Crenças sobre o falante nativo de língua inglesa no contexto teletandem

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Alves, Lizandra Caroline [UNESP]
Orientador(a): Salomão, Ana Cristina Biondo [UNESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/211019
Resumo: Este estudo fundamenta-se nas ações do Teletandem, um contexto virtual, autônomo e colaborativo de ensino e aprendizagem entre falantes de diversas línguas, conforme proposto por Vassallo e Telles (2006). A internet, nesse contexto, possibilita suplantar barreiras diversas (geográficas, econômicas) e propiciar um contato entre falantes de diferentes línguas, sendo o inglês a língua mais usada no contexto da FCLAr. Há muitas crenças acerca do ensino e aprendizagem de línguas (BARCELOS, 2001, 2004a, 2006, 2007; SILVA, 2010, 2011), sendo uma delas o falante nativo como modelo ideal para o aprendiz de língua (SCHMITZ, 2012; ANJOS, 2016; DAVIES, 2004, 2013; COOK, 1999; MOUSSU; LLURDA, 2008). Esta pesquisa se volta às crenças que os participantes brasileiros, no contexto do Laboratório de Idiomas da FCLAr, têm sobre o falante nativo de inglês. Dessa forma, busca-se responder às seguintes perguntas: a) Quais são as crenças que os interagentes brasileiros têm sobre o falante nativo de língua inglesa no contexto do teletandem da FCLAr; e b) Como se caracteriza o falante nativo de língua inglesa segundo esses interagentes? Tratase de um estudo qualitativo descritivo e interpretativista. Os dados foram coletados por meio de questionários, gravações de vídeo das interações e entrevistas. Em seguida, foram organizados e categorizados de maneira temática e analisados em conformidade com Dörnyei (2007). A análise de dados mostrou que, neste contexto, o falante nativo: a) é visto como um atrativo para o participante; b) um sujeito idealizado que pode validar o conhecimento do aprendiz sobre sua língua-alvo; c) um sujeito idealizado que pode despertar emoções no aprendiz diante da possibilidade de interagir com um falante nativo da língua-alvo; d) um sujeito idealizado que pode agir como árbitro de sua língua e parâmetro para o aprendiz; e e) um sujeito idealizado que pode ter papel de destaque no processo de aprendizagem do interagente. Quanto à sua característica mais distintiva, segundo os participantes de pesquisa, o traço definidor do falante nativo é a sua língua materna, ou seja, a língua por meio da qual ele interagiu pela primeira vez com o mundo ao seu redor (aprendizagem desde muito jovem). Os resultados mostraram que é desejável fomentar discussões sobre o papel do falante nativo para o aprendiz de línguas em teletandem, a fim de promover reflexões que possam auxiliá-lo em seu processo de aprendizagem, por meio da valorização e reconhecimento de suas próprias habilidades, mitigando as chances de sentimentos de fracasso e decepção por não atingir o desempenho considerado ideal que vem sendo atribuído ao falante nativo idealizado.
id UNSP_288ae8f42e47262c836525732026cd7a
oai_identifier_str oai:repositorio.unesp.br:11449/211019
network_acronym_str UNSP
network_name_str Repositório Institucional da UNESP
repository_id_str
spelling Alves, Lizandra Caroline [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Evangelista, Maria Cristina Reckziegel GuedesSouza, Micheli Gomes deSalomão, Ana Cristina Biondo [UNESP]2021-07-12T17:10:44Z2021-07-12T17:10:44Z2021-05-13http://hdl.handle.net/11449/21101933004030009P4Este estudo fundamenta-se nas ações do Teletandem, um contexto virtual, autônomo e colaborativo de ensino e aprendizagem entre falantes de diversas línguas, conforme proposto por Vassallo e Telles (2006). A internet, nesse contexto, possibilita suplantar barreiras diversas (geográficas, econômicas) e propiciar um contato entre falantes de diferentes línguas, sendo o inglês a língua mais usada no contexto da FCLAr. Há muitas crenças acerca do ensino e aprendizagem de línguas (BARCELOS, 2001, 2004a, 2006, 2007; SILVA, 2010, 2011), sendo uma delas o falante nativo como modelo ideal para o aprendiz de língua (SCHMITZ, 2012; ANJOS, 2016; DAVIES, 2004, 2013; COOK, 1999; MOUSSU; LLURDA, 2008). Esta pesquisa se volta às crenças que os participantes brasileiros, no contexto do Laboratório de Idiomas da FCLAr, têm sobre o falante nativo de inglês. Dessa forma, busca-se responder às seguintes perguntas: a) Quais são as crenças que os interagentes brasileiros têm sobre o falante nativo de língua inglesa no contexto do teletandem da FCLAr; e b) Como se caracteriza o falante nativo de língua inglesa segundo esses interagentes? Tratase de um estudo qualitativo descritivo e interpretativista. Os dados foram coletados por meio de questionários, gravações de vídeo das interações e entrevistas. Em seguida, foram organizados e categorizados de maneira temática e analisados em conformidade com Dörnyei (2007). A análise de dados mostrou que, neste contexto, o falante nativo: a) é visto como um atrativo para o participante; b) um sujeito idealizado que pode validar o conhecimento do aprendiz sobre sua língua-alvo; c) um sujeito idealizado que pode despertar emoções no aprendiz diante da possibilidade de interagir com um falante nativo da língua-alvo; d) um sujeito idealizado que pode agir como árbitro de sua língua e parâmetro para o aprendiz; e e) um sujeito idealizado que pode ter papel de destaque no processo de aprendizagem do interagente. Quanto à sua característica mais distintiva, segundo os participantes de pesquisa, o traço definidor do falante nativo é a sua língua materna, ou seja, a língua por meio da qual ele interagiu pela primeira vez com o mundo ao seu redor (aprendizagem desde muito jovem). Os resultados mostraram que é desejável fomentar discussões sobre o papel do falante nativo para o aprendiz de línguas em teletandem, a fim de promover reflexões que possam auxiliá-lo em seu processo de aprendizagem, por meio da valorização e reconhecimento de suas próprias habilidades, mitigando as chances de sentimentos de fracasso e decepção por não atingir o desempenho considerado ideal que vem sendo atribuído ao falante nativo idealizado.This study is based on the actions of the Teletandem Project, a virtual, autonomous and collaborative context of language learning and teaching among speakers of several languages, as proposed by Vassallo and Telles (2006). The internet, in this context, makes it possible to overcome different barriers, such as geographic and economic ones, and provides contact among speakers of different languages, with English being the most used language in the FCLAr context. There are many beliefs about language learning and teaching (BARCELOS, 2001, 2004a, 2006, 2007; SILVA, 2010, 2011), and one of them concerns the native speaker as the ideal model for the language learner (SCHMITZ, 2012; ANJOS, 2016; DAVIES, 2004, 2013; COOK, 1999; MOUSSU & LLURDA, 2008). This research focuses on the beliefs that Brazilian participants, in the context of the Language Lab of the School of Sciences and Languages of Unesp – Arararaquara (FCLAr), hold about the native speaker of English. Thus, we seek to answer the following research questions: a) What are the beliefs that Brazilian participants hold about the native speaker of English in the teletandem context at FCLAr; and b) How is the native speaker of English characterized according to these participants? This is a qualitative, descriptive and interpretative study. The data have been collected through questionnaires, video recordings of interactions and interviews, which have been organized and analyzed according to Dörnyei (2007). The data analysis suggests that in the teletandem context at FCLAr, the native speaker: a) is regarded as a lure for the participant; b) an idealized subject that can validate the learner’s knowledge about their target language; c) an idealized subject that can bring about emotions in the learner when faced with the possibility of interacting with a native speaker of their target language; d) an idealized subject that can act as an arbiter of the target language and a parameter for the learner; and e) an idealized subject that may have a prominent role in the participant’s learning process. Regarding its most distinctive characteristic, according to the participants, the defining trait of the native speaker is their mother tongue, or the language through which they first interacted with their surroundings (learning at a very young age). The results showed that it is desirable to encourage discussions on the role of the native speaker for the language learner in teletandem in order to promote reflections that can assist them in their learning process, through the valorization and recognition of their own skills, mitigating the chances of feelings of failure and disappointment for not achieving the performance considered ideal that has been attributed to the idealized native speakers.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)88887.343164/2019-00porUniversidade Estadual Paulista (Unesp)TeletandemEnsino e aprendizagem de línguasCrençasFalante nativoLanguage learning and teachingBeliefsNative speakerCrenças sobre o falante nativo de língua inglesa no contexto teletandemBeliefs about the native speaker of English in the teletandem contextinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPLinguística e Língua Portuguesa - FCLARLinguística e língua portuguesaEnsino/Aprendizagem de línguasUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências e Letras, AraraquaraOnlineBanca públicaPublication0893b748-d216-4eba-952d-cd4676b310f6virtual::20456-10893b748-d216-4eba-952d-cd4676b310f6virtual::20456-1bf150c28-078a-4f41-a492-ced4548e98d9virtual::194960-1bf150c28-078a-4f41-a492-ced4548e98d9virtual::194960-1THUMBNAILalves_lc_me_arafcl.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.PDFBoxThumbnail on 2023-11-07T06:11:04Z (GMT).Generated Thumbnailimage/jpeg3233https://repositorio.unesp.br/bitstreams/e43bf076-6738-442a-9268-da3701cc829e/download52ac9c41d8d4dab3c031e49b334de76fMD55falseAnonymousREADORIGINALalves_lc_me_arafcl.pdfalves_lc_me_arafcl.pdfapplication/pdf1517223https://repositorio.unesp.br/bitstreams/2852f9ce-90e4-4259-882a-4ebada7ef09a/download91413bfbad5d93950629f8aa06ba04faMD53trueAnonymousREADLICENSElicense.txtWritten by org.dspace.content.LicenseUtilstext/plain; charset=utf-83039https://repositorio.unesp.br/bitstreams/97f919a6-3dee-4a9d-bdab-8d4767be9608/download4580526faf9482a8e0ed3e9884861f51MD52falseAnonymousREADTEXTalves_lc_me_arafcl.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2023-11-07T06:11:04Z (GMT).Extracted texttext/plain102880https://repositorio.unesp.br/bitstreams/052f019d-91e0-4ca3-b0f5-aeef49223c6c/downloadea8ea8db0adaca4000ac84a6fd5552b6MD54falseAnonymousREAD11449/2110192026-03-11T14:31:17.208530Zopen.accessoai:repositorio.unesp.br:11449/211019https://repositorio.unesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462026-03-11T14:31:17Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)falseTElDRU7Dh0EgUEFSQSBBIERJU1BPTklCSUxJWkHDh8ODTyBPTkxJTkUgREUgRElTU0VSVEHDh8ODTyBPVSBERSBURVNFIFNVQk1FVElEQSBBTyBSRVBPU0lUw5NSSU8gSU5TVElUVUNJT05BTCBVTkVTUA0KDQoxLiBBbyBjb25jb3JkYXIgY29tIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGV1LCBMaXphbmRyYSBDYXJvbGluZSBBbHZlcyAobGl6YW5kcmEuYy5hbHZlc0B1bmVzcC5iciksIHJlc3BvbnPDoXZlbCBwZWxvIHRyYWJhbGhvIOKAnENyZW7Dp2FzIHNvYnJlIG8gZmFsYW50ZSBuYXRpdm8gZGUgbMOtbmd1YSBpbmdsZXNhIG5vIGNvbnRleHRvIHRlbGV0YW5kZW3igJ0gcG9yIG1pbSBzdWJtZXRpZG8gYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgVU5FU1AgZSBkZXNlbnZvbHZpZG8gbm8gw6JtYml0byBkZSB1bSBkb3MgcHJvZ3JhbWFzIGRlIHDDs3MtZ3JhZHVhw6fDo28gZGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEVzdGFkdWFsIFBhdWxpc3RhIOKAnErDumxpbyBkZSBNZXNxdWl0YSBGaWxob+KAnSAoVU5FU1ApOg0KDQphKSBhdGVzdG8gc2VyIG8gcmVzcG9uc8OhdmVsIGxlZ2FsIHBlbG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvIGUgcGVsb3MgZGFkb3MgaW5mb3JtYWRvcyBkdXJhbnRlIGEgc3VibWlzc8OjbzsNCg0KYikgYXRlc3RvIHF1ZSBvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbyBuw6NvIGluZnJpbmdlIGxlaXMgZGUgZGlyZWl0byBhdXRvcmFsOw0KDQpjKSBhdGVzdG8gcXVlIG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvIG7Do28gY29udMOpbSBxdWFscXVlciBpbmZvcm1hw6fDo28gY29uZmlkZW5jaWFsIG1pbmhhIG91IGRlIHRlcmNlaXJvczsNCg0KZCkgYXRlc3RvIHF1ZSwgc2Ugb2J0aXZlIGZpbmFuY2lhbWVudG8gcGFyYSBvIGRlc2Vudm9sdmltZW50byBkbyB0cmFiYWxobyBzdWJtZXRpZG8sIGluZm9ybWVpIGEgYWfDqm5jaWEgZGUgZm9tZW50byBlIG8gbsO6bWVybyBkbyBmaW5hbmNpYW1lbnRvIGR1cmFudGUgYSBzdWJtaXNzw6NvOw0KDQplKSBhdGVzdG8gcXVlIGEgdmVyc8OjbyBkbyB0cmFiYWxobyBwcmVzZW50ZSBubyBhcnF1aXZvIHN1Ym1ldGlkbyDDqSBhIHZlcnPDo28gZGVmaW5pdGl2YSBxdWUgaW5jbHVpIGFzIGFsdGVyYcOnw7VlcyBkZWNvcnJlbnRlcyBkYSBkZWZlc2EsIHNlIGhvdXZlIGFsZ3VtYTsNCg0KZikgYXRlc3RvIHF1ZSBhIHZlcnPDo28gZG8gdHJhYmFsaG8gcHJlc2VudGUgbm8gYXJxdWl2byBzdWJtZXRpZG8gc2Vyw6EgYSBtZXNtYSB2ZXJzw6NvIGltcHJlc3NhIGVudHJlZ3VlIG5hIFNlw6fDo28gVMOpY25pY2EgZGUgUMOzcy1HcmFkdWHDp8OjbyBjb20gYSBxdWFsIG8gcHJvZ3JhbWEgZGUgcMOzcy1ncmFkdWHDp8OjbyBlbSBxdWUgbyB0cmFiYWxobyBmb2kgZGVzZW52b2x2aWRvIGVzdMOhIHZpbmN1bGFkbzsNCg0KZykgY29uY2VkbyDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRXN0YWR1YWwgUGF1bGlzdGEg4oCcSsO6bGlvIGRlIE1lc3F1aXRhIEZpbGhv4oCdIG8gZGlyZWl0byBuw6NvIGV4Y2x1c2l2byBkZSBkaXNwb25pYmlsaXphciwgZGUgY29waWFyIGUgZGUgZGlzdHJpYnVpciwgcG9yIG1laW8gZGUgc2V1cyBhbWJpZW50ZXMgaW5zdGl0dWNpb25haXMgZGUgYWNlc3NvIHJlc3RyaXRvIG91IGFiZXJ0byBhbyBww7pibGljbyBnZXJhbCwgc2VtIHJlc3NhcmNpbWVudG8gZGUgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvIGUgb3MgZGFkb3MgaW5mb3JtYWRvcyBkdXJhbnRlIGEgc3VibWlzc8OjbzsNCg0KaCkgY29uY2VkbyDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRXN0YWR1YWwgUGF1bGlzdGEg4oCcSsO6bGlvIGRlIE1lc3F1aXRhIEZpbGhv4oCdIG8gZGlyZWl0byBuw6NvIGV4Y2x1c2l2byBkZSByZWFsaXphciBxdWFpc3F1ZXIgYWx0ZXJhw6fDtWVzIG5hIG3DrWRpYSBvdSBubyBmb3JtYXRvIGRvIGFycXVpdm8gcGFyYSBwcm9ww7NzaXRvcyBkZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvIGRpZ2l0YWwsIGRlIGFjZXNzaWJpbGlkYWRlIGUgZGUgbWVsaG9yIGlkZW50aWZpY2HDp8OjbyBkbyB0cmFiYWxobyBzdWJtZXRpZG8sIGRlc2RlIHF1ZSBuw6NvIHNlamEgYWx0ZXJhZG8gc2V1IGNvbnRlw7pkbyBpbnRlbGVjdHVhbC4NCg0KMi4gQSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRXN0YWR1YWwgUGF1bGlzdGEg4oCcSsO6bGlvIGRlIE1lc3F1aXRhIEZpbGhv4oCdIHNlIGNvbXByb21ldGUgYToNCg0KYSkgZm9ybmVjZXIgdW1hIGlkZW50aWZpY2HDp8OjbyBjbGFyYSBkbyBub21lIGRvIGF1dG9yIGR1cmFudGUgYSBkaXNwb25pYmlsaXphw6fDo28sIGVtIGFtYmllbnRlIGluc3RpdHVjaW9uYWwsIGRvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbzsNCg0KYikgc2UgbmVjZXNzw6FyaW8sIHJlYWxpemFyIGFsdGVyYcOnw7VlcyBub3MgZGFkb3MgaW5mb3JtYWRvcyBkdXJhbnRlIGEgc3VibWlzc8OjbyBwYXJhIHF1ZSBtZWxob3IgcmVwcmVzZW50ZW0gZSBpZGVudGlmaXF1ZW0gbyB0cmFiYWxobyBzZW0sIG5vIGVudGFudG8sIGNvbXByb21ldGVyIHNldSBjb250ZcO6ZG8gaW50ZWxlY3R1YWw7DQoNCmMpIHJlc3BlaXRhciBhIGRlY2lzw6NvIGRvIGF1dG9yIHNvYnJlIGEgdmVyc8OjbyBxdWUgZGV2ZXLDoSBzZXIgZGlzcG9uaWJpbGl6YWRhIGltZWRpYXRhbWVudGUgYXDDs3MgbyBhY2VpdGUgZGEgc3VibWlzc8Ojbywgc2VqYSBlbGEgYSB2ZXJzw6NvIGludGVncmFsIG91IHBhcmNpYWw7DQoNCmQpIHJlc3BlaXRhciBvIHByYXpvIGRlZmluaWRvIHBlbG8gYXV0b3IgcGFyYSBhIGRpc3BvbmliaWxpemHDp8OjbyBkbyBjb250ZcO6ZG8gaW50ZWdyYWwsIGNhc28gbyBhdXRvciB0ZW5oYSBvcHRhZG8gcGVsYSBkaXNwb25pYmlsaXphw6fDo28gaW1lZGlhdGEgYXBlbmFzIGRvIGNvbnRlw7pkbyBwYXJjaWFsIGUgbyBwcmF6byBkZWZpbmlkbyBlc3RlamEgZGVudHJvIGRlIDIgKGRvaXMpIGFub3MgYXDDs3MgYSBkZWZlc2E7DQoNCmUpIG7Do28gcmVhbGl6YXIgYWx0ZXJhw6fDtWVzIG5vIGFycXVpdm8gZW52aWFkbyBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBkZXNjcml0YXMgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuDQoNClPDo28gUGF1bG8sIFRodSBKdWwgMDggMTY6MjQ6MzcgQlJUIDIwMjEu
dc.title.pt.fl_str_mv Crenças sobre o falante nativo de língua inglesa no contexto teletandem
dc.title.alternative.en.fl_str_mv Beliefs about the native speaker of English in the teletandem context
title Crenças sobre o falante nativo de língua inglesa no contexto teletandem
spellingShingle Crenças sobre o falante nativo de língua inglesa no contexto teletandem
Alves, Lizandra Caroline [UNESP]
Teletandem
Ensino e aprendizagem de línguas
Crenças
Falante nativo
Language learning and teaching
Beliefs
Native speaker
title_short Crenças sobre o falante nativo de língua inglesa no contexto teletandem
title_full Crenças sobre o falante nativo de língua inglesa no contexto teletandem
title_fullStr Crenças sobre o falante nativo de língua inglesa no contexto teletandem
title_full_unstemmed Crenças sobre o falante nativo de língua inglesa no contexto teletandem
title_sort Crenças sobre o falante nativo de língua inglesa no contexto teletandem
author Alves, Lizandra Caroline [UNESP]
author_facet Alves, Lizandra Caroline [UNESP]
author_role author
dc.contributor.institution.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.contributor.committeeMember.none.fl_str_mv Evangelista, Maria Cristina Reckziegel Guedes
Souza, Micheli Gomes de
dc.contributor.author.fl_str_mv Alves, Lizandra Caroline [UNESP]
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Salomão, Ana Cristina Biondo [UNESP]
contributor_str_mv Salomão, Ana Cristina Biondo [UNESP]
dc.subject.por.fl_str_mv Teletandem
Ensino e aprendizagem de línguas
Crenças
Falante nativo
topic Teletandem
Ensino e aprendizagem de línguas
Crenças
Falante nativo
Language learning and teaching
Beliefs
Native speaker
dc.subject.eng.fl_str_mv Language learning and teaching
Beliefs
Native speaker
description Este estudo fundamenta-se nas ações do Teletandem, um contexto virtual, autônomo e colaborativo de ensino e aprendizagem entre falantes de diversas línguas, conforme proposto por Vassallo e Telles (2006). A internet, nesse contexto, possibilita suplantar barreiras diversas (geográficas, econômicas) e propiciar um contato entre falantes de diferentes línguas, sendo o inglês a língua mais usada no contexto da FCLAr. Há muitas crenças acerca do ensino e aprendizagem de línguas (BARCELOS, 2001, 2004a, 2006, 2007; SILVA, 2010, 2011), sendo uma delas o falante nativo como modelo ideal para o aprendiz de língua (SCHMITZ, 2012; ANJOS, 2016; DAVIES, 2004, 2013; COOK, 1999; MOUSSU; LLURDA, 2008). Esta pesquisa se volta às crenças que os participantes brasileiros, no contexto do Laboratório de Idiomas da FCLAr, têm sobre o falante nativo de inglês. Dessa forma, busca-se responder às seguintes perguntas: a) Quais são as crenças que os interagentes brasileiros têm sobre o falante nativo de língua inglesa no contexto do teletandem da FCLAr; e b) Como se caracteriza o falante nativo de língua inglesa segundo esses interagentes? Tratase de um estudo qualitativo descritivo e interpretativista. Os dados foram coletados por meio de questionários, gravações de vídeo das interações e entrevistas. Em seguida, foram organizados e categorizados de maneira temática e analisados em conformidade com Dörnyei (2007). A análise de dados mostrou que, neste contexto, o falante nativo: a) é visto como um atrativo para o participante; b) um sujeito idealizado que pode validar o conhecimento do aprendiz sobre sua língua-alvo; c) um sujeito idealizado que pode despertar emoções no aprendiz diante da possibilidade de interagir com um falante nativo da língua-alvo; d) um sujeito idealizado que pode agir como árbitro de sua língua e parâmetro para o aprendiz; e e) um sujeito idealizado que pode ter papel de destaque no processo de aprendizagem do interagente. Quanto à sua característica mais distintiva, segundo os participantes de pesquisa, o traço definidor do falante nativo é a sua língua materna, ou seja, a língua por meio da qual ele interagiu pela primeira vez com o mundo ao seu redor (aprendizagem desde muito jovem). Os resultados mostraram que é desejável fomentar discussões sobre o papel do falante nativo para o aprendiz de línguas em teletandem, a fim de promover reflexões que possam auxiliá-lo em seu processo de aprendizagem, por meio da valorização e reconhecimento de suas próprias habilidades, mitigando as chances de sentimentos de fracasso e decepção por não atingir o desempenho considerado ideal que vem sendo atribuído ao falante nativo idealizado.
publishDate 2021
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2021-07-12T17:10:44Z
dc.date.available.fl_str_mv 2021-07-12T17:10:44Z
dc.date.issued.fl_str_mv 2021-05-13
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv http://hdl.handle.net/11449/211019
dc.identifier.capes.none.fl_str_mv 33004030009P4
url http://hdl.handle.net/11449/211019
identifier_str_mv 33004030009P4
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UNESP
instname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron:UNESP
instname_str Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron_str UNESP
institution UNESP
reponame_str Repositório Institucional da UNESP
collection Repositório Institucional da UNESP
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.unesp.br/bitstreams/e43bf076-6738-442a-9268-da3701cc829e/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/2852f9ce-90e4-4259-882a-4ebada7ef09a/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/97f919a6-3dee-4a9d-bdab-8d4767be9608/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/052f019d-91e0-4ca3-b0f5-aeef49223c6c/download
bitstream.checksum.fl_str_mv 52ac9c41d8d4dab3c031e49b334de76f
91413bfbad5d93950629f8aa06ba04fa
4580526faf9482a8e0ed3e9884861f51
ea8ea8db0adaca4000ac84a6fd5552b6
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)
repository.mail.fl_str_mv repositoriounesp@unesp.br
_version_ 1878343573971140608