Equações de estado exóticas na equação de Einstein

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2002
Autor(a) principal: Medeiros, Léo Gouvêa [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/89571
Resumo: Sabemos, do modelo padrão da cosmologia, que quatro equações regem a dinâmica do universo. As duas primeiras são as equações de Friedmann, a terceira é a equação de conservação do tensor energia momento e a última é uma equação de estado. Através desta equação de estado podemos definir 3 períodos bastante distintos na evolução de nosso universo: era da matéria; era da radiação; era inflacionária . Por outro lado, baseado na termodinâmica, é razoável supor que a equação de estado do universo primordial seja bastante complexa, principalmente devido ao fenômeno de produção de pares. Nesta dissertação, propomos algumas equações de estado p(kT) para o universo primordial, baseado em um gás de fótons mais um gás de nucleons provenientes da radiação. Utilizando o método de Mayer de expansão de clusters, estes nucleons são tratados estatisticamente como partículas clássicas que interagem através de potenciais nucleares fenomenológicos. A principal característica destas equações de estado é que, devido à forte atração da interação nuclear, conforme a energia kT aumenta a pressão torna-se negativa. Portanto, as equações de estado p(kT) são capazes de ligar de forma natural as relações da era da radiação, da era inflacionária, possibilitando assim um mecanismo físico de geração de inflação no universo primordial.
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