Do cativeiro reformado à contestação da escravidão no Mundo Luso-Brasileiro (1781-1834)
| Ano de defesa: | 2016 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/146714 |
Resumo: | No final do século XVIII, em Portugal e no Brasil, foi recorrente nos escritos de observadores coetâneos o interesse pela reorganização da agricultura e de diversos elementos a ela ligados. Além de argumentar sobre a utilidade de se revisar as práticas empregadas no âmbito do cultivo propriamente dito, os letrados setecentistas convencionaram advertir aos proprietários rurais sobre a premente necessidade de se melhorar o trato cotidiano e de bem conduzir o trabalho da escravaria em benefício de uma maior eficiência produtiva da colônia portuguesa da América. Anos mais tarde, em princípios do século XIX, outros analistas do regime de cativeiro, ao apresentarem uma leitura distinta sobre o emprego desta força de trabalho, passaram a considerá-la injusta, ofensiva aos valores da fé católica e danosa ao progresso material dos setores agrícola e industrial do país. Tendo em vista a variância dos posicionamentos assumidos por esses letrados coevos – egressos de universidades europeias, sócios de agremiações científicas e membros da burocracia governamental –, a presente dissertação tem como objetivo inquirir, por meio da análise de memórias, ensaios econômicos, missivas dentre outros textos, quais argumentos foram manejados para o estabelecimento de diferentes avaliações sobre a instituição da escravidão africana, tal como era praticada no Brasil no período compreendido entre 1781 – quando da concentração das falas reformistas sobre o governo dos cativos, falas essas mantidas até o início do oitocentos, quando o uso do trabalho compulsório começa a ser qualificado como contraproducente – e 1834 – momento em que a tópica do bom exercício da gestão escravista reassume uma posição privilegiada entre os assuntos abordados nos manuais agronômicos da época. |
| id |
UNSP_4c6ab5834733f56adbe2eabcddbfd2b8 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.unesp.br:11449/146714 |
| network_acronym_str |
UNSP |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UNESP |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Bispo, Diego Andrade [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)França, Jean Marcel CavalhoRodrigues, JaimeFerreira, Ricardo Alexandre [UNESP]2016-12-20T16:01:43Z2016-12-20T16:01:43Z2016-11-11http://hdl.handle.net/11449/14671400087768533004072013P068992263220734870000-0002-6243-0968No final do século XVIII, em Portugal e no Brasil, foi recorrente nos escritos de observadores coetâneos o interesse pela reorganização da agricultura e de diversos elementos a ela ligados. Além de argumentar sobre a utilidade de se revisar as práticas empregadas no âmbito do cultivo propriamente dito, os letrados setecentistas convencionaram advertir aos proprietários rurais sobre a premente necessidade de se melhorar o trato cotidiano e de bem conduzir o trabalho da escravaria em benefício de uma maior eficiência produtiva da colônia portuguesa da América. Anos mais tarde, em princípios do século XIX, outros analistas do regime de cativeiro, ao apresentarem uma leitura distinta sobre o emprego desta força de trabalho, passaram a considerá-la injusta, ofensiva aos valores da fé católica e danosa ao progresso material dos setores agrícola e industrial do país. Tendo em vista a variância dos posicionamentos assumidos por esses letrados coevos – egressos de universidades europeias, sócios de agremiações científicas e membros da burocracia governamental –, a presente dissertação tem como objetivo inquirir, por meio da análise de memórias, ensaios econômicos, missivas dentre outros textos, quais argumentos foram manejados para o estabelecimento de diferentes avaliações sobre a instituição da escravidão africana, tal como era praticada no Brasil no período compreendido entre 1781 – quando da concentração das falas reformistas sobre o governo dos cativos, falas essas mantidas até o início do oitocentos, quando o uso do trabalho compulsório começa a ser qualificado como contraproducente – e 1834 – momento em que a tópica do bom exercício da gestão escravista reassume uma posição privilegiada entre os assuntos abordados nos manuais agronômicos da época.In the late eighteenth century, in Portugal and in Brazil, it was recurrent in many writings an interest on the reorganization of agriculture and the various elements connected to it. Besides the considerations on the cultivation itself, the eighteenth-century scholars begun to advert the farmers about the urgent need to improve the daily treatment of slaves, for the benefit and efficiency of a larger production in the Americas’ Portuguese colony. Years later, in the early nineteenth century, other analysts of the captivity regime started to present a different reading on the employment of the workforce, considering it as unfair, offensive to the values of the Catholic faith and harmful to the material progress of the country’s agricultural and industrial segments. Given the variance of the positions taken by these coeval scholars - graduated from European universities, scientific associations members and members of the government bureaucracy - this thesis aims to inquire, through the analysis of memories, economic trials, missives, among others texts, which arguments were managed to establish different reviews of the institution of African slavery. This work focuses on the period between 1781 and 1834: 1781, when the reformist speech on the government of the captives gets stronger, up to the early XVIIIth century, when the use of compulsory labour begins to be described as counterproductive; and 1834, a time when the topic of good practice of slave management reassumes a privileged position among the issues presented in agronomical manuals of the time.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)porUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Escravidão africanaGestão escravistaMundo Luso-BrasileiroContestações à escravidãoAfrican slaverySlave managementLuso-Brazilian worldContestations to slaveryDo cativeiro reformado à contestação da escravidão no Mundo Luso-Brasileiro (1781-1834)From the reformed bondage to the contestation of slavery in the Luso-Brazilian World (1781-1834)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPHistória - FCHSHistória e culturaHistória e Cultura SocialUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, FrancaOnline68992263220734870000-0002-6243-0968Publicationf0c73255-5cbf-44ef-ace5-bded2df3111dvirtual::159658-1f0c73255-5cbf-44ef-ace5-bded2df3111dvirtual::159658-199237114-9188-4243-b201-434ec1a16f66virtual::190000-199237114-9188-4243-b201-434ec1a16f66virtual::190000-1ORIGINALbispo_da_me_fran.pdfbispo_da_me_fran.pdfapplication/pdf1137199https://repositorio.unesp.br/bitstreams/63b84ef4-ca83-459a-8991-fb442216e799/downloadc0727ef28a07c5807be96246d4620fb5MD53trueAnonymousREADLICENSElicense.txtWritten by org.dspace.content.LicenseUtilstext/plain; charset=utf-83055https://repositorio.unesp.br/bitstreams/47f5b0bb-424b-4cc7-ba7d-3ff0f8a7a5e7/download3a30b801f5259454a6406b3f5031d320MD52falseAnonymousREADTEXTbispo_da_me_fran.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2023-12-19T06:20:57Z (GMT).Extracted texttext/plain102955https://repositorio.unesp.br/bitstreams/55f6cacc-92de-4ce3-9059-fe0d6af38c76/download40c16cc1d84fb7e78f8b3cd4ca01cf55MD56falseAnonymousREADTHUMBNAILbispo_da_me_fran.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.ImageMagickPdfThumbnailFilter on 2016-12-21T05:01:10Z (GMT).IM Thumbnailimage/jpeg4053https://repositorio.unesp.br/bitstreams/4e5e7113-2a35-4b6f-b351-308ee7a60050/downloadd9fa4c51263b2ebb41c818ca8f5209ecMD55falseAnonymousREAD11449/1467142026-03-10T17:03:14.776798Zopen.accessoai:repositorio.unesp.br:11449/146714https://repositorio.unesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462026-03-10T17:03:14Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)falseTElDRU7Dh0EgUEFSQSBBIERJU1BPTklCSUxJWkHDh8ODTyBPTkxJTkUgREUgRElTU0VSVEHDh8ODTyBPVSBERSBURVNFIFNVQk1FVElEQSBBTyBSRVBPU0lUw5NSSU8gSU5TVElUVUNJT05BTCBVTkVTUA0KDQoxLiBBbyBjb25jb3JkYXIgY29tIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGV1LCBEaWVnbyBBbmRyYWRlIEJpc3BvIG51bGwgKGFuZHJhZGVkZ29AZ21haWwuY29tKSwgcmVzcG9uc8OhdmVsIHBlbG8gdHJhYmFsaG8g4oCcRG8gY2F0aXZlaXJvIHJlZm9ybWFkbyDDoCBjb250ZXN0YcOnw6NvIGRhIGVzY3Jhdmlkw6NvIG5vIE11bmRvIEx1c28tQnJhc2lsZWlybyAgKDE3ODEtMTgzNCnigJ0gcG9yIG1pbSBzdWJtZXRpZG8gYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgVU5FU1AgZSBkZXNlbnZvbHZpZG8gbm8gw6JtYml0byBkZSB1bSBkb3MgcHJvZ3JhbWFzIGRlIHDDs3MtZ3JhZHVhw6fDo28gZGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEVzdGFkdWFsIFBhdWxpc3RhIOKAnErDumxpbyBkZSBNZXNxdWl0YSBGaWxob+KAnSAoVU5FU1ApOg0KDQphKSBhdGVzdG8gc2VyIG8gcmVzcG9uc8OhdmVsIGxlZ2FsIHBlbG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvIGUgcGVsb3MgZGFkb3MgaW5mb3JtYWRvcyBkdXJhbnRlIGEgc3VibWlzc8OjbzsNCg0KYikgYXRlc3RvIHF1ZSBvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbyBuw6NvIGluZnJpbmdlIGxlaXMgZGUgZGlyZWl0byBhdXRvcmFsOw0KDQpjKSBhdGVzdG8gcXVlIG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvIG7Do28gY29udMOpbSBxdWFscXVlciBpbmZvcm1hw6fDo28gY29uZmlkZW5jaWFsIG1pbmhhIG91IGRlIHRlcmNlaXJvczsNCg0KZCkgYXRlc3RvIHF1ZSwgc2Ugb2J0aXZlIGZpbmFuY2lhbWVudG8gcGFyYSBvIGRlc2Vudm9sdmltZW50byBkbyB0cmFiYWxobyBzdWJtZXRpZG8sIGluZm9ybWVpIGEgYWfDqm5jaWEgZGUgZm9tZW50byBlIG8gbsO6bWVybyBkbyBmaW5hbmNpYW1lbnRvIGR1cmFudGUgYSBzdWJtaXNzw6NvOw0KDQplKSBhdGVzdG8gcXVlIGEgdmVyc8OjbyBkbyB0cmFiYWxobyBwcmVzZW50ZSBubyBhcnF1aXZvIHN1Ym1ldGlkbyDDqSBhIHZlcnPDo28gZGVmaW5pdGl2YSBxdWUgaW5jbHVpIGFzIGFsdGVyYcOnw7VlcyBkZWNvcnJlbnRlcyBkYSBkZWZlc2EsIHNlIGhvdXZlIGFsZ3VtYTsNCg0KZikgYXRlc3RvIHF1ZSBhIHZlcnPDo28gZG8gdHJhYmFsaG8gcHJlc2VudGUgbm8gYXJxdWl2byBzdWJtZXRpZG8gc2Vyw6EgYSBtZXNtYSB2ZXJzw6NvIGltcHJlc3NhIGVudHJlZ3VlIG5hIFNlw6fDo28gVMOpY25pY2EgZGUgUMOzcy1HcmFkdWHDp8OjbyBjb20gYSBxdWFsIG8gcHJvZ3JhbWEgZGUgcMOzcy1ncmFkdWHDp8OjbyBlbSBxdWUgbyB0cmFiYWxobyBmb2kgZGVzZW52b2x2aWRvIGVzdMOhIHZpbmN1bGFkbzsNCg0KZykgY29uY2VkbyDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRXN0YWR1YWwgUGF1bGlzdGEg4oCcSsO6bGlvIGRlIE1lc3F1aXRhIEZpbGhv4oCdIG8gZGlyZWl0byBuw6NvIGV4Y2x1c2l2byBkZSBkaXNwb25pYmlsaXphciwgZGUgY29waWFyIGUgZGUgZGlzdHJpYnVpciwgcG9yIG1laW8gZGUgc2V1cyBhbWJpZW50ZXMgaW5zdGl0dWNpb25haXMgZGUgYWNlc3NvIHJlc3RyaXRvIG91IGFiZXJ0byBhbyBww7pibGljbyBnZXJhbCwgc2VtIHJlc3NhcmNpbWVudG8gZGUgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvIGUgb3MgZGFkb3MgaW5mb3JtYWRvcyBkdXJhbnRlIGEgc3VibWlzc8OjbzsNCg0KaCkgY29uY2VkbyDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRXN0YWR1YWwgUGF1bGlzdGEg4oCcSsO6bGlvIGRlIE1lc3F1aXRhIEZpbGhv4oCdIG8gZGlyZWl0byBuw6NvIGV4Y2x1c2l2byBkZSByZWFsaXphciBxdWFpc3F1ZXIgYWx0ZXJhw6fDtWVzIG5hIG3DrWRpYSBvdSBubyBmb3JtYXRvIGRvIGFycXVpdm8gcGFyYSBwcm9ww7NzaXRvcyBkZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvIGRpZ2l0YWwsIGRlIGFjZXNzaWJpbGlkYWRlIGUgZGUgbWVsaG9yIGlkZW50aWZpY2HDp8OjbyBkbyB0cmFiYWxobyBzdWJtZXRpZG8sIGRlc2RlIHF1ZSBuw6NvIHNlamEgYWx0ZXJhZG8gc2V1IGNvbnRlw7pkbyBpbnRlbGVjdHVhbC4NCg0KMi4gQSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRXN0YWR1YWwgUGF1bGlzdGEg4oCcSsO6bGlvIGRlIE1lc3F1aXRhIEZpbGhv4oCdIHNlIGNvbXByb21ldGUgYToNCg0KYSkgZm9ybmVjZXIgdW1hIGlkZW50aWZpY2HDp8OjbyBjbGFyYSBkbyBub21lIGRvIGF1dG9yIGR1cmFudGUgYSBkaXNwb25pYmlsaXphw6fDo28sIGVtIGFtYmllbnRlIGluc3RpdHVjaW9uYWwsIGRvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbzsNCg0KYikgc2UgbmVjZXNzw6FyaW8sIHJlYWxpemFyIGFsdGVyYcOnw7VlcyBub3MgZGFkb3MgaW5mb3JtYWRvcyBkdXJhbnRlIGEgc3VibWlzc8OjbyBwYXJhIHF1ZSBtZWxob3IgcmVwcmVzZW50ZW0gZSBpZGVudGlmaXF1ZW0gbyB0cmFiYWxobyBzZW0sIG5vIGVudGFudG8sIGNvbXByb21ldGVyIHNldSBjb250ZcO6ZG8gaW50ZWxlY3R1YWw7DQoNCmMpIHJlc3BlaXRhciBhIGRlY2lzw6NvIGRvIGF1dG9yIHNvYnJlIGEgdmVyc8OjbyBxdWUgZGV2ZXLDoSBzZXIgZGlzcG9uaWJpbGl6YWRhIGltZWRpYXRhbWVudGUgYXDDs3MgbyBhY2VpdGUgZGEgc3VibWlzc8Ojbywgc2VqYSBlbGEgYSB2ZXJzw6NvIGludGVncmFsIG91IHBhcmNpYWw7DQoNCmQpIHJlc3BlaXRhciBvIHByYXpvIGRlZmluaWRvIHBlbG8gYXV0b3IgcGFyYSBhIGRpc3BvbmliaWxpemHDp8OjbyBkbyBjb250ZcO6ZG8gaW50ZWdyYWwsIGNhc28gbyBhdXRvciB0ZW5oYSBvcHRhZG8gcGVsYSBkaXNwb25pYmlsaXphw6fDo28gaW1lZGlhdGEgYXBlbmFzIGRvIGNvbnRlw7pkbyBwYXJjaWFsIGUgbyBwcmF6byBkZWZpbmlkbyBlc3RlamEgZGVudHJvIGRlIDIgKGRvaXMpIGFub3MgYXDDs3MgYSBkZWZlc2E7DQoNCmUpIG7Do28gcmVhbGl6YXIgYWx0ZXJhw6fDtWVzIG5vIGFycXVpdm8gZW52aWFkbyBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBkZXNjcml0YXMgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuDQoNClPDo28gUGF1bG8sIFdlZCBEZWMgMTQgMjI6MjQ6MTAgQlJTVCAyMDE2Lg== |
| dc.title.pt.fl_str_mv |
Do cativeiro reformado à contestação da escravidão no Mundo Luso-Brasileiro (1781-1834) |
| dc.title.alternative.en.fl_str_mv |
From the reformed bondage to the contestation of slavery in the Luso-Brazilian World (1781-1834) |
| title |
Do cativeiro reformado à contestação da escravidão no Mundo Luso-Brasileiro (1781-1834) |
| spellingShingle |
Do cativeiro reformado à contestação da escravidão no Mundo Luso-Brasileiro (1781-1834) Bispo, Diego Andrade [UNESP] Escravidão africana Gestão escravista Mundo Luso-Brasileiro Contestações à escravidão African slavery Slave management Luso-Brazilian world Contestations to slavery |
| title_short |
Do cativeiro reformado à contestação da escravidão no Mundo Luso-Brasileiro (1781-1834) |
| title_full |
Do cativeiro reformado à contestação da escravidão no Mundo Luso-Brasileiro (1781-1834) |
| title_fullStr |
Do cativeiro reformado à contestação da escravidão no Mundo Luso-Brasileiro (1781-1834) |
| title_full_unstemmed |
Do cativeiro reformado à contestação da escravidão no Mundo Luso-Brasileiro (1781-1834) |
| title_sort |
Do cativeiro reformado à contestação da escravidão no Mundo Luso-Brasileiro (1781-1834) |
| author |
Bispo, Diego Andrade [UNESP] |
| author_facet |
Bispo, Diego Andrade [UNESP] |
| author_role |
author |
| dc.contributor.institution.none.fl_str_mv |
Universidade Estadual Paulista (Unesp) |
| dc.contributor.committeeMember.none.fl_str_mv |
França, Jean Marcel Cavalho Rodrigues, Jaime |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Bispo, Diego Andrade [UNESP] |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Ferreira, Ricardo Alexandre [UNESP] |
| contributor_str_mv |
Ferreira, Ricardo Alexandre [UNESP] |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Escravidão africana Gestão escravista Mundo Luso-Brasileiro Contestações à escravidão |
| topic |
Escravidão africana Gestão escravista Mundo Luso-Brasileiro Contestações à escravidão African slavery Slave management Luso-Brazilian world Contestations to slavery |
| dc.subject.eng.fl_str_mv |
African slavery Slave management Luso-Brazilian world Contestations to slavery |
| description |
No final do século XVIII, em Portugal e no Brasil, foi recorrente nos escritos de observadores coetâneos o interesse pela reorganização da agricultura e de diversos elementos a ela ligados. Além de argumentar sobre a utilidade de se revisar as práticas empregadas no âmbito do cultivo propriamente dito, os letrados setecentistas convencionaram advertir aos proprietários rurais sobre a premente necessidade de se melhorar o trato cotidiano e de bem conduzir o trabalho da escravaria em benefício de uma maior eficiência produtiva da colônia portuguesa da América. Anos mais tarde, em princípios do século XIX, outros analistas do regime de cativeiro, ao apresentarem uma leitura distinta sobre o emprego desta força de trabalho, passaram a considerá-la injusta, ofensiva aos valores da fé católica e danosa ao progresso material dos setores agrícola e industrial do país. Tendo em vista a variância dos posicionamentos assumidos por esses letrados coevos – egressos de universidades europeias, sócios de agremiações científicas e membros da burocracia governamental –, a presente dissertação tem como objetivo inquirir, por meio da análise de memórias, ensaios econômicos, missivas dentre outros textos, quais argumentos foram manejados para o estabelecimento de diferentes avaliações sobre a instituição da escravidão africana, tal como era praticada no Brasil no período compreendido entre 1781 – quando da concentração das falas reformistas sobre o governo dos cativos, falas essas mantidas até o início do oitocentos, quando o uso do trabalho compulsório começa a ser qualificado como contraproducente – e 1834 – momento em que a tópica do bom exercício da gestão escravista reassume uma posição privilegiada entre os assuntos abordados nos manuais agronômicos da época. |
| publishDate |
2016 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2016-12-20T16:01:43Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2016-12-20T16:01:43Z |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2016-11-11 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
http://hdl.handle.net/11449/146714 |
| dc.identifier.aleph.none.fl_str_mv |
000877685 |
| dc.identifier.capes.none.fl_str_mv |
33004072013P0 |
| dc.identifier.lattes.none.fl_str_mv |
6899226322073487 |
| dc.identifier.orcid.none.fl_str_mv |
0000-0002-6243-0968 |
| url |
http://hdl.handle.net/11449/146714 |
| identifier_str_mv |
000877685 33004072013P0 6899226322073487 0000-0002-6243-0968 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Estadual Paulista (Unesp) |
| publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Estadual Paulista (Unesp) |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UNESP instname:Universidade Estadual Paulista (UNESP) instacron:UNESP |
| instname_str |
Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| instacron_str |
UNESP |
| institution |
UNESP |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UNESP |
| collection |
Repositório Institucional da UNESP |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/63b84ef4-ca83-459a-8991-fb442216e799/download https://repositorio.unesp.br/bitstreams/47f5b0bb-424b-4cc7-ba7d-3ff0f8a7a5e7/download https://repositorio.unesp.br/bitstreams/55f6cacc-92de-4ce3-9059-fe0d6af38c76/download https://repositorio.unesp.br/bitstreams/4e5e7113-2a35-4b6f-b351-308ee7a60050/download |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
c0727ef28a07c5807be96246d4620fb5 3a30b801f5259454a6406b3f5031d320 40c16cc1d84fb7e78f8b3cd4ca01cf55 d9fa4c51263b2ebb41c818ca8f5209ec |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| repository.mail.fl_str_mv |
repositoriounesp@unesp.br |
| _version_ |
1878343942679822336 |