Combinações de óleos essenciais, α-amilase e 25-hydroxivitamina D3 no desempenho e características de carcaça de bovinos F1 Angus-Nelore confinados
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/239268 |
Resumo: | O objetivo do estudo foi avaliar os efeitos da associação de aditivos alimentares no desempenho, características de carcaça, saúde ruminal e qualidade de carne de bovinos terminados em confinamento. Foram utilizados 24 touros mestiços F1 Angus-Nelore (PVi = ± 456 kg) distribuídos aleatoriamente em três tratamentos: T1: MON - Monensina sódica (26 mg/kg); T2: BEO+AM - Mistura de óleos essenciais e α – amilase (90 mg/kg e 560 mg/kg, respectivamente) e T3: BEO+AM+HyD - Mistura de óleos essenciais e α-amilase + 25-hidroxivitamina D3 (90 mg/kg, 560 mg/kg e 1 mg/animal/dia, respectivamente). A alimentação com BEO+AM e BEO+AM+HyD aumentou a IMS (<,0001), o PCQ (P = 0,01), o rendimento de carcaça (P = 0,03) e tendeu a aumentar o GPD (P = 0,07) e PV final (P = 0,08) dos animais em comparação com MON, sem diferenças para a eficiência alimentar (P > 0,50). Os aditivos alimentares não afetaram a maioria das características de qualidade da carne, exceto para os valores de *L, que tenderam (P = 0,10) a ser maiores para os animais alimentados com MON. A combinação BEO+AM aumentou as concentrações séricas de Ca total (P = 0,04) e tendeu a aumentar as concentrações de Ca ionizado (P = 0,08), sem diferenças para os níveis de P plasmático (P > 0,05). A alimentação com BEO+AM+HyD aumentou as concentrações séricas de 25-(OH)D3 (P = 0,002). As concentrações de Ca e P musculares não foram afetadas pelos tratamentos (P > 0,05). Para as variáveis de comportamento ingestivo, os diferentes tratamentos afetaram a maioria das variáveis avaliadas (P < 0,01). Durante o período de adaptação os animais alimentados com BEO+AM e BEO+AM+HyD apresentaram maior pH ruminal médio (P=0,001) e mínimo (P<,0001), menor temperatura (P = 0,05) e passaram menos tempo abaixo de 6,2 (P = 0,0002) e 6,0 (P = 0,04) do que os animais alimentados com MON. Em relação ao período total, os animais alimentados com MON apresentaram menor pH ruminal médio (P<,0001), mínimo (P<,0001), máximo (P<,0001) e maior temperatura (P<,0001) do que os animais alimentados com BEO+AM e BEO+AM+HyD. Além disso, a alimentação com MON aumentou o tempo de duração do pH ruminal abaixo de 6,2 (P<,0001), 6,0 (P<,0001) e 5,8 (P<,0001) e teve maior área abaixo de 6,2 (P<,0001) e 6,0 (P=0,005). Os animais alimentados com MON e BEO+AM apresentaram maior ASA (P = 0,007) e RPSA (P = 0,01) em comparação com BEO+AM+HyD. A combinação de BEO+AM ou ainda BEO+AM+HyD melhorou a saúde ruminal e aumentou o desempenho e a produção de carcaça sem afetar a qualidade de carne em comparação com a MON. |
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Combinações de óleos essenciais, α-amilase e 25-hydroxivitamina D3 no desempenho e características de carcaça de bovinos F1 Angus-Nelore confinadosCombinations of essential oils, α-amylase and 25-hydroxyvitamin D3 on performance and carcass traits of feedlot F1 Angus-Nelore cattleAditivos alimentaresAmidoEnzimas exógenasConfinamento (Animais)Monensina sódicaBovinos - CarcaçasCarne - QualidadeEssências e óleos essenciaisO objetivo do estudo foi avaliar os efeitos da associação de aditivos alimentares no desempenho, características de carcaça, saúde ruminal e qualidade de carne de bovinos terminados em confinamento. Foram utilizados 24 touros mestiços F1 Angus-Nelore (PVi = ± 456 kg) distribuídos aleatoriamente em três tratamentos: T1: MON - Monensina sódica (26 mg/kg); T2: BEO+AM - Mistura de óleos essenciais e α – amilase (90 mg/kg e 560 mg/kg, respectivamente) e T3: BEO+AM+HyD - Mistura de óleos essenciais e α-amilase + 25-hidroxivitamina D3 (90 mg/kg, 560 mg/kg e 1 mg/animal/dia, respectivamente). A alimentação com BEO+AM e BEO+AM+HyD aumentou a IMS (<,0001), o PCQ (P = 0,01), o rendimento de carcaça (P = 0,03) e tendeu a aumentar o GPD (P = 0,07) e PV final (P = 0,08) dos animais em comparação com MON, sem diferenças para a eficiência alimentar (P > 0,50). Os aditivos alimentares não afetaram a maioria das características de qualidade da carne, exceto para os valores de *L, que tenderam (P = 0,10) a ser maiores para os animais alimentados com MON. A combinação BEO+AM aumentou as concentrações séricas de Ca total (P = 0,04) e tendeu a aumentar as concentrações de Ca ionizado (P = 0,08), sem diferenças para os níveis de P plasmático (P > 0,05). A alimentação com BEO+AM+HyD aumentou as concentrações séricas de 25-(OH)D3 (P = 0,002). As concentrações de Ca e P musculares não foram afetadas pelos tratamentos (P > 0,05). Para as variáveis de comportamento ingestivo, os diferentes tratamentos afetaram a maioria das variáveis avaliadas (P < 0,01). Durante o período de adaptação os animais alimentados com BEO+AM e BEO+AM+HyD apresentaram maior pH ruminal médio (P=0,001) e mínimo (P<,0001), menor temperatura (P = 0,05) e passaram menos tempo abaixo de 6,2 (P = 0,0002) e 6,0 (P = 0,04) do que os animais alimentados com MON. Em relação ao período total, os animais alimentados com MON apresentaram menor pH ruminal médio (P<,0001), mínimo (P<,0001), máximo (P<,0001) e maior temperatura (P<,0001) do que os animais alimentados com BEO+AM e BEO+AM+HyD. Além disso, a alimentação com MON aumentou o tempo de duração do pH ruminal abaixo de 6,2 (P<,0001), 6,0 (P<,0001) e 5,8 (P<,0001) e teve maior área abaixo de 6,2 (P<,0001) e 6,0 (P=0,005). Os animais alimentados com MON e BEO+AM apresentaram maior ASA (P = 0,007) e RPSA (P = 0,01) em comparação com BEO+AM+HyD. A combinação de BEO+AM ou ainda BEO+AM+HyD melhorou a saúde ruminal e aumentou o desempenho e a produção de carcaça sem afetar a qualidade de carne em comparação com a MON.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)CAPES: 001Universidade Estadual Paulista (Unesp)Arrigoni, Mário De BeniUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Niehues, Maria Betânia2023-02-02T17:47:07Z2023-02-02T17:47:07Z2023-01-30info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfapplication/pdfhttp://hdl.handle.net/11449/23926833004064048P2porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-10-22T16:47:48Zoai:repositorio.unesp.br:11449/239268Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-22T16:47:48Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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O objetivo do estudo foi avaliar os efeitos da associação de aditivos alimentares no desempenho, características de carcaça, saúde ruminal e qualidade de carne de bovinos terminados em confinamento. Foram utilizados 24 touros mestiços F1 Angus-Nelore (PVi = ± 456 kg) distribuídos aleatoriamente em três tratamentos: T1: MON - Monensina sódica (26 mg/kg); T2: BEO+AM - Mistura de óleos essenciais e α – amilase (90 mg/kg e 560 mg/kg, respectivamente) e T3: BEO+AM+HyD - Mistura de óleos essenciais e α-amilase + 25-hidroxivitamina D3 (90 mg/kg, 560 mg/kg e 1 mg/animal/dia, respectivamente). A alimentação com BEO+AM e BEO+AM+HyD aumentou a IMS (<,0001), o PCQ (P = 0,01), o rendimento de carcaça (P = 0,03) e tendeu a aumentar o GPD (P = 0,07) e PV final (P = 0,08) dos animais em comparação com MON, sem diferenças para a eficiência alimentar (P > 0,50). Os aditivos alimentares não afetaram a maioria das características de qualidade da carne, exceto para os valores de *L, que tenderam (P = 0,10) a ser maiores para os animais alimentados com MON. A combinação BEO+AM aumentou as concentrações séricas de Ca total (P = 0,04) e tendeu a aumentar as concentrações de Ca ionizado (P = 0,08), sem diferenças para os níveis de P plasmático (P > 0,05). A alimentação com BEO+AM+HyD aumentou as concentrações séricas de 25-(OH)D3 (P = 0,002). As concentrações de Ca e P musculares não foram afetadas pelos tratamentos (P > 0,05). Para as variáveis de comportamento ingestivo, os diferentes tratamentos afetaram a maioria das variáveis avaliadas (P < 0,01). Durante o período de adaptação os animais alimentados com BEO+AM e BEO+AM+HyD apresentaram maior pH ruminal médio (P=0,001) e mínimo (P<,0001), menor temperatura (P = 0,05) e passaram menos tempo abaixo de 6,2 (P = 0,0002) e 6,0 (P = 0,04) do que os animais alimentados com MON. Em relação ao período total, os animais alimentados com MON apresentaram menor pH ruminal médio (P<,0001), mínimo (P<,0001), máximo (P<,0001) e maior temperatura (P<,0001) do que os animais alimentados com BEO+AM e BEO+AM+HyD. Além disso, a alimentação com MON aumentou o tempo de duração do pH ruminal abaixo de 6,2 (P<,0001), 6,0 (P<,0001) e 5,8 (P<,0001) e teve maior área abaixo de 6,2 (P<,0001) e 6,0 (P=0,005). Os animais alimentados com MON e BEO+AM apresentaram maior ASA (P = 0,007) e RPSA (P = 0,01) em comparação com BEO+AM+HyD. A combinação de BEO+AM ou ainda BEO+AM+HyD melhorou a saúde ruminal e aumentou o desempenho e a produção de carcaça sem afetar a qualidade de carne em comparação com a MON. |
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