Sistemática dos moluscos bivalves dulcícolas do Cretáceo Inferior do Nordeste Brasileiro e suas implicações paleoambientais
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/11449/256631 |
Resumo: | Moluscos bivalves do Cretáceo brasileiro foram, em geral, amplamente estudados desde a segunda metade do século XIX. No entanto, ainda que essa assertiva seja verdadeira para os bivalves das bacias sedimentares de Sergipe e do Paraná, o mesmo não pode ser dito a respeito de outras bacias do nordeste do Brasil. Outrossim, quando em comparação com outras localidades sul-americanas, como a Argentina, existem lacunas notavelmente grandes no conhecimento acerca dos registros paleontológico e geológico de moluscos do Cretáceo brasileiro, bem como de outros grupos de invertebrados bentônicos. Aliado a isso, também chama a atenção a quase completa ausência de referências que tratam dos bivalves dulcícolas deste período, grupo notadamente importante como indicador paleoambiental e paleogeográfico. A presente tese se enquadra neste contexto, tendo tido como objetivo (i) contribuir para o avanço do conhecimento taxonômico e da diversidade das assembleias de bivalves dulcícolas do Grupo Santana (Aptiano), Bacia do Araripe, fornecendo assim dados sobre composição faunística e evolução; (ii) definir os processos tafonômicos básicos geradores das assembleias aptianas contendo bivalves dulcícolas, em particular das formações Crato e Romualdo; (iii) aprimorar os conhecimentos básicos sobre paleoecologia, especialmente paleoautoecologia do bivalve Araripenaia elliptica, adicionando assim dados valiosos referentes à interpretações paleoambientais; (iv) determinar com precisão as distribuições estratigráfica e geográfica de espécies de bivalves dulcícolas no Grupo Santana, visando refinar biocorrelações intra e interbasinais; (v) examinar e descrever os bivalves de águas doces das formações Salvador, Bacia do Recôncavo, Marizal, Bacia de Tucano e Itapecuru, Bacia do Parnaíba, presentes em coleções científicas no Brasil e no exterior; (vi) integrar os resultados obtidos acerca da malacofauna dulcícola no Cretáceo Inferior do nordeste brasileiro, discutindo seu significado paleontológico e geológico. A hipótese verificada foi a de uma origem predominantemente não-Gondwânica para os moluscos dulcícolas do Cretáceo Inferior do nordeste brasileiro, bem como o possível estabelecimento de uma ligação com faunas Eurasianas. Para esse estudo 1104 espécimes de bivalves das formações Crato e Romualdo foram examinados, além de 329 presentes nas coleções científicas do Museu de Ciências da Terra (MCter), do IGEO/UFRJ, do Museu Nacional e do Natural History Museum of the United Kindom, Londres, a maior parte aqui descrita e ilustrada pela primeira vez. Os resultados são apresentados na forma de 3 (três) artigos científicos. A presença de gêneros de bivalves atribuídos, anteriormente, a formas viventes (i.e., Sphaerium) não foi confirmada. As malacofaunas do Cretáceo Inferior do NE do Brasil são muito distintas daquelas do Cretáceo Superior, especialmente do Grupo Bauru, da Bacia do Paraná, cujas afinidades com famílias e gêneros viventes é mais clara. Os gêneros Araripenaia, Cratonaia e Monginellopsis, anteriormente conhecidos apenas para a Formação Crato, na Bacia do Araripe, foram indubitavelmente registrados em outras bacias sedimentares do NE do Brasil, mostrando sua ampla distribuição geográfica e adaptação a distintos ambientes continentais. Sua vinculação a unidades aptianas/albianas torna-os importantes elementos para biocorrelção. Finalmente, não há clara vinculação entre as malacofaunas estudadas e aquelas coevas do continente africano. |
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Silva, Victor Ribeiro da [UNESP]Silva, Suzana Aparecida Matos daCarvakho, Ismar de SouzaSilva, Rafael Costa daChiaparra, Sergio Agustín MartínezSimões, Marcello Guimarães [UNESP]2024-07-17T14:51:04Z2024-07-17T14:51:04Z2024-05-28https://hdl.handle.net/11449/25663133004137036P9Moluscos bivalves do Cretáceo brasileiro foram, em geral, amplamente estudados desde a segunda metade do século XIX. No entanto, ainda que essa assertiva seja verdadeira para os bivalves das bacias sedimentares de Sergipe e do Paraná, o mesmo não pode ser dito a respeito de outras bacias do nordeste do Brasil. Outrossim, quando em comparação com outras localidades sul-americanas, como a Argentina, existem lacunas notavelmente grandes no conhecimento acerca dos registros paleontológico e geológico de moluscos do Cretáceo brasileiro, bem como de outros grupos de invertebrados bentônicos. Aliado a isso, também chama a atenção a quase completa ausência de referências que tratam dos bivalves dulcícolas deste período, grupo notadamente importante como indicador paleoambiental e paleogeográfico. A presente tese se enquadra neste contexto, tendo tido como objetivo (i) contribuir para o avanço do conhecimento taxonômico e da diversidade das assembleias de bivalves dulcícolas do Grupo Santana (Aptiano), Bacia do Araripe, fornecendo assim dados sobre composição faunística e evolução; (ii) definir os processos tafonômicos básicos geradores das assembleias aptianas contendo bivalves dulcícolas, em particular das formações Crato e Romualdo; (iii) aprimorar os conhecimentos básicos sobre paleoecologia, especialmente paleoautoecologia do bivalve Araripenaia elliptica, adicionando assim dados valiosos referentes à interpretações paleoambientais; (iv) determinar com precisão as distribuições estratigráfica e geográfica de espécies de bivalves dulcícolas no Grupo Santana, visando refinar biocorrelações intra e interbasinais; (v) examinar e descrever os bivalves de águas doces das formações Salvador, Bacia do Recôncavo, Marizal, Bacia de Tucano e Itapecuru, Bacia do Parnaíba, presentes em coleções científicas no Brasil e no exterior; (vi) integrar os resultados obtidos acerca da malacofauna dulcícola no Cretáceo Inferior do nordeste brasileiro, discutindo seu significado paleontológico e geológico. A hipótese verificada foi a de uma origem predominantemente não-Gondwânica para os moluscos dulcícolas do Cretáceo Inferior do nordeste brasileiro, bem como o possível estabelecimento de uma ligação com faunas Eurasianas. Para esse estudo 1104 espécimes de bivalves das formações Crato e Romualdo foram examinados, além de 329 presentes nas coleções científicas do Museu de Ciências da Terra (MCter), do IGEO/UFRJ, do Museu Nacional e do Natural History Museum of the United Kindom, Londres, a maior parte aqui descrita e ilustrada pela primeira vez. Os resultados são apresentados na forma de 3 (três) artigos científicos. A presença de gêneros de bivalves atribuídos, anteriormente, a formas viventes (i.e., Sphaerium) não foi confirmada. As malacofaunas do Cretáceo Inferior do NE do Brasil são muito distintas daquelas do Cretáceo Superior, especialmente do Grupo Bauru, da Bacia do Paraná, cujas afinidades com famílias e gêneros viventes é mais clara. Os gêneros Araripenaia, Cratonaia e Monginellopsis, anteriormente conhecidos apenas para a Formação Crato, na Bacia do Araripe, foram indubitavelmente registrados em outras bacias sedimentares do NE do Brasil, mostrando sua ampla distribuição geográfica e adaptação a distintos ambientes continentais. Sua vinculação a unidades aptianas/albianas torna-os importantes elementos para biocorrelção. Finalmente, não há clara vinculação entre as malacofaunas estudadas e aquelas coevas do continente africano.Bivalve mollusks of the Brazilian Cretaceous were, generally, widely studied since the second half of the 19th century. However, even if this assertion is true for the bivalves of the Sergipe and Paraná sedimentary basins, the same cannot be said about other basins from northeastern Brazil. Likewise, when compared with other South American localities, such as Argentina, there are remarkably large gaps in the knowledge of the Brazilian Cretaceous paleontological and geological records of mollusks and other co-occurring benthic invertebrate groups. Along with that, an almost complete absence of references concerning freshwater bivalves, a group notably important as paleoenvironmental and paleogeographic indicators, from this period is noticeable. The present thesis fits within this context, aiming to: (I) contribute to the enhancement of knowledge on taxonomy and diversity of the freshwater bivalve assemblages of the Santana Group (Aptian), Araripe Basin, thus improving data on faunal composition and evolution; (ii) establish the basic taphonomic processes responsible for generating the Aptian assemblages which contain freshwater bivalves, particularly those from Crato and Romualdo formations; (iii) improve basic knowledge on the paleoecology, especially paleoautoecology of the bivalve Araripenaia elliptica, thus adding valuable data on paleoenvironmental interpretations; (iv) precisely constrain the stratigraphic and geographic distribution of the Aptian freshwater bivalve species in the Santana Group, in order to improve intra- and interbasinal biocorrelations; (v) examine and describe the freshwater bivalves from the Salvador (Recôncavo Basin), Marizal (Tucano Basin) and Itapecuru (Parnaíba Basin) formations, present in scientific collections of Brazil and abroad; (vi) integrate the obtained results on the freshwater mollusks in the Lower Cretaceous of northeastern Brazil, discussing its paleontological and geological significance. The verified hypothesis was that of a predominantly non-Gondwanic origin for the freshwater mollusks of northeastern Brazil Lower Cretaceous, as well as the possible establishment of a connection with Eurasian faunas. For this study, 1104 specimens of bivalves from Crato and Romualdo formations were examined, in addition to 329 specimens present in the scientific collections of the Museum of Earth Sciences (MCTer), of the IGEO/UFRJ, of the National Museum of Brazil and the Natural History Museum of the United Kingdom, London, most of them represented by taxa herein described and illustrated for the first time. The results are presented in the form of 3 (three) scientific articles. The presence of bivalve genera previously attributed to extant taxa (i.e., Sphaerium) was not confirmed. The mollusk faunas from the Lower Cretaceous of northeastern Brazil are very distinct of those from the Upper Cretaceous, especially from the Bauru Group, Paraná Basin, whose affinities with extant families and genera is clearer. Genera Araripenaia, Cratonaia and Monginellopsis, previously known only for the Crato Formation, Araripe Basin, were indubitably recorded in other sedimentary basins of NE Brazil, displaying their wide geographic distribution and adaptation to different continental environments. Their linking to Aptian/Albian units makes them important elements for biocorrelation. Finally, there is no clear link between the studied mollusk faunas and those coeval from the African continent.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)OutraCAPES: 001.FAPESP: 2020/15609-4.CNPq: 304800/2017-1.Petrobras/SIGITEC: 2014/00519-9.porUniversidade Estadual Paulista (Unesp)PaleontologiaBivalvesPaleobiogeografiaSistemáticaCretáceoNordeste BrasilMollusca bivalviaGondwanaUnionidaSphaeriidaSystematicsCretaceousNortheastern BrazilPaleobiogeographySistemática dos moluscos bivalves dulcícolas do Cretáceo Inferior do Nordeste Brasileiro e suas implicações paleoambientaisSystematics of the bivalve mollusks from the Lower Cretaceous of northeastern Brazil and their paleoenvironmental implicationsinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPGeociências e Meio Ambiente - IGCEGeociências e meio ambienteOrigem e evolução de bacias sedimentaresUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Rio Claro24 meses após a data da defesaBanca públicaPublication4763ec56-704e-41e0-9685-b5bef5946febvirtual::236510-14763ec56-704e-41e0-9685-b5bef5946febvirtual::236510-1ecab6a08-f5ce-4230-9180-bacd24d4a149virtual::257602-1ecab6a08-f5ce-4230-9180-bacd24d4a149virtual::257602-1TEXTsilva_vr_dr_rcla_int.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2024-07-18T06:19:45Z (GMT).Extracted texttext/plain102748https://repositorio.unesp.br/bitstreams/a65d0432-63a6-4d4f-96af-ae867d381618/download1ce42aa5b88cca1b8a978bdf5f55ea39MD55falseAnonymousREADsilva_vr_dr_rcla_par.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2024-07-18T06:19:45Z (GMT).Extracted texttext/plain102213https://repositorio.unesp.br/bitstreams/54a6e5f6-2828-47eb-b8e7-8649f1cac0ff/downloadf8544c61ae7cde645478b5d1e423801aMD57falseAnonymousREADTHUMBNAILsilva_vr_dr_rcla_int.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.PDFBoxThumbnail on 2024-07-18T06:19:45Z (GMT).Generated Thumbnailimage/jpeg5685https://repositorio.unesp.br/bitstreams/56933f3b-879c-41ec-aecb-c1ab0fd9cea6/downloaddc5d6c289dabc3eeeb59fab0f35ea01aMD56falseAnonymousREADsilva_vr_dr_rcla_par.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.PDFBoxThumbnail on 2024-07-18T06:19:46Z (GMT).Generated Thumbnailimage/jpeg2524https://repositorio.unesp.br/bitstreams/93ad6da2-a5ae-4c9e-8d80-530c87245692/download4b2737780eb32e07b641714de4b4bdcfMD58falseAnonymousREADORIGINALsilva_vr_dr_rcla_int.pdfTese_VictorRibeiro_Final_10.pdfapplication/pdf9632799https://repositorio.unesp.br/bitstreams/0ffa17c2-f2cf-49f4-a34e-ab11ff24d0d6/download05632e1b10c849ef698d54ee81571b3dMD53trueAnonymousREADsilva_vr_dr_rcla_par.pdfsilva_vr_dr_rcla_par.pdfapplication/pdf1174252https://repositorio.unesp.br/bitstreams/793d32e4-2e07-45f0-8f1f-a3ca8728e2d6/download06a822fafa57406f87775d495380dd37MD54falseAnonymousREADLICENSElicense.txtWritten by org.dspace.content.LicenseUtilstext/plain; 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Moluscos bivalves do Cretáceo brasileiro foram, em geral, amplamente estudados desde a segunda metade do século XIX. No entanto, ainda que essa assertiva seja verdadeira para os bivalves das bacias sedimentares de Sergipe e do Paraná, o mesmo não pode ser dito a respeito de outras bacias do nordeste do Brasil. Outrossim, quando em comparação com outras localidades sul-americanas, como a Argentina, existem lacunas notavelmente grandes no conhecimento acerca dos registros paleontológico e geológico de moluscos do Cretáceo brasileiro, bem como de outros grupos de invertebrados bentônicos. Aliado a isso, também chama a atenção a quase completa ausência de referências que tratam dos bivalves dulcícolas deste período, grupo notadamente importante como indicador paleoambiental e paleogeográfico. A presente tese se enquadra neste contexto, tendo tido como objetivo (i) contribuir para o avanço do conhecimento taxonômico e da diversidade das assembleias de bivalves dulcícolas do Grupo Santana (Aptiano), Bacia do Araripe, fornecendo assim dados sobre composição faunística e evolução; (ii) definir os processos tafonômicos básicos geradores das assembleias aptianas contendo bivalves dulcícolas, em particular das formações Crato e Romualdo; (iii) aprimorar os conhecimentos básicos sobre paleoecologia, especialmente paleoautoecologia do bivalve Araripenaia elliptica, adicionando assim dados valiosos referentes à interpretações paleoambientais; (iv) determinar com precisão as distribuições estratigráfica e geográfica de espécies de bivalves dulcícolas no Grupo Santana, visando refinar biocorrelações intra e interbasinais; (v) examinar e descrever os bivalves de águas doces das formações Salvador, Bacia do Recôncavo, Marizal, Bacia de Tucano e Itapecuru, Bacia do Parnaíba, presentes em coleções científicas no Brasil e no exterior; (vi) integrar os resultados obtidos acerca da malacofauna dulcícola no Cretáceo Inferior do nordeste brasileiro, discutindo seu significado paleontológico e geológico. A hipótese verificada foi a de uma origem predominantemente não-Gondwânica para os moluscos dulcícolas do Cretáceo Inferior do nordeste brasileiro, bem como o possível estabelecimento de uma ligação com faunas Eurasianas. Para esse estudo 1104 espécimes de bivalves das formações Crato e Romualdo foram examinados, além de 329 presentes nas coleções científicas do Museu de Ciências da Terra (MCter), do IGEO/UFRJ, do Museu Nacional e do Natural History Museum of the United Kindom, Londres, a maior parte aqui descrita e ilustrada pela primeira vez. Os resultados são apresentados na forma de 3 (três) artigos científicos. A presença de gêneros de bivalves atribuídos, anteriormente, a formas viventes (i.e., Sphaerium) não foi confirmada. As malacofaunas do Cretáceo Inferior do NE do Brasil são muito distintas daquelas do Cretáceo Superior, especialmente do Grupo Bauru, da Bacia do Paraná, cujas afinidades com famílias e gêneros viventes é mais clara. Os gêneros Araripenaia, Cratonaia e Monginellopsis, anteriormente conhecidos apenas para a Formação Crato, na Bacia do Araripe, foram indubitavelmente registrados em outras bacias sedimentares do NE do Brasil, mostrando sua ampla distribuição geográfica e adaptação a distintos ambientes continentais. Sua vinculação a unidades aptianas/albianas torna-os importantes elementos para biocorrelção. Finalmente, não há clara vinculação entre as malacofaunas estudadas e aquelas coevas do continente africano. |
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