02-01info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisx, 45 p. : il.application/pdfMUNHOZ, Thiago Demarchi. Células T reguladoras em cães com linfoma multicêntrico: quantificação, em sangue periférico, no momento do diagnóstico e após a etapa inicial do tratamento quimioterápico. 2013. x, 45 p. Tese (doutorado) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal, 2013.http://hdl.handle.net/11449/101220000721688munhoz_td_dr_jabo.pdf33004102072P97223448635497570Alephreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPporinfo:eu-repo/semantics/openAccess2025-10-22T06:05:52Zoai:repositorio.unesp.br:11449/101220Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-22T06:05:52Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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O linfoma é a neoplasia hematopoiética mais comum nos cães e uma das mais frequentes, dentre todas as neoplasias, nesta espécie. Apresenta-se em diversas localizações anatômicas e pode apresentar classificações histológicas e imunofenotipos distintos. Dependendo da resposta imune do paciente frente à instalação de um tumor, algumas informações sobre o prognóstico podem ser obtidas. Atualmente, as células T reguladoras (Tregs) vêm sendo estudadas em algumas neoplasias caninas, por seu comprovado potencial imunossupressor, principalmente por inibir a resposta antitumoral. Neste contexto, o presente trabalho teve como objetivos quantificar, por citometria de fluxo, as células Tregs em sangue periférico de cães com linfoma multicêntrico de imunofenótipos B e T, respectivamente 14 e 8 cães, no momento do diagnóstico e após o primeiro ciclo de quimioterapia antineoplásica com o protocolo Madison-Wisconsin (MW) de 19 semanas adaptado, e comparar com cães saudáveis (n=10), buscando quantificá-las em cães com linfoma de diferentes imunofenótipos antes e após a 5ª semana do protocolo MW. Os resultados mostraram que cães com linfoma apresentaram uma porcentagem significativamente maior de Tregs (18,84±2,56) quando comparada aos cães sem neoplasia (4,70±0,50) (p<0,01). Além disso, após a 5ª semana de tratamento houve uma significante redução da população de Tregs (7,54±1,08), atingindo valores semelhantes a dos cães controle (4,70±0,50) (p>0,05). Não houve diferença nas Tregs em relação aos imunofenotipos B (17,45±2,77) e T (21,27±5,27) (p>0,05). Concluiu-se que o linfoma em cães leva a um aumento de células Tregs e que o tratamento com o protocolo quimioterápico MW reduz significativamente as células Tregs em sangue periférico, atingindo valores próximos aos dos cães saudáveis |
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