Contração uterina em ratas prenhes: comparação entre as técnicas de biosusceptometria de corrente alternada e banho de órgãos isolados.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Bittencourt, Gabriela Nogueira [UNESP]
Orientador(a): Miranda, José Ricardo de Arruda [UNESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/215236
Resumo: A contração muscular uterina é um processo fisiológico característico das fibras musculares. Durante o período gestacional, o útero passa por diversas alterações visando o desenvolvimento sadio do feto. Sendo assim, o monitoramento das contrações uterinas durante a gravidez é fundamental para fornecer dados acerca da saúde materna e fetal e consequentemente, garantir que a gestação transcorra bem. Em experimentação animal, a técnica de banho de órgãos isolado é a mais utilizada. No entanto, se faz necessário o desenvolvimento de metodologias in vivo para monitorar esse processo. A Biosusceptometria de Corrente Alternada (BAC) é uma técnica in vivo capaz de detectar e monitorar materiais magnéticos em sistemas biológicos. Diante disso, o presente estudo teve como objetivo a validação da BAC (in vivo) com a técnica de Banho de Órgãos Isolado (ex vivo) para avaliação da contratilidade uterina de ratas prenhes. Foram utilizadas vinte e oito ratas Sprague-Dawley com 60 dias de idade, distribuídas aleatoriamente em três grupos: dia 0 (n = 6), dia 14 (n = 5) e dia 21 (n = 17) de prenhez. Cada animal foi submetido a medidas no sensor de BAC e em seguida foram eutanasiados e tiras do corno uterino foram preparadas para análise no banho de órgãos isolados. Os evento de contratilidade uterina obtidos por ambas as técnicas foram classificados em oscilações basais e contrações intensas. Os perfis registrados pela BAC nos dias 0 e 14 foram similares, em contraste com o perfil obtido no dia 21. Com relação aos perfis obtidos através do banho de órgãos isolados, foi registrado um padrão de contrações intensas e regulares em todos os dias de prenhez analisados. A análise dos resultados obtidos pela BAC mostrou que o útero exibe perfis de contrações distintos ao longo da prenhez, sendo caracterizado por um período de quiescência e próximo ao parto, contrações intensas e regulares. A diferença entre os perfis obtidos entre as duas técnicas sugerem que hormônios sexuais exercem um papel fundamental na regulação das contrações durante a prenhez. Este estudo sugere que a BAC pode ser uma ferramenta interessante para estudos in vivo, podendo contribuir para estudos futuros envolvendo patologias, hormônios e fármacos que podem alterar a contratilidade uterina durante a gestação.
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Diante disso, o presente estudo teve como objetivo a validação da BAC (in vivo) com a técnica de Banho de Órgãos Isolado (ex vivo) para avaliação da contratilidade uterina de ratas prenhes. Foram utilizadas vinte e oito ratas Sprague-Dawley com 60 dias de idade, distribuídas aleatoriamente em três grupos: dia 0 (n = 6), dia 14 (n = 5) e dia 21 (n = 17) de prenhez. Cada animal foi submetido a medidas no sensor de BAC e em seguida foram eutanasiados e tiras do corno uterino foram preparadas para análise no banho de órgãos isolados. Os evento de contratilidade uterina obtidos por ambas as técnicas foram classificados em oscilações basais e contrações intensas. Os perfis registrados pela BAC nos dias 0 e 14 foram similares, em contraste com o perfil obtido no dia 21. Com relação aos perfis obtidos através do banho de órgãos isolados, foi registrado um padrão de contrações intensas e regulares em todos os dias de prenhez analisados. A análise dos resultados obtidos pela BAC mostrou que o útero exibe perfis de contrações distintos ao longo da prenhez, sendo caracterizado por um período de quiescência e próximo ao parto, contrações intensas e regulares. A diferença entre os perfis obtidos entre as duas técnicas sugerem que hormônios sexuais exercem um papel fundamental na regulação das contrações durante a prenhez. Este estudo sugere que a BAC pode ser uma ferramenta interessante para estudos in vivo, podendo contribuir para estudos futuros envolvendo patologias, hormônios e fármacos que podem alterar a contratilidade uterina durante a gestação.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Capes: 001porUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Contrações uterinas espontâneasContratilidade uterinaPrenhezContração uterina em ratas prenhes: comparação entre as técnicas de biosusceptometria de corrente alternada e banho de órgãos isolados.Uterine contractility in pregnant rats: comparison between alternating current biosusceptometry and isolated organ bath techniques.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPFarmacologia e Biotecnologia - IBBBiologia estrutural e funcionalBiomagnetismoUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências, BotucatuOnlineBanca públicaPublicationab63624f-c491-4ac7-bd2c-767f17ac838dvirtual::142373-1ab63624f-c491-4ac7-bd2c-767f17ac838dvirtual::142373-15fd779aa-d3ec-4c8d-8834-8c88dba98a9fvirtual::306212-15fd779aa-d3ec-4c8d-8834-8c88dba98a9fvirtual::306212-1THUMBNAILbittencourt_gn_me_bot.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.PDFBoxThumbnail on 2023-11-07T06:11:31Z (GMT).Generated Thumbnailimage/jpeg2742https://repositorio.unesp.br/bitstreams/c40dd994-3fdd-482e-bb11-1b7b12feea0a/downloadc0efe20bdf8b672c81d358dc9f35dda1MD59falseAnonymousREADORIGINALbittencourt_gn_me_bot.pdfbittencourt_gn_me_bot.pdfapplication/pdf1084146https://repositorio.unesp.br/bitstreams/7cb1f93b-2ca3-4132-b4a2-5075aaf05a06/download1ad9d86b1d17d27439e07a4e467ad445MD57trueAnonymousREADLICENSElicense.txtWritten by org.dspace.content.LicenseUtilstext/plain; 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