Estudo ecológico e patológico de comunidades parasitárias infestando tilápia-do-Nilo criadas em tanques-rede

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Pala, Gabriela [UNESP]
Orientador(a): Pilarski, Fabiana [UNESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/143058
Resumo: Esta revisão descreve como a ecologia parasitária, epidemiologia e a patologia permite a elaboração de estratégias efetivas de controle ictiossanitário dentro das criações intensivas de peixes. A tilápia-do-Nilo (Oreochromis niloticus) é uma das espécies mais criadas no mundo, com crescimento de 105% em sete anos no Brasil, produzindo mais de 700 mil toneladas por ano, correspondendo a 26% da produção aquícola nacional. Devido à expansão aquícola atual, houve a intensificação da produção, aumentando a densidade de estocagem dos animais, predispondo ao surgimento de doenças parasitárias e bacterianas. Os parasitos de peixes causam perdas significativas na piscicultura mundial, provocando lesões muitas vezes irreversíveis que facilitam a instalação de infecções bacterianas oportunistas que levam o hospedeiro à morte. As tilápias podem ser parasitadas por várias espécies de protozoários ciliados, protozoários flagelados, mixosporídeos, monogenóideos, diversos gêneros de digenéticos e de cestóideos, acantocéfalos, por vários gêneros de nematóideos e crustáceos. Portanto, surge a necessidade do desenvolvimento de estudos na área de ecologia parasitária, acumulando novos dados para o controle de doenças de peixes. Pesquisas na área de taxonomia são importantes para o diagnóstico de doenças parasitárias, que ainda são escassos na piscicultura, assim como, descrições ecológicas, epidemiológicas, biológicas, patológicas e na relação parasito/hospedeiro
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spelling Pala, Gabriela [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Hoppe, Estevam Guilherme LuxManrique, Wilson GomezPilarski, Fabiana [UNESP]2016-08-16T13:05:01Z2016-08-16T13:05:01Z2016-02-26PALA, Gabriela. Estudo ecológico e patológico de comunidades parasitárias infestando tilápia-do-Nilo criadas em tanques-rede. 2016. 90 f. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Centro de Aquicultura de Jaboticabal, 2016.http://hdl.handle.net/11449/14305800086691333004102049P7Esta revisão descreve como a ecologia parasitária, epidemiologia e a patologia permite a elaboração de estratégias efetivas de controle ictiossanitário dentro das criações intensivas de peixes. A tilápia-do-Nilo (Oreochromis niloticus) é uma das espécies mais criadas no mundo, com crescimento de 105% em sete anos no Brasil, produzindo mais de 700 mil toneladas por ano, correspondendo a 26% da produção aquícola nacional. Devido à expansão aquícola atual, houve a intensificação da produção, aumentando a densidade de estocagem dos animais, predispondo ao surgimento de doenças parasitárias e bacterianas. Os parasitos de peixes causam perdas significativas na piscicultura mundial, provocando lesões muitas vezes irreversíveis que facilitam a instalação de infecções bacterianas oportunistas que levam o hospedeiro à morte. As tilápias podem ser parasitadas por várias espécies de protozoários ciliados, protozoários flagelados, mixosporídeos, monogenóideos, diversos gêneros de digenéticos e de cestóideos, acantocéfalos, por vários gêneros de nematóideos e crustáceos. Portanto, surge a necessidade do desenvolvimento de estudos na área de ecologia parasitária, acumulando novos dados para o controle de doenças de peixes. Pesquisas na área de taxonomia são importantes para o diagnóstico de doenças parasitárias, que ainda são escassos na piscicultura, assim como, descrições ecológicas, epidemiológicas, biológicas, patológicas e na relação parasito/hospedeiroThis review describes how the parasite ecology, epidemiology and pathology enables the development of effective strategies for ictiossanitário control in the intensive fish creations. The Nile tilapia (Oreochromis niloticus) is one of the species most created in the world, with growth of 105% in seven years in Brazil, producing more than 700,000 tonnes per year, corresponding to 26% of the national aquaculture production. Due to the current aquaculture expansion, there was intensification of production, increasing animal stocking density, which predisposes to the appearance of parasitic and bacterial diseases. Parasites of fish cause significant losses in fish farming worldwide, causing often irreversible damage that facilitate the installation of opportunistic bacterial infections that lead the host to death. Tilapia can be parasitized by several species of ciliated protozoa, flagellate protozoa, myxosporean, Monogenoidea, various genres of digenetic and cestóideos, Acanthocephala, for various kinds of nematóideos and crustaceans. Therefore, there is the need to develop studies on parasite ecology area, accumulating new data to the control of fish diseases. Research in taxonomy area are important for the diagnosis of parasitic diseases, which are scarce in fish farming, as well as ecological descriptions, epidemiological, biological, pathological and parasite / host relationship90 f. : il.porUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Alephreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPPeixePeixe - CriaçãoPeixe - ParasitoTilápia-do-NiloPrevenção e controleFishesEstudo ecológico e patológico de comunidades parasitárias infestando tilápia-do-Nilo criadas em tanques-redeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessAquicultura - FCAVPatologia de organismos aquáticosEctoparasitos de peixesUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, JaboticabalPublication3d807254-e442-45e5-a80b-0f6bf3a26e48virtual::110154-13d807254-e442-45e5-a80b-0f6bf3a26e48virtual::110154-1ORIGINALpala_g_me_jabo_par.pdfpala_g_me_jabo_par.pdfapplication/pdf421737https://repositorio.unesp.br/bitstreams/700e4047-0ff4-4ccf-a114-2cace33b3ea9/download620455f4ac2148bd2df0e161d06113dfMD51trueAnonymousREADpala_g_me_jabo_int.pdfpala_g_me_jabo_int.pdfapplication/pdf1842706https://repositorio.unesp.br/bitstreams/8e0d3968-ef08-427c-a9ba-7ff6d317c625/download1c2ec2185514eabe648b2ef850dca628MD52falseAnonymousREADTEXTpala_g_me_jabo_par.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2023-10-10T06:02:46Z (GMT).Extracted texttext/plain40404https://repositorio.unesp.br/bitstreams/3a1036d6-5de3-448e-8909-7688f93eb456/download27fe22d72f0818e9d4cb2fa504f3dbe5MD57falseAnonymousREADpala_g_me_jabo_int.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2023-10-10T06:02:47Z (GMT).Extracted texttext/plain102085https://repositorio.unesp.br/bitstreams/9238278c-9ee0-441d-96e0-0ef7748cd9f9/download2e4c8fb59d0f255a5ed42aed00fe6ee9MD58falseAnonymousREADTHUMBNAILpala_g_me_jabo_par.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.ImageMagickPdfThumbnailFilter on 2016-11-10T17:51:41Z (GMT).IM Thumbnailimage/jpeg3723https://repositorio.unesp.br/bitstreams/f22bc632-e43b-4db0-afe3-66ab726fcd3c/download64f162a88285c8373b5867a7457786c3MD55falseAnonymousREADpala_g_me_jabo_int.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.ImageMagickPdfThumbnailFilter on 2016-11-10T17:51:41Z (GMT).IM Thumbnailimage/jpeg4758https://repositorio.unesp.br/bitstreams/6b0a4900-8d2b-4b3f-8cb1-bd711f3b80c6/downloadf072f01d080d5a2caa3224ab476bd3b8MD56falseAnonymousREAD11449/1430582026-03-10T18:28:50.825207Zopen.accessoai:repositorio.unesp.br:11449/143058https://repositorio.unesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462026-03-10T18:28:50Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false
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