Efeitos da salinidade, luminosidade e alimentação na larvicultura do camarão-da-amazônia, Macrobrachium amazonicum
| Ano de defesa: | 2005 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | Os objetivos da presente tese foram determinar a salinidade mínima na qual larvas de Macrobrachium. amazonicum não alimentadas sobrevivem e se desenvolvem, determinar a intensidade luminosa adequada ao desenvolvimento larval, investigar a incidência alimentar no tubo digestivo de larvas em relação a náuplios de Artemia e dieta inerte, bem como o estágio no qual se inicia a ingestão de alimento exógeno e avaliar o efeito de regimes alimentares no desenvolvimento, na incidência alimentar no tubo digestivo, na sobrevivência, na produtividade e no crescimento na larvicultura dessa espécie. Os dados demonstraram que as larvas da população estudada dessa espécie não sobrevivem em água doce. No entanto, completam seu desenvolvimento larval em salinidades baixas de até 1‰. A luminosidade 7,8±2,5 μmol.s-1.m-2 (aproximadamente 390±125 lux) melhora o desempenho das larvas de M. amazonicum em termos de desenvolvimento larval, produtividade e ganho de peso. As larvas dessa espécie a partir de zoea II começam a se alimentar de náuplios de Artemia. As larvas para se desenvolverem precisam se alimentar de náuplios de Artemia do estágio II ao IV. As larvas dessa espécie no estágio III preferem náuplios de Artemia, mas ingerem dieta inerte muito bem se este for o único alimento disponível. A substituição total de náuplios de Artemia por dieta inerte a partir de zoea V não afeta negativamente o desenvolvimento larval dessa espécie |
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Araújo, Mariana Cutolo de [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Valenti, Wagner Cotroni [UNESP]2016-09-27T13:40:13Z2016-09-27T13:40:13Z2005-02-14ARAÚJO, Mariana Cutolo de. Efeitos da salinidade, luminosidade e alimentação na larvicultura do camarão-da-amazônia, Macrobrachium amazonicum. 2005. ix, 87 f. Tese (doutorado) - Universidade Estadual Paulista, Centro de Aquicultura, 2005.http://hdl.handle.net/11449/144136000330173http://www.athena.biblioteca.unesp.br/exlibris/bd/cathedra/09-09-2016/000330173.pdf33004102049P7Os objetivos da presente tese foram determinar a salinidade mínima na qual larvas de Macrobrachium. amazonicum não alimentadas sobrevivem e se desenvolvem, determinar a intensidade luminosa adequada ao desenvolvimento larval, investigar a incidência alimentar no tubo digestivo de larvas em relação a náuplios de Artemia e dieta inerte, bem como o estágio no qual se inicia a ingestão de alimento exógeno e avaliar o efeito de regimes alimentares no desenvolvimento, na incidência alimentar no tubo digestivo, na sobrevivência, na produtividade e no crescimento na larvicultura dessa espécie. Os dados demonstraram que as larvas da população estudada dessa espécie não sobrevivem em água doce. No entanto, completam seu desenvolvimento larval em salinidades baixas de até 1‰. A luminosidade 7,8±2,5 μmol.s-1.m-2 (aproximadamente 390±125 lux) melhora o desempenho das larvas de M. amazonicum em termos de desenvolvimento larval, produtividade e ganho de peso. As larvas dessa espécie a partir de zoea II começam a se alimentar de náuplios de Artemia. As larvas para se desenvolverem precisam se alimentar de náuplios de Artemia do estágio II ao IV. As larvas dessa espécie no estágio III preferem náuplios de Artemia, mas ingerem dieta inerte muito bem se este for o único alimento disponível. A substituição total de náuplios de Artemia por dieta inerte a partir de zoea V não afeta negativamente o desenvolvimento larval dessa espécieThe present thesis studied Macrobrachium amazonicum larvae for determining: 1) the minimal salinity required for the survival and development of feed deprived larvae; 2) the best light intensity suitable for larval development; 3) the digestive tract content (Artemia nauplii and/or inert food) and the larval stage at the beginning of exogenous food ingestion; and 4) the effect of feeding regimes on the development, digestive tract content, survival, productivity and growth. The results showed that these larvae do not survive in freshwater, but the development can be completed in low salinity (1‰). Mean light intensity of 7.8±2.5 μmol.s-1.m-2 (about 390±125 lux) improves M. amazonicum larval development, productivity and weight gain. Moreover, larvae at Zoea II stage start feeding on Artemia nauplii and this live food is required until zoea IV. Zoea III larvae prefer Artemia nauplii, but accept inert food when it is the only available food. Total substitution of inert diet in place of Artemia nauplii from zoea V stage does not affect M. amazonicum larval developmentCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)ix, 87 f.porUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Alephreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPCamarão - CriaçãoCamarão - Alimentação e raçõesSalinidadeIluminaçãoLarvaShrimpsEfeitos da salinidade, luminosidade e alimentação na larvicultura do camarão-da-amazônia, Macrobrachium amazonicuminfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessAquicultura - FCAVAquiculturaUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, JaboticabalPublication3d807254-e442-45e5-a80b-0f6bf3a26e48virtual::105564-13d807254-e442-45e5-a80b-0f6bf3a26e48virtual::105564-1ORIGINAL000330173.pdfapplication/pdf377788https://repositorio.unesp.br/bitstreams/3a2d58f2-b8f4-4480-8453-24d728bef049/download6b7569c1ae257dbcf813728f816468d7MD51trueAnonymousREADTEXT000330173.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2023-11-27T06:10:29Z (GMT).Extracted texttext/plain102024https://repositorio.unesp.br/bitstreams/f076dfb7-7a45-4f75-a715-81375c67f552/download136013166f0218df423bfed741bc1976MD54falseAnonymousREADTHUMBNAIL000330173.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.ImageMagickPdfThumbnailFilter on 2016-11-11T08:52:08Z (GMT).IM Thumbnailimage/jpeg4469https://repositorio.unesp.br/bitstreams/6bdfacc9-961d-4fbc-a16e-53354a538cde/download584dc22fdb9cf7a4c20604aa9b23540dMD53falseAnonymousREAD11449/1441362025-10-22T05:00:23.974212Zopen.accessoai:repositorio.unesp.br:11449/144136https://repositorio.unesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-22T05:00:23Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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Os objetivos da presente tese foram determinar a salinidade mínima na qual larvas de Macrobrachium. amazonicum não alimentadas sobrevivem e se desenvolvem, determinar a intensidade luminosa adequada ao desenvolvimento larval, investigar a incidência alimentar no tubo digestivo de larvas em relação a náuplios de Artemia e dieta inerte, bem como o estágio no qual se inicia a ingestão de alimento exógeno e avaliar o efeito de regimes alimentares no desenvolvimento, na incidência alimentar no tubo digestivo, na sobrevivência, na produtividade e no crescimento na larvicultura dessa espécie. Os dados demonstraram que as larvas da população estudada dessa espécie não sobrevivem em água doce. No entanto, completam seu desenvolvimento larval em salinidades baixas de até 1‰. A luminosidade 7,8±2,5 μmol.s-1.m-2 (aproximadamente 390±125 lux) melhora o desempenho das larvas de M. amazonicum em termos de desenvolvimento larval, produtividade e ganho de peso. As larvas dessa espécie a partir de zoea II começam a se alimentar de náuplios de Artemia. As larvas para se desenvolverem precisam se alimentar de náuplios de Artemia do estágio II ao IV. As larvas dessa espécie no estágio III preferem náuplios de Artemia, mas ingerem dieta inerte muito bem se este for o único alimento disponível. A substituição total de náuplios de Artemia por dieta inerte a partir de zoea V não afeta negativamente o desenvolvimento larval dessa espécie |
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