Indicadores de saúde, capacidade funcional e qualidade de vida em sobreviventes ao câncer de mama sob hormonioterapia pré e pós pandemia COVID-19

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Felipe, Juliana
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/255994
Resumo: Introdução: Câncer é um dos maiores desafios de saúde pública global, sendo uma das principais causas de morte e uma das barreiras ao aumento na expectativa de vida em todo o mundo. Em muitos países, câncer é a primeira ou segunda causa de morte prematura antes dos 70 anos de idade. O câncer de mama (CA) é a neoplasia maligna mais incidente em mulheres, é um tumor maligno que se desenvolve a partir das células mamárias, tem seu prognóstico e tratamento definidos pela localização, idade de apresentação e estadiamento, bem como por fatores de risco que consideram critérios histopatológicos, biológicos, moleculares e genéticos. O tratamento hormonal com Tamoxifeno e Inibidores de Aromatase a sobreviventes do CA, causa efeitos adversos tais como alteração na composição corporal(CCp) e perfil lipídico(PL) e prejuízos à capacidade funcional(CF) e qualidade de vida(QV) apesar de combater o tumor e melhorar a sobrevida de pacientes. O período da pandemia, quando as pessoas precisaram permanecer em isolamento, pode ter acentuado esses efeitos adversos em pacientes oncológicos. Objetivo: Analisar o impacto do período de isolamento social causado pela pandemia COVID-19 sobre indicadores de saúde, composição corporal, capacidade funcional e fatores de risco cardiovascular em mulheres sobreviventes ao cancer de mama em hormonioterapia. Método: Participaram no presente estudo, 50 mulheres distribuídas em dois grupos: Grupo com Câncer (CA; n=26) e Grupo sem Câncer (SC; n=24), com a faixa etária entre 45 á 70 anos. O presente estudo foi realizado na cidade de Presidente Prudente, no Estado de São Paulo. As coletas foram realizadas na UNESP, Campus Presidente Prudente/SP, iniciou em março/2020 (Período pré-pandemia) e a segunda avaliação foi realizada em área externa ao referido Campus universitário em março/2021 (período um ano pós-pandemia). Foram realizados os testes de capacidade funcional, avaliações antropométricas, composição corporal, variáveis hemodinâmicas, qualidade de vida (SF-36) e risco cardiovascular (escore de Framinghan).Resultados: Após um ano de acompanhamento,os grupos apresentaram diferença estatística na idade (p=0,008). Em ambos os grupos a maior proporção era casada (84% do SC) e (58,33% do CA) e apresentaram nível superior educacional (29,17% do SC) e (57,69% do CA). Foi observado aumento, de ambos os grupos, em massa corporal (p=0,042), pressão arterial diastólica (PAD; p=0,001), pressão arterial sistólica (PAS; p=0,001), frequência cardíaca (FC; p=0,001), redução na força de pressão manual direita e esquerda (p=0,006), flexão de braços (p=0,001), e agachamento (p=0,001). O risco cardiovascular alto mostrou aumento de 12,5% no grupo CA. A qualidade de vida não alterou em ambos grupos, exceto a variável vitalidade que piorou em ambos grupos (p=0,032). Conclusão: Em ambos os grupos, houve aumento da massa coporal e redução da capacidade funcional, indicando que a função motora piorou após um ano de pandemia. O período de pandemia não provocou alteração na qualidade de vida, mas as mulheres com CA pioraram o escore de risco cardiovascular.
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O câncer de mama (CA) é a neoplasia maligna mais incidente em mulheres, é um tumor maligno que se desenvolve a partir das células mamárias, tem seu prognóstico e tratamento definidos pela localização, idade de apresentação e estadiamento, bem como por fatores de risco que consideram critérios histopatológicos, biológicos, moleculares e genéticos. O tratamento hormonal com Tamoxifeno e Inibidores de Aromatase a sobreviventes do CA, causa efeitos adversos tais como alteração na composição corporal(CCp) e perfil lipídico(PL) e prejuízos à capacidade funcional(CF) e qualidade de vida(QV) apesar de combater o tumor e melhorar a sobrevida de pacientes. O período da pandemia, quando as pessoas precisaram permanecer em isolamento, pode ter acentuado esses efeitos adversos em pacientes oncológicos. Objetivo: Analisar o impacto do período de isolamento social causado pela pandemia COVID-19 sobre indicadores de saúde, composição corporal, capacidade funcional e fatores de risco cardiovascular em mulheres sobreviventes ao cancer de mama em hormonioterapia. Método: Participaram no presente estudo, 50 mulheres distribuídas em dois grupos: Grupo com Câncer (CA; n=26) e Grupo sem Câncer (SC; n=24), com a faixa etária entre 45 á 70 anos. O presente estudo foi realizado na cidade de Presidente Prudente, no Estado de São Paulo. As coletas foram realizadas na UNESP, Campus Presidente Prudente/SP, iniciou em março/2020 (Período pré-pandemia) e a segunda avaliação foi realizada em área externa ao referido Campus universitário em março/2021 (período um ano pós-pandemia). Foram realizados os testes de capacidade funcional, avaliações antropométricas, composição corporal, variáveis hemodinâmicas, qualidade de vida (SF-36) e risco cardiovascular (escore de Framinghan).Resultados: Após um ano de acompanhamento,os grupos apresentaram diferença estatística na idade (p=0,008). Em ambos os grupos a maior proporção era casada (84% do SC) e (58,33% do CA) e apresentaram nível superior educacional (29,17% do SC) e (57,69% do CA). Foi observado aumento, de ambos os grupos, em massa corporal (p=0,042), pressão arterial diastólica (PAD; p=0,001), pressão arterial sistólica (PAS; p=0,001), frequência cardíaca (FC; p=0,001), redução na força de pressão manual direita e esquerda (p=0,006), flexão de braços (p=0,001), e agachamento (p=0,001). O risco cardiovascular alto mostrou aumento de 12,5% no grupo CA. A qualidade de vida não alterou em ambos grupos, exceto a variável vitalidade que piorou em ambos grupos (p=0,032). Conclusão: Em ambos os grupos, houve aumento da massa coporal e redução da capacidade funcional, indicando que a função motora piorou após um ano de pandemia. O período de pandemia não provocou alteração na qualidade de vida, mas as mulheres com CA pioraram o escore de risco cardiovascular.Introduction: Cancer is one of the biggest global public health challenges, being one of the main causes of death and one of the barriers to increasing life expectancy around the world. In many countries, cancer is the first or second cause of premature death before the age of 70. Breast cancer (CA) is the most common malignancy in women, it is a malignant tumor that develops from breast cells, its prognosis and treatment are defined by location, age at presentation and staging, as well as risk factors. that consider histopathological, biological, molecular and genetic criteria. Hormonal treatment with Tamoxifen and Aromatase Inhibitors for CA survivors causes adverse effects such as changes in body composition(CCp) and lipid profile(PL) and impairments in functional capacity(CF) and quality of life(QoL) despite combating the tumor and improve patient survival. The pandemic period, when people needed to remain in isolation, may have accentuated these adverse effects in cancer patients. Objective: To analyze the impact of the period of social isolation caused by the COVID-19 pandemic on health indicators, body composition, functional capacity and cardiovascular risk factors in women survivors of breast cancer undergoing hormone therapy. Method: 50 women participated in the present study, divided into two groups: Group with Cancer (CA; n=26) and Group without Cancer (SC; n=24), with an age range between 45 and 70 years. The present study was carried out in the city of Presidente Prudente, in the State of São Paulo. The collections were carried out at UNESP, Campus Presidente Prudente/SP, starting in March/2020 (pre-pandemic period) and the second assessment was carried out in an area outside the aforementioned university campus in March/2021 (period one year post-pandemic). Functional capacity tests, anthropometric assessments, body composition, hemodynamic variables, quality of life (SF-36) and cardiovascular risk (Framingham score) were performed. Results: After one year of follow-up, the groups showed a statistical difference in age ( p=0.008). In both groups, the largest proportion was married (84% of the SC) and (58.33% of the CA) and had a higher education level (29.17% of the SC) and (57.69% of the CA). An increase in body mass (p=0.042), diastolic blood pressure (DBP; p=0.001), systolic blood pressure (SBP; p=0.001), heart rate (HR; p=0.001), reduction in manual pressure strength was observed. right and left (p=0.006), arm flexion (p=0.001), and squats (p=0.001). High cardiovascular risk showed an increase of 12.5% in the CA group. Quality of life did not change in both groups, except for the vitality variable, which worsened in both groups (p=0.032). Conclusion: In both groups, there was an increase in body mass and a reduction in functional capacity, indicating that motor function worsened after one year of the pandemic. The pandemic period did not cause changes in quality of life, but women with CA had a worse cardiovascular risk score.Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)CNPq: 468076/2019-00,Universidade Estadual Paulista (Unesp)Freitas Júnior, Ismael Forte [UNESP]Felipe, Juliana2024-06-14T17:31:07Z2024-06-14T17:31:07Z2024-05-03info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfapplication/pdfFELIPE, Juliana. Indicadores de saúde, capacidade funcional e qualidade de vida em sobreviventes ao câncer de mama sob hormonioterapia pré e pós pandemia COVID-19. Orientador: Ismael Forte Freitas Júnior. 2024. 117 f. Tese (Doutorado em Ciências da Motricidade) - Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Estadual Paulista, Presidente Prudente, 2024.https://hdl.handle.net/11449/255994porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-10-22T18:24:34Zoai:repositorio.unesp.br:11449/255994Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-22T18:24:34Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false
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