Citotoxicidade e genotoxicidade de cimentos endodônticos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: Bin, Claudia Villela [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/90379
Resumo: O MTA é um cimento amplamente utilizado na endodontia devido ao potencial indutor da mineralização, sendo empregado em procedimentos de proteção do complexo dentino/pulpar, retrobturação, perfurações radiculares e de furca e em dentes com rizogênese incompleta. Inicialmente esse material não foi preconizado como cimento obturador de canais radiculares. Entretanto, recentemente foi criado um cimento endodôntico resinoso contendo MTA (MTA Fillapex) com essa indicação, porém não há estudos sobre este novo material. Como o MTA é utilizado sobre os tecidos periodontal, ósseo e pulpar, é importante conhecer seus efeitos citotóxicos e genotóxicos, uma vez que, alguns cimentos endodônticos podem liberar componentes tóxicos, prejudicando o processo de regeneração e reparação dos tecidos no qual entram em contato. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar a citotoxicidade e genotoxicidade do MTA obturador (Fillapex) comparando-o com o MTA reparador e com o AH Plus. Fibroblastos de hamster Chinês (V79) foram colocados em contato com diferentes diluições de meios de cultura previamente expostos a esses materiais. A citotoxicidade foi avaliada através do ensaio de MTT, em espectrofotômetro, para a verificação da taxa de viabilidade celular. A genotoxicidade foi avaliada pela formação de micronúcleos (MNT), para detecção de mutações cromossômicas. A taxa de sobrevivência celular e o número de micronúcleos antes e após a exposição aos cimentos foram estatisticamente analisados pelo teste de Kruskal-Wallis e teste de Dunn (p<0,05). Os resultados mostraram que o MTA reparador manteve a viabilidade celular acima de 50% em todas as diluições. Porém, tanto o MTA Fillapex quanto o AH Plus foram altamente citotóxicos e capazes de aumentar a formação de micronúcleos em 8 vezes em relação ao grupo controle na diluição 1:4, mostrando que são cimentos cito e genotóxicos
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