Treinamento para residentes de ginecologia e obstetrícia em como transmitir más notícias a pacientes
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/244016 |
Resumo: | A comunicação de más notícias a um paciente é, muitas vezes, uma tarefa delicada e estressante para o médico assistente, principalmente quando este profissional não foi adequadamente preparado para realizar esta atividade. Ginecologistas e obstetras lidam diariamente com situações adversas e têm que transmitir estas informações ao paciente e/ou familiares. Quando este processo não é feito de forma adequada, o paciente pode ser desestimulado a realizar o tratamento preconizado ou apresentar comportamento agressivo, depressivo ou desesperançoso. A dificuldade em comunicar más notícias pode, ainda, ser responsável por piorar a relação médico – paciente. O objetivo deste estudo é ensinar o protocolo SPIKES a médicos residentes de ginecologia e obstetrícia para auxiliá-los a dar más notícias a pacientes. O projeto inicia com a seleção de médicos residentes do segundo e terceiro anos desta especialidade. Após isto, é aplicado um questionário para que estes profissionais possam se autoavaliar com relação ao seu desempenho fornecendo más notícias. Na sequência, é feito um treinamento ensinando o protocolo SPIKES a estes residentes. Ao término do treinamento é aplicado mais um questionário de autoavaliação para que se possa estimar se houve percepção de melhora da atuação do profissional em dar más notícias, além de conter perguntas para avaliar a qualidade do treinamento recebido. Ademais, são apresentadas questões de múltipla escolha para avaliar o conhecimento adquirido. Quarenta e cinco dias após o término do treinamento, novo questionário é enviado para os participantes, visando avaliar se houve, na prática clínica, melhora do estresse médico em dar más notícias aos pacientes. Conclusão: após avaliação estatística, foi identificada correlação entre a idade dos participantes e sua capacidade autoavaliada em como lidar com a reação do paciente a receber más notícias. Notou-se melhora no desconforto dos participantes ao transmitirem notícias ruins aos pacientes após o treinamento. |
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Treinamento para residentes de ginecologia e obstetrícia em como transmitir más notícias a pacientesTraining for obstetric and gynecology residents on how to breaking bad newsMás notíciasTreinamentoSPIKESResidentes (Medicina)GinecologiaObstetríciaMédico e pacienteProtocolos médicosA comunicação de más notícias a um paciente é, muitas vezes, uma tarefa delicada e estressante para o médico assistente, principalmente quando este profissional não foi adequadamente preparado para realizar esta atividade. Ginecologistas e obstetras lidam diariamente com situações adversas e têm que transmitir estas informações ao paciente e/ou familiares. Quando este processo não é feito de forma adequada, o paciente pode ser desestimulado a realizar o tratamento preconizado ou apresentar comportamento agressivo, depressivo ou desesperançoso. A dificuldade em comunicar más notícias pode, ainda, ser responsável por piorar a relação médico – paciente. O objetivo deste estudo é ensinar o protocolo SPIKES a médicos residentes de ginecologia e obstetrícia para auxiliá-los a dar más notícias a pacientes. O projeto inicia com a seleção de médicos residentes do segundo e terceiro anos desta especialidade. Após isto, é aplicado um questionário para que estes profissionais possam se autoavaliar com relação ao seu desempenho fornecendo más notícias. Na sequência, é feito um treinamento ensinando o protocolo SPIKES a estes residentes. Ao término do treinamento é aplicado mais um questionário de autoavaliação para que se possa estimar se houve percepção de melhora da atuação do profissional em dar más notícias, além de conter perguntas para avaliar a qualidade do treinamento recebido. Ademais, são apresentadas questões de múltipla escolha para avaliar o conhecimento adquirido. Quarenta e cinco dias após o término do treinamento, novo questionário é enviado para os participantes, visando avaliar se houve, na prática clínica, melhora do estresse médico em dar más notícias aos pacientes. Conclusão: após avaliação estatística, foi identificada correlação entre a idade dos participantes e sua capacidade autoavaliada em como lidar com a reação do paciente a receber más notícias. Notou-se melhora no desconforto dos participantes ao transmitirem notícias ruins aos pacientes após o treinamento.Universidade Estadual Paulista (Unesp)Silva Filho, Agnaldo Lopes daUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Saraiva, Pedro Henrique Tannure [UNESP]2023-06-12T20:58:58Z2023-06-12T20:58:58Z2023-05-31info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttp://hdl.handle.net/11449/24401633004064077P2porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-10-16T11:58:36Zoai:repositorio.unesp.br:11449/244016Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-16T11:58:36Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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