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Efeito de leites fermentados contendo probióticos sobre o esmalte bovino e no biofilme dental formado in situ

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2008
Autor(a) principal: Lodi, Carolina Simonetti [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/95447
Resumo: Nas últimas décadas, tem se observado uma mudança substancial no hábito dietético das crianças, com um aumento crescente no consumo de produtos comercialmente disponíveis no mercado brasileiro, como os leites fermentados. Diante dessa realidade, o objetivo do presente trabalho foi avaliar o pH, a capacidade tampão, conteúdo de flúor e de cálcio de alguns leites fermentados, bem como avaliar a acidogenicidade e a concentração dos íons flúor, cálcio, fósforo, carboidratos álcali-solúveis no biofilme dental formado in situ, além da desmineralização do esmalte dental bovino através do teste de microdureza superficial. Para análise bioquímica, foram utilizadas 6 marcas de leite fermentado desnatado adoçado (Parmalat®-uva, Chamyto®, Paulista®, Batavito®, Yakult®, Vigor Club®). O pH das amostras variou entre 3.51 e 3.87; a capacidade tampão variou de 470.8 a 804.2 μL da NaOH 1 mol L-1; a concentração do íon flúor variou de 0.027 a 0.958 μg F/g e a concentração de cálcio apresentou uma variação de 0.4787 a 0.8177 mg Ca/g. Para o estudo in situ, selecionou-se 2 marcas de leite fermentado e dez voluntários que receberam dispositivos palatinos contendo 4 blocos de esmalte dental bovino durante três fases de 14 dias cada. Os resultados mostraram que as concentrações dos íons (F, Ca e P) foram significantemente maiores quando se realizou o tratamento C (Batavito®) em comparação aos tratamentos A (Yakult®) e B (sacarose 20%) (p<0,05), os quais não diferiram estatisticamente entre si. Os dois grupos experimentais (Batavito® e Yakult®) tiveram perdas maiores que o controle (Sacarose 20%), embora não tenham apresentado diferença significante entre si.
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