Anticoncepcionais hormonais orais de baixa dose na adolescência e repercussões sobre a massa óssea: dois anos de uso
| Ano de defesa: | 2020 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/194234 |
Resumo: | Introdução: A adolescncia representa um período de extrema importância, em razão do intenso processo de transformações biológicas e psicossocioemocionais. Destacam-se, na puberdade, o ganho expressivo de massa óssea e o despertar da sexualidade - importante descoberta do adolescente - que implica muitas vezes no início da atividade sexual e na prescrição precoce de métodos contraceptivos. As evidências quanto aos efeitos do uso de contraceptivos hormonais sobre a aquisição de massa óssea, durante a adolescência, são limitadas e a literatura é contraditória quanto aos resultados observados. Objetivo: Avaliar o comportamento do metabolismo ósseo de dois grupos de adolescentes saudáveis, usuárias de anticoncepcional hormonal oral (ACHO), ACHO 1: Etinilestradiol (EE) 20 μg / Desogestrel 150 μg ou ACHO 2: EE 30 μg / Drospirenona 3 mg, durante um período de dois anos de uso, comparativamente a um grupo-controle de adolescentes não-usuárias de ACHO. Métodos: Trata-se de um estudo longitudinal controlado não-randomizado (quase experimental) com a participação de 168 adolescentes, divididas nos três grupos. As adolescentes foram submetidas ao exame de Densitometria Óssea por atenuação de raio X de dupla energia (DXA) e dosagem de biomarcadores ósseos, Fosfatase Alcalina Óssea (FAO) e Osteocalcina (OC) no momento basal e 24 meses da inclusão no estudo. Resultados: As não-usuárias incorporaram mais massa óssea em todos os sítios analisados, quando comparadas com os grupos ACHO 1 e ACHO 2 (p<0,05). Os três grupos apresentaram redução nas concentrações dos marcadores de formação óssea sem diferença estatística. Conclusão: Observa-se prejuízo na aquisição de massa óssea em adolescentes saudáveis, usuárias de anticoncepcionais hormonais combinados comparadas ao grupo-controle, sendo mais evidente o impacto negativo no grupo das adolescentes usuárias de anticoncepcionais que continham EE 30µg. |
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Anticoncepcionais hormonais orais de baixa dose na adolescência e repercussões sobre a massa óssea: dois anos de usoBone impact after two years of low-dose oral contraceptive use during adolescenceAdolescentesAnticoncepcionalContraceptivosDensidade ósseaReabsorção ósseaRemodelação ósseaIntrodução: A adolescncia representa um período de extrema importância, em razão do intenso processo de transformações biológicas e psicossocioemocionais. Destacam-se, na puberdade, o ganho expressivo de massa óssea e o despertar da sexualidade - importante descoberta do adolescente - que implica muitas vezes no início da atividade sexual e na prescrição precoce de métodos contraceptivos. As evidências quanto aos efeitos do uso de contraceptivos hormonais sobre a aquisição de massa óssea, durante a adolescência, são limitadas e a literatura é contraditória quanto aos resultados observados. Objetivo: Avaliar o comportamento do metabolismo ósseo de dois grupos de adolescentes saudáveis, usuárias de anticoncepcional hormonal oral (ACHO), ACHO 1: Etinilestradiol (EE) 20 μg / Desogestrel 150 μg ou ACHO 2: EE 30 μg / Drospirenona 3 mg, durante um período de dois anos de uso, comparativamente a um grupo-controle de adolescentes não-usuárias de ACHO. Métodos: Trata-se de um estudo longitudinal controlado não-randomizado (quase experimental) com a participação de 168 adolescentes, divididas nos três grupos. As adolescentes foram submetidas ao exame de Densitometria Óssea por atenuação de raio X de dupla energia (DXA) e dosagem de biomarcadores ósseos, Fosfatase Alcalina Óssea (FAO) e Osteocalcina (OC) no momento basal e 24 meses da inclusão no estudo. Resultados: As não-usuárias incorporaram mais massa óssea em todos os sítios analisados, quando comparadas com os grupos ACHO 1 e ACHO 2 (p<0,05). Os três grupos apresentaram redução nas concentrações dos marcadores de formação óssea sem diferença estatística. Conclusão: Observa-se prejuízo na aquisição de massa óssea em adolescentes saudáveis, usuárias de anticoncepcionais hormonais combinados comparadas ao grupo-controle, sendo mais evidente o impacto negativo no grupo das adolescentes usuárias de anticoncepcionais que continham EE 30µg.OutraFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)FAPESP: 15/04040-2UNIMED ASSIS - PatrocínioUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Goldberg, Tamara Beres Lederer [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Orsolini, Lilian Rodrigues [UNESP]2020-11-03T12:04:55Z2020-11-03T12:04:55Z2020-08-28info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfapplication/pdfhttp://hdl.handle.net/11449/19423433004064077P2porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-10-16T06:23:01Zoai:repositorio.unesp.br:11449/194234Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-16T06:23:01Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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