Efeitos dos ácidos graxos ômega-3 na modulação da carcinogênese prostática em camundongos TRAMP

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Silva, Alana Della Torre da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/214542
Resumo: O adenocarcinoma de próstata (CaP) é o câncer mais comum em homens no mundo e a segunda causa de mortalidade por câncer no Brasil. O consumo de ácidos graxos poli-insaturados ômega-3 (ω3), como o ácido docosahexaenóico (DHA) e eicosapentaenóico (EPA), tem sido relacionados com menor risco de CaP e melhor prognóstico, mas os dados ainda são conflitantes e essa questão é inconclusiva. O presente estudo avaliou os efeitos da dieta enriquecida em DHA/EPA (Dω3) na progressão tumoral do CaP, no lobo dorsolateral (LDL) da próstata de camundongos transgênicos para o adenocarcinoma de próstata (TRAMP), e o impacto sobre os processos de morte celular regulada, usando para isso também experimentos in vitro. Os camundongos (8 sem. idade) foram alimentados pelo período de 1 ou 3 meses com dieta contendo 10% de óleo de peixe (grupos T12 e T20, respectivamente) ou dieta padrão para roedores (grupos C12 e C20). Também foram analisados camundongos com 8 sem. idade alimentados com ração padrão (C8), fase em que se iniciam os distúrbios proliferativos. Os LDLs foram processados para análises histopatológicas, estereológicas, imuno-histoquímicas, TUNEL e ensaio de caspase 3 ativa. A Dω3 por 1 mês aumentou a frequência de áreas epiteliais saudáveis (2,4x) e reduziu as de lesões pré-malignas (2,7x) e de carcinoma in situ (2,3x), em comparação com o controle. 50% dos animais dos grupos C20 e T20 desenvolveram tumor primário e não houve variação do peso tumoral entre esses grupos. Contudo, nos demais animais, para os quais o LDL pode ser isolado, também se verificou aumento na frequência de áreas epiteliais saudáveis (2,2x) e redução nas de lesões pré-malignas (2,9x) e de carcinoma in situ (2,9x) em T20 comparado a C20. A histologia do LDL dos grupos T12 e T20 e proporção de áreas de tecido epitelial, lúmen e estroma se mantiveram semelhantes as do C8. Nos dois tempos de consumo, a Dω3 reduziu a proliferação celular e a expressão tecidual epitelial de AR e ER-α. Também manteve as características estromais, evitando o aumento de fibras colágenas, de células α-SMA+ e de linfócitos T-CD3+ que ocorre durante a progressão da doença. A Dω3 aumentou a autofagia em ambos os tempos e a taxa de apoptose no tempo mais longo de consumo (31,25%), mas não afetou a necroptose e piroptose que foram mais restritas às células imunes estromais. Experimentos com cultura de células epiteliais prostáticas benignas (PNT1A) e tumorais responsivas a andrógenos (22rv1), tratadas com DHA (100µM, 48h), aliados a análises de Western Blotting, mostraram que esse ω3 aumenta 8,6% a autofagia e inibe 27,3% a piroptose na linhagem tumoral, enquanto reduz a necroptose (50%) na benigna. Conclui-se que a intervenção dietética com ω3 no período mais curto diminui a gravidade e atrasa a progressão tumoral do CaP em camundongos TRAMP, via redução da expressão tecidual de AR e ER-α, bloqueio da atividade proliferativa, modulação da morte celular regulada e preservação do microambiente estromal. Esses achados sugerem uma ação protetora dos ω3 no CaP e seu possível uso como adjuvante terapêutico nos estágios iniciais da doença, mas reforçam a necessidades de estudos adicionais sobre seu impacto nas fases mais avançadas da doença.
id UNSP_60a4a30552e430d001eadde8360a5517
oai_identifier_str oai:repositorio.unesp.br:11449/214542
network_acronym_str UNSP
network_name_str Repositório Institucional da UNESP
repository_id_str
spelling Efeitos dos ácidos graxos ômega-3 na modulação da carcinogênese prostática em camundongos TRAMPEffects of omega-3 fatty acids on the modulation of prostate carcinogenesis in TRAMP miceÁcidos graxos ômega-3Câncer de próstataCamundongos TRAMPÁcido docosahexaenóicoCélulas prostáticasOmega-3 fatty acidsProstate cancerTRAMP miceDocosahexaenoic acidProstatic CellsO adenocarcinoma de próstata (CaP) é o câncer mais comum em homens no mundo e a segunda causa de mortalidade por câncer no Brasil. O consumo de ácidos graxos poli-insaturados ômega-3 (ω3), como o ácido docosahexaenóico (DHA) e eicosapentaenóico (EPA), tem sido relacionados com menor risco de CaP e melhor prognóstico, mas os dados ainda são conflitantes e essa questão é inconclusiva. O presente estudo avaliou os efeitos da dieta enriquecida em DHA/EPA (Dω3) na progressão tumoral do CaP, no lobo dorsolateral (LDL) da próstata de camundongos transgênicos para o adenocarcinoma de próstata (TRAMP), e o impacto sobre os processos de morte celular regulada, usando para isso também experimentos in vitro. Os camundongos (8 sem. idade) foram alimentados pelo período de 1 ou 3 meses com dieta contendo 10% de óleo de peixe (grupos T12 e T20, respectivamente) ou dieta padrão para roedores (grupos C12 e C20). Também foram analisados camundongos com 8 sem. idade alimentados com ração padrão (C8), fase em que se iniciam os distúrbios proliferativos. Os LDLs foram processados para análises histopatológicas, estereológicas, imuno-histoquímicas, TUNEL e ensaio de caspase 3 ativa. A Dω3 por 1 mês aumentou a frequência de áreas epiteliais saudáveis (2,4x) e reduziu as de lesões pré-malignas (2,7x) e de carcinoma in situ (2,3x), em comparação com o controle. 50% dos animais dos grupos C20 e T20 desenvolveram tumor primário e não houve variação do peso tumoral entre esses grupos. Contudo, nos demais animais, para os quais o LDL pode ser isolado, também se verificou aumento na frequência de áreas epiteliais saudáveis (2,2x) e redução nas de lesões pré-malignas (2,9x) e de carcinoma in situ (2,9x) em T20 comparado a C20. A histologia do LDL dos grupos T12 e T20 e proporção de áreas de tecido epitelial, lúmen e estroma se mantiveram semelhantes as do C8. Nos dois tempos de consumo, a Dω3 reduziu a proliferação celular e a expressão tecidual epitelial de AR e ER-α. Também manteve as características estromais, evitando o aumento de fibras colágenas, de células α-SMA+ e de linfócitos T-CD3+ que ocorre durante a progressão da doença. A Dω3 aumentou a autofagia em ambos os tempos e a taxa de apoptose no tempo mais longo de consumo (31,25%), mas não afetou a necroptose e piroptose que foram mais restritas às células imunes estromais. Experimentos com cultura de células epiteliais prostáticas benignas (PNT1A) e tumorais responsivas a andrógenos (22rv1), tratadas com DHA (100µM, 48h), aliados a análises de Western Blotting, mostraram que esse ω3 aumenta 8,6% a autofagia e inibe 27,3% a piroptose na linhagem tumoral, enquanto reduz a necroptose (50%) na benigna. Conclui-se que a intervenção dietética com ω3 no período mais curto diminui a gravidade e atrasa a progressão tumoral do CaP em camundongos TRAMP, via redução da expressão tecidual de AR e ER-α, bloqueio da atividade proliferativa, modulação da morte celular regulada e preservação do microambiente estromal. Esses achados sugerem uma ação protetora dos ω3 no CaP e seu possível uso como adjuvante terapêutico nos estágios iniciais da doença, mas reforçam a necessidades de estudos adicionais sobre seu impacto nas fases mais avançadas da doença.Prostate adenocarcinoma (CaP) is the most common cancer in men worldwide and the second leading cause of death by cancer-related cases in Brazil. The intake of omega-3 polyunsaturated fatty acids (ω3), such as docosahexaenoic acid (DHA) and eicosapentaenoic acid (EPA), has been linked to lower risk of CaP development and positive prognostic, however, data regarding ω3 intake is still conflicting and inconclusive. Here, we evaluated the effects of a DHA/EPA-enriched diet (Dω3) in tumor progression in the dorsolateral lobe (LDL) of the prostate of the transgenic adenocarcinoma of the mouse prostate (TRAMP mice), and the impact on regulated cell death using both in vivo and in vitro approaches. Mice (8 wk) were fed for 1 or 3 months with a diet containing 10% fish oil (groups T12 and T20, respectively) or a standard rodent diet (groups C12 and C20). Additionally, 8 wk-old-mice fed standard diet (C8) were also analyzed once the proliferative disorders began to develop at this age. LDLs were processed for histopathological, stereological, immunohistochemical, TUNEL, and activated caspase 3 assays. Dω3 for 1 month increased the frequency of healthy epithelial areas (2.4x) and reduced the frequency of both premalignant lesions (2.7x) and carcinoma in situ (2.3x) compared to the control groups. Half of the animals at 20 weeks of age developed primary tumors regardless of their diet and there was no variation in tumor weight between these groups. However, T20 animals that did not develop primary tumors for which LDL was properly isolated displayed and an increase in the frequency of healthy epithelial areas (2.2x) and a reduction of premalignant lesions (2.9x) and carcinoma in situ (2.9x) in this lobe compared to C20. The morphology of LDL in T12 and T20 groups and the frequencies of acinar epithelium, lumen, and stromal areas remained similar to those of C8. In both periods, Dω3 reduced cell proliferation and tissue expression of AR and ER-α in the epithelium. It also maintained the stromal characteristics, preventing the increase in collagen fibers, α-SMA+ cells, and T-CD3+ lymphocytes that occurs during disease progression. Dω3 increased autophagy in both groups, but only the T20 group display an increase in apoptosis rate (31.25%), and no differences were observed in necroptosis and pyroptosis, which were more frequent restricted to stromal immune cells. Treatment of the benign prostatic epithelial (PNT1A) and androgen-responsive (22rv1) cell lines with DHA (100µM, 48h), showed that this ω3 increases autophagy by 8.6% and inhibits 27.3% pyroptosis in the tumor lineage, whereas it reduces necroptosis (50%) in the benign cell line. Thus, our data indicate that dietary intervention with ω3 in the shortest period decreases the severity of the disease and delays tumor progression in TRAMP mice, via downregulation of tissue expression of AR and ER-α, decrease of proliferative activity, modulation of regulated cell death and improvement of the stromal microenvironment. These findings suggest a protective action of ω3 on CaP and highlight its possible application as a therapeutic adjuvant in the early stages of the disease although it reinforces the need for further studies of its impact in advanced stages of the disease.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)FAPESP: 2018/21891-4FAPESP: 2019/15109-4CAPES: 001Universidade Estadual Paulista (Unesp)Góes, Rejane Maira [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Silva, Alana Della Torre da2021-09-24T18:41:33Z2021-09-24T18:41:33Z2021-09-02info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfapplication/pdfhttp://hdl.handle.net/11449/21454233004153023P5porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2024-11-01T18:44:39Zoai:repositorio.unesp.br:11449/214542Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462024-11-01T18:44:39Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false
dc.title.none.fl_str_mv Efeitos dos ácidos graxos ômega-3 na modulação da carcinogênese prostática em camundongos TRAMP
Effects of omega-3 fatty acids on the modulation of prostate carcinogenesis in TRAMP mice
title Efeitos dos ácidos graxos ômega-3 na modulação da carcinogênese prostática em camundongos TRAMP
spellingShingle Efeitos dos ácidos graxos ômega-3 na modulação da carcinogênese prostática em camundongos TRAMP
Silva, Alana Della Torre da
Ácidos graxos ômega-3
Câncer de próstata
Camundongos TRAMP
Ácido docosahexaenóico
Células prostáticas
Omega-3 fatty acids
Prostate cancer
TRAMP mice
Docosahexaenoic acid
Prostatic Cells
title_short Efeitos dos ácidos graxos ômega-3 na modulação da carcinogênese prostática em camundongos TRAMP
title_full Efeitos dos ácidos graxos ômega-3 na modulação da carcinogênese prostática em camundongos TRAMP
title_fullStr Efeitos dos ácidos graxos ômega-3 na modulação da carcinogênese prostática em camundongos TRAMP
title_full_unstemmed Efeitos dos ácidos graxos ômega-3 na modulação da carcinogênese prostática em camundongos TRAMP
title_sort Efeitos dos ácidos graxos ômega-3 na modulação da carcinogênese prostática em camundongos TRAMP
author Silva, Alana Della Torre da
author_facet Silva, Alana Della Torre da
author_role author
dc.contributor.none.fl_str_mv Góes, Rejane Maira [UNESP]
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.contributor.author.fl_str_mv Silva, Alana Della Torre da
dc.subject.por.fl_str_mv Ácidos graxos ômega-3
Câncer de próstata
Camundongos TRAMP
Ácido docosahexaenóico
Células prostáticas
Omega-3 fatty acids
Prostate cancer
TRAMP mice
Docosahexaenoic acid
Prostatic Cells
topic Ácidos graxos ômega-3
Câncer de próstata
Camundongos TRAMP
Ácido docosahexaenóico
Células prostáticas
Omega-3 fatty acids
Prostate cancer
TRAMP mice
Docosahexaenoic acid
Prostatic Cells
description O adenocarcinoma de próstata (CaP) é o câncer mais comum em homens no mundo e a segunda causa de mortalidade por câncer no Brasil. O consumo de ácidos graxos poli-insaturados ômega-3 (ω3), como o ácido docosahexaenóico (DHA) e eicosapentaenóico (EPA), tem sido relacionados com menor risco de CaP e melhor prognóstico, mas os dados ainda são conflitantes e essa questão é inconclusiva. O presente estudo avaliou os efeitos da dieta enriquecida em DHA/EPA (Dω3) na progressão tumoral do CaP, no lobo dorsolateral (LDL) da próstata de camundongos transgênicos para o adenocarcinoma de próstata (TRAMP), e o impacto sobre os processos de morte celular regulada, usando para isso também experimentos in vitro. Os camundongos (8 sem. idade) foram alimentados pelo período de 1 ou 3 meses com dieta contendo 10% de óleo de peixe (grupos T12 e T20, respectivamente) ou dieta padrão para roedores (grupos C12 e C20). Também foram analisados camundongos com 8 sem. idade alimentados com ração padrão (C8), fase em que se iniciam os distúrbios proliferativos. Os LDLs foram processados para análises histopatológicas, estereológicas, imuno-histoquímicas, TUNEL e ensaio de caspase 3 ativa. A Dω3 por 1 mês aumentou a frequência de áreas epiteliais saudáveis (2,4x) e reduziu as de lesões pré-malignas (2,7x) e de carcinoma in situ (2,3x), em comparação com o controle. 50% dos animais dos grupos C20 e T20 desenvolveram tumor primário e não houve variação do peso tumoral entre esses grupos. Contudo, nos demais animais, para os quais o LDL pode ser isolado, também se verificou aumento na frequência de áreas epiteliais saudáveis (2,2x) e redução nas de lesões pré-malignas (2,9x) e de carcinoma in situ (2,9x) em T20 comparado a C20. A histologia do LDL dos grupos T12 e T20 e proporção de áreas de tecido epitelial, lúmen e estroma se mantiveram semelhantes as do C8. Nos dois tempos de consumo, a Dω3 reduziu a proliferação celular e a expressão tecidual epitelial de AR e ER-α. Também manteve as características estromais, evitando o aumento de fibras colágenas, de células α-SMA+ e de linfócitos T-CD3+ que ocorre durante a progressão da doença. A Dω3 aumentou a autofagia em ambos os tempos e a taxa de apoptose no tempo mais longo de consumo (31,25%), mas não afetou a necroptose e piroptose que foram mais restritas às células imunes estromais. Experimentos com cultura de células epiteliais prostáticas benignas (PNT1A) e tumorais responsivas a andrógenos (22rv1), tratadas com DHA (100µM, 48h), aliados a análises de Western Blotting, mostraram que esse ω3 aumenta 8,6% a autofagia e inibe 27,3% a piroptose na linhagem tumoral, enquanto reduz a necroptose (50%) na benigna. Conclui-se que a intervenção dietética com ω3 no período mais curto diminui a gravidade e atrasa a progressão tumoral do CaP em camundongos TRAMP, via redução da expressão tecidual de AR e ER-α, bloqueio da atividade proliferativa, modulação da morte celular regulada e preservação do microambiente estromal. Esses achados sugerem uma ação protetora dos ω3 no CaP e seu possível uso como adjuvante terapêutico nos estágios iniciais da doença, mas reforçam a necessidades de estudos adicionais sobre seu impacto nas fases mais avançadas da doença.
publishDate 2021
dc.date.none.fl_str_mv 2021-09-24T18:41:33Z
2021-09-24T18:41:33Z
2021-09-02
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv http://hdl.handle.net/11449/214542
33004153023P5
url http://hdl.handle.net/11449/214542
identifier_str_mv 33004153023P5
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv application/pdf
application/pdf
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UNESP
instname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron:UNESP
instname_str Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron_str UNESP
institution UNESP
reponame_str Repositório Institucional da UNESP
collection Repositório Institucional da UNESP
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)
repository.mail.fl_str_mv repositoriounesp@unesp.br
_version_ 1854954975060295680