Gigante pela própria natureza: as raízes da projeção continental brasileira e seus paradoxos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2012
Autor(a) principal: Jesus, Samuel de [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/106269
Resumo: A presente pesquisa remonta a construção do mito brasileiro, o gigante pela própria natureza. Essa ideologia se origina a partir da fusão de dois mitos, o do bandeirante e o do indianismo. Buscamos paralelos entre o Brasil e a construção das ideologias estadunidenses tais como o destino manifesto e o mito da fronteira. No caso brasileiro, os ideais de bravura e pureza, assim como os laços criados entre os europeus e o brasileiro original, o índio. A visão dos brasileiros sobre si mesmos como membros de um país destinado à grandeza, se refletirá em sua organização social e política (interna e externa). O grande paradoxo da projeção continental brasileira reside no fato de que no plano externo o país busca a cooperação e integração com os outros países sul-americanos e no plano interno adota projetos, planos e estratégias que fomentam as desconfianças entre os países da Comunidade Sul Americana
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