Estudo fitoquímico e potencial biológico de cactos da Mata Atlântica do gênero Rhipsalis Gärtner (Cactaceae)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Kamikawachi, Renan Canute [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/181066
Resumo: Apesar dos diversos relatos do uso de Rhipsalis Gaërtn (Cactaceae) por populações tradicionais no tratamento de uma gama de enfermidades, há pouquíssimos estudos fitoquímicos com esse grupo de cactos e por vezes estes são superficiais, apenas indicando a possível presença de algumas classes de produtos naturais. Ademais, estudos avaliando a atividade biológica de Rhipsalis são escassos. Neste viés, este trabalho objetivou investigar a composição química do gênero Rhipsalis e avaliar possíveis atividades ligadas à sua composição, subsidiando desta forma seu uso popular. Esta dissertação foi dividida e organizada da seguinte forma: a primeira parte apresenta uma introdução geral sobre plantas medicinais e sua importância, assim como uma revisão sobre estudos fitoquímicos em Cactaceae. Em seguida, foram redigidas três seções: na primeira, investigamos a composição química de Rhipsalis teres (Vell.) Steud identificando 5 saponinas derivadas do ácido oleanólico, 2 flavonoides C-glicosilados derivados da apigenina e 2 ácidos fenólicos; na segunda, investigamos a composição química do gênero Rhipsalis identificando 28 saponinas cujo core é o ácido oleanólico e 8 flavonoides, também sugerimos fingerprints para cada espécie avaliada com base nas substâncias majoritárias, os resultados quantitativos obtidos por UPLC-MS foram eficientes na identificação das espécies com base na filogenia; na terceira, avaliamos as atividades antioxidante, antifúngica e anti-inflamatória de espécies de Rhipsalis destacando-se como espécies mais promissoras a R. paradoxa no ensaio antioxidante e R. cereuscula no ensaio de atividade anti-inflamtória.
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