Avaliação e comparação das taxas de erosão química e mecânica entre arenitos e argilitos: implicações na evolução geomorfológica da bacia do Rio Corumbataí (SP)
| Ano de defesa: | 2015 |
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Resumo: | As taxas de erosão química e mecânica são elementos essenciais no entendimento da evolução geomorfológica. A bacia do rio Corumbataí apresenta em sua composição litológica um predomínio de arenitos e argilitos. Em função disso o presente trabalho foi desenvolvido em duas sub-bacias com composição litológica predominantemente arenosa (Formações Botucatu e Pirambóia) e argilosa (Formação Corumbataí), ou seja, as bacias dos ribeirões Monjolo Grande e Jacutinga, respectivamente. As taxas de erosão química foram determinadas pelo fluxo hidroquímico de cátions, ânions e sílica (águas fluviais), com a respectiva correção dos aportes atmosféricos e pela densidade das rochas. Foi obtido um valor de 1,53 m/Ma para arenitos e 0,83 m/Ma para argilitos. Os processos intempéricos responsáveis pela alteração das rochas em ambas as bacias foram determinados através do índice RE, o qual apontou que o intemperismo se insere na zona da monossialitização, com a formação de minerais 1:1, como a caulinita. Os processos intempéricos são responsáveis também pelo consumo de CO2 na interface solo/atmosfera e o valores obtidos foram de 0,37 x106 mol/km2/ano e 0,45 x106 mol/km2/ano para arenitos e argilitos respectivamente. As taxas de erosão mecânica foram calculadas pelo fluxo específico dos sedimentos finos em suspensão e teve um valor obtido de 14,20 m/Ma para os arenitos e 11,66 m/Ma para os argilitos. A diferença das velocidades de alteração da rocha e remoção dos horizontes superficiais leva a um desequilíbrio de desnudação, sendo a componente perpendicular muito mais intensa que a componente paralela, em 12,7 m/Ma e 10,84 m/Ma em arenitos e argilitos. Levando em conta a teoria do equilíbrio dinâmico é possível dizer (baseado nos valores de erosão mecânica) que o rebaixamento da topografia não ocorre de maneira proporcional em arenitos e argilitos |
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Spatti Junior, Eder Paulo [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Fernandes, Alexandre MartinsSardinha, Diego de SouzaLupinacci, Cenira MariaGarcia, Gilberto JoséConceição, Fabiano Tomazini da [UNESP]2016-04-01T17:54:33Z2016-04-01T17:54:33Z2015-09-11SPATTI JUNIOR, Eder Paulo. Avaliação e comparação das taxas de erosão química e mecânica entre arenitos e argilitos: implicações na evolução geomorfológica da bacia do Rio Corumbataí (SP). 2015. 81 f. Tese - (doutorado) - Universidade Estadual Paulista, Instituto de Geociências e Ciências Exatas, 2015.http://hdl.handle.net/11449/136650000858143http://www.athena.biblioteca.unesp.br/exlibris/bd/cathedra/09-03-2016/000858143.pdf33004137004P0As taxas de erosão química e mecânica são elementos essenciais no entendimento da evolução geomorfológica. A bacia do rio Corumbataí apresenta em sua composição litológica um predomínio de arenitos e argilitos. Em função disso o presente trabalho foi desenvolvido em duas sub-bacias com composição litológica predominantemente arenosa (Formações Botucatu e Pirambóia) e argilosa (Formação Corumbataí), ou seja, as bacias dos ribeirões Monjolo Grande e Jacutinga, respectivamente. As taxas de erosão química foram determinadas pelo fluxo hidroquímico de cátions, ânions e sílica (águas fluviais), com a respectiva correção dos aportes atmosféricos e pela densidade das rochas. Foi obtido um valor de 1,53 m/Ma para arenitos e 0,83 m/Ma para argilitos. Os processos intempéricos responsáveis pela alteração das rochas em ambas as bacias foram determinados através do índice RE, o qual apontou que o intemperismo se insere na zona da monossialitização, com a formação de minerais 1:1, como a caulinita. Os processos intempéricos são responsáveis também pelo consumo de CO2 na interface solo/atmosfera e o valores obtidos foram de 0,37 x106 mol/km2/ano e 0,45 x106 mol/km2/ano para arenitos e argilitos respectivamente. As taxas de erosão mecânica foram calculadas pelo fluxo específico dos sedimentos finos em suspensão e teve um valor obtido de 14,20 m/Ma para os arenitos e 11,66 m/Ma para os argilitos. A diferença das velocidades de alteração da rocha e remoção dos horizontes superficiais leva a um desequilíbrio de desnudação, sendo a componente perpendicular muito mais intensa que a componente paralela, em 12,7 m/Ma e 10,84 m/Ma em arenitos e argilitos. Levando em conta a teoria do equilíbrio dinâmico é possível dizer (baseado nos valores de erosão mecânica) que o rebaixamento da topografia não ocorre de maneira proporcional em arenitos e argilitosThe chemical and mechanical erosion rates are essential elements in understanding the evolution geomorphological. Of these processes result in products that are the basis for the development of human activities, especially in the conditions of land use. In this work were evaluated chemical and mechanical erosion rates and their implications for geomorphological evolution of the Corumbataí river basin, São Paulo State, Brazil (SP). For this, two sub-basins were chosen sandy lithological composition (Botucatu and Pirambóia formations) and clay (Corumbataí Formation), ie the basins of the streams Monjolo Grande and Jacutinga, respectively. The chemical erosion rates It was determined by the specific hydrochemical flow of cations, anions and silica (river water), with the respective correction of atmospheric inputs and the density of the rocks obtained a value of 1.73 m / Ma to sandstones and 0.76 m / Ma to mudstones. The weathering processes responsible for the alteration of rocks in both basins tend to monosialitization with the formation of mineral 1: 1, as kaolinite. The weathering processes are also responsible for the consumption of CO2 in the soil / atmosphere interface and the values obtained were 0.37 x 106 mol / km2 / year and 0.45 x 106 mol / km2 / year to sandstones and mudstones respectively. The mechanical erosion rates were calculated by the specific flow of silt in suspension and had obtained a value of 14,20m / Ma for sandstones and 11,66 m / mA for mudstones. The difference in the change speeds of rock and removal of surface horizons leads to denudation of imbalance, with a much stronger component perpendicular to the parallel component in 12,7 m / Ma and 10,84 m / Ma in sandstones and mudstones. Taking into account the theory of dynamic equilibrium is possible to say (based on mechanical erosion of values) that the lowering of the topography does not occur proportionally in sandstones and mudstonesFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)FAPESP: 11/08133-481 f. : il., tabs.porUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Alephreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPGeomorphologyGeomorfologiaIntemperismoErosãoArenitoArgilitoCorumbataí, Rio, Bacia (SP)Avaliação e comparação das taxas de erosão química e mecânica entre arenitos e argilitos: implicações na evolução geomorfológica da bacia do Rio Corumbataí (SP)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessGeografia - IGCEOrganização do EspaçoUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Rio ClaroPublication4763ec56-704e-41e0-9685-b5bef5946febvirtual::232658-14763ec56-704e-41e0-9685-b5bef5946febvirtual::232658-1c64c2274-853d-4955-9283-ab02ee716160virtual::257095-1c64c2274-853d-4955-9283-ab02ee716160virtual::257095-1ORIGINAL000858143.pdfapplication/pdf2312228https://repositorio.unesp.br/bitstreams/4e810dfd-dacf-4321-ae8f-4a63b3bcf68d/downloadb2b15f3264dd3ebc43ec1b1766c44365MD51trueAnonymousREADTEXT000858143.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2023-11-02T06:09:09Z (GMT).Extracted texttext/plain102999https://repositorio.unesp.br/bitstreams/a9b6df9d-c176-4803-869a-9d57902ffb1b/downloadb450f762ff151dc50105da1ded7f598fMD54falseAnonymousREADTHUMBNAIL000858143.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.ImageMagickPdfThumbnailFilter on 2016-11-17T21:52:13Z (GMT).IM Thumbnailimage/jpeg4311https://repositorio.unesp.br/bitstreams/ff45972f-ab86-4dec-a683-96fcd327ecc1/download5cddf714c7e3637077630cff25c92429MD53falseAnonymousREAD11449/1366502026-04-24T05:13:23.834950Zopen.accessoai:repositorio.unesp.br:11449/136650https://repositorio.unesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462026-04-24T05:13:23Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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