Avaliação do conhecimento e treinamento em cirurgia oncoplástica entre os cirurgiões da mama do Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Cavalcante, Francisco Pimentel [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/313244
Resumo: Introdução: O interesse em cirurgia oncoplástica vem aumentando em vários países. No Brasil, diversas ações foram implementadas pela sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) para facilitar o acesso dos mastologistas as técnicas oncoplásticas, porém é desconhecido o impacto dessas ações, a proporção de cirurgiões que dominam a oncoplastia, bem como as necessidades educacionais futuras a serem implementadas. Material e Métodos: Avaliar a proporção de cirurgiões brasileiros que realizam cirurgias oncoplásticas e, dentre estes, o nível de complexidade dos procedimentos que empregam bem como sua formação, além de fatores associados aos domínios destas técnicas. Trata-se de um survey, onde um questionário estruturado foi enviado de maneira híbrida a mastologistas membros da SBM (n = 1759) entre julho e dezembro de 2023. A lista de membros da SBM foi atualizada em 2023, sendo considerada completa e confiável, não sendo realizado rastreamento prévio para elegibilidade. O questionário continha questões demográficas, quem realiza cirurgia oncoplástica em sua prática (questão 13, objetivo principal), a formação e os níveis de conhecimento entre as técnicas. Uma comparação de respondentes e não respondentes foi realizada, utilizando os parâmetros disponíveis pela SBM. As análises foram avaliadas através das respostas completas (≥80 % questões). Resultados: 1096 mastologistas retornaram o questionário, sendo 1059 considerados elegíveis (taxa de resposta: 60,2 %). A maioria eram mulheres (n = 544; 51,4%), com média de idade entre 40-59 anos (n = 557; 54,8 %) e habitavam a região sudeste (n = 508; 48,1 %). Quase 50 % dos respondentes afirmaram que realizam cirurgia oncoplástica em sua prática, sendo mais comum, entre os mais jovens (<40 anos) (razão de proporção ajustada [RPa]: 1,66; 1,31-1,10; p < 0,001), homens (RPa: 1,39; 1,22-1,59; p<0,001), da região sul (RPa: 1,39, 1,18-1,63; p < 0,001), com título de especialista em mastologia (RPa: 1,19, 1,00-1,42; p = 0,04), com formação primária em cirurgia geral (RP: 1,32; 1,16-1,51; p < 0,001) e secundária em mastologia (RPa 1,41; 1,08-1,85; p = 0,01) e >100 cirurgias/ano (RPa: 1,72; 1,49-1,99; p < 0,001). Entre as técnicas oncoplásticas, o remodelamento glandular simples (88,7 %), a mamoplastia terapêutica ou simetrização (96,4 %), a reconstrução com implantes ou expansores (93,6 %), a oncoplastia extrema (81 %), as mastectomias tipo preservadoras do complexo aréolo-mamilar (99 %) ou redutora de pele (84,2 %), e os retalhos toracoabdominais (71,7 %) tiveram elevado domínio. Quatro técnicas menos realizadas pelos respondentes (<70 %) foram avaliadas para fatores associados a realização: mamoplastia de aumento (53,9 %), retalho miocutâneo do músculo grande dorsal (65,9 %), retalho miocutâneo do músculo reto abdominal (TRAM / VRAM) (28,2 %) e lipoenxertia (65,9 %). Em análise multivariada, estas 4 técnicas foram mais realizadas em cidades >500 mil habitantes. Os homens foram associados a maior realização da mamoplastia de aumento (RPa: 1,18, 1,01-1,39; p = 0,04), retalho miocutâneo do músculo grande dorsal (RPa: 1,38, 1,20-1,58; p < 0,001) e TRAM/ VRAM (RPa: 2,31, 1,64-3,27; p < 0,001), sendo que o TRAM/ VRAM foi também mais relacionado com realização de residência médica ou fellowship dedicado (RPa: 1,58, 1,16-2,15; p = 0,003) comparado a outras formações. Conclusões: Este estudo traz informações importantes para melhor educar, implementar ações e encorajar os mastologistas que não dominam as técnicas oncoplásticas. Esse estudo demonstra, ainda, mudança significativa do perfil do cirurgião de mama após diversas ações educacionais implementadas no Brasil nos últimos anos.
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spelling Avaliação do conhecimento e treinamento em cirurgia oncoplástica entre os cirurgiões da mama do BrasilAssessment of knowledge and training in oncoplastic surgery among Brazilian breast surgeonsCâncer de mamaCirurgia reconstrutivaMastologiaEspecialidades da medicinaQuestionáriosIntrodução: O interesse em cirurgia oncoplástica vem aumentando em vários países. No Brasil, diversas ações foram implementadas pela sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) para facilitar o acesso dos mastologistas as técnicas oncoplásticas, porém é desconhecido o impacto dessas ações, a proporção de cirurgiões que dominam a oncoplastia, bem como as necessidades educacionais futuras a serem implementadas. Material e Métodos: Avaliar a proporção de cirurgiões brasileiros que realizam cirurgias oncoplásticas e, dentre estes, o nível de complexidade dos procedimentos que empregam bem como sua formação, além de fatores associados aos domínios destas técnicas. Trata-se de um survey, onde um questionário estruturado foi enviado de maneira híbrida a mastologistas membros da SBM (n = 1759) entre julho e dezembro de 2023. A lista de membros da SBM foi atualizada em 2023, sendo considerada completa e confiável, não sendo realizado rastreamento prévio para elegibilidade. O questionário continha questões demográficas, quem realiza cirurgia oncoplástica em sua prática (questão 13, objetivo principal), a formação e os níveis de conhecimento entre as técnicas. Uma comparação de respondentes e não respondentes foi realizada, utilizando os parâmetros disponíveis pela SBM. As análises foram avaliadas através das respostas completas (≥80 % questões). Resultados: 1096 mastologistas retornaram o questionário, sendo 1059 considerados elegíveis (taxa de resposta: 60,2 %). A maioria eram mulheres (n = 544; 51,4%), com média de idade entre 40-59 anos (n = 557; 54,8 %) e habitavam a região sudeste (n = 508; 48,1 %). Quase 50 % dos respondentes afirmaram que realizam cirurgia oncoplástica em sua prática, sendo mais comum, entre os mais jovens (<40 anos) (razão de proporção ajustada [RPa]: 1,66; 1,31-1,10; p < 0,001), homens (RPa: 1,39; 1,22-1,59; p<0,001), da região sul (RPa: 1,39, 1,18-1,63; p < 0,001), com título de especialista em mastologia (RPa: 1,19, 1,00-1,42; p = 0,04), com formação primária em cirurgia geral (RP: 1,32; 1,16-1,51; p < 0,001) e secundária em mastologia (RPa 1,41; 1,08-1,85; p = 0,01) e >100 cirurgias/ano (RPa: 1,72; 1,49-1,99; p < 0,001). Entre as técnicas oncoplásticas, o remodelamento glandular simples (88,7 %), a mamoplastia terapêutica ou simetrização (96,4 %), a reconstrução com implantes ou expansores (93,6 %), a oncoplastia extrema (81 %), as mastectomias tipo preservadoras do complexo aréolo-mamilar (99 %) ou redutora de pele (84,2 %), e os retalhos toracoabdominais (71,7 %) tiveram elevado domínio. Quatro técnicas menos realizadas pelos respondentes (<70 %) foram avaliadas para fatores associados a realização: mamoplastia de aumento (53,9 %), retalho miocutâneo do músculo grande dorsal (65,9 %), retalho miocutâneo do músculo reto abdominal (TRAM / VRAM) (28,2 %) e lipoenxertia (65,9 %). Em análise multivariada, estas 4 técnicas foram mais realizadas em cidades >500 mil habitantes. Os homens foram associados a maior realização da mamoplastia de aumento (RPa: 1,18, 1,01-1,39; p = 0,04), retalho miocutâneo do músculo grande dorsal (RPa: 1,38, 1,20-1,58; p < 0,001) e TRAM/ VRAM (RPa: 2,31, 1,64-3,27; p < 0,001), sendo que o TRAM/ VRAM foi também mais relacionado com realização de residência médica ou fellowship dedicado (RPa: 1,58, 1,16-2,15; p = 0,003) comparado a outras formações. Conclusões: Este estudo traz informações importantes para melhor educar, implementar ações e encorajar os mastologistas que não dominam as técnicas oncoplásticas. Esse estudo demonstra, ainda, mudança significativa do perfil do cirurgião de mama após diversas ações educacionais implementadas no Brasil nos últimos anos.Introduction: Interest in oncoplastic surgery has been increasing in several countries. In Brazil, several actions have been implemented by the Brazilian Society of Mastology (SBM) to facilitate access by mastologists to oncoplastic techniques. However, the impact of these actions, the proportion of surgeons who master oncoplasty, and the future educational needs to be implemented are unknown. Material and Methods: To assess the proportion of Brazilian surgeons who perform oncoplastic surgeries and, among these, the level of complexity of the procedures they employ, as well as their training, in addition to factors associated with the mastery of these techniques. This is a web-push survey, where a structured questionnaire was sent in a hybrid manner to mastologists who are members of the SBM (n = 1759) between July and December 2023. The list of SBM members was updated in 2023, and is considered complete and reliable, with no prior screening for eligibility being carried out. The questionnaire included demographic questions about the members, who performs oncoplastic surgery in their practice (question 13, main objective), training and knowledge levels among the most commonly used techniques. A comparison of responders versus non-responders was performed using the parameters available from the SBM. Analysis and response rate were assessed through complete responses (≥80% questions). Results: 1096 mastologists returned the questionnaire, of which 1059 were considered eligible for analysis (response rate: 60,2 %). Most responders were women (n = 544; 51,4 %), with a mean age between 40-59 years (n = 557; 54,8 %) and lived in the southeast region (n = 508; 48,1 %). Almost 50% of respondents stated that they perform oncoplastic surgery, being more common, after multivariate analysis, among those younger (<40 years) (adjusted proportion ratio [RPa]: 1,66; 1,31-1,10; p < 0,001), men (RPa: 1,39; 1,22-1,59; p < 0,001), from the southern region (RPa: 1,39, 1,18-1,63; p < 0,001), with a specialist title in mastology (RPa: 1,19, 1,00-1,42; p = 0,04), with primary training in general surgery (RPa: 1,32; 1,16-1,51; p < 0,001) and secondary training in mastology (RPa 1,41; 1,08-1,85; p = 0,01), in addition to performing >100 surgeries/year (PRa: 1,72; 1,49-1,99; p < 0,001). Among the oncoplastic techniques, simple glandular remodeling (88,7 %), therapeutic mammoplasty or symmetrization (96,4 %), reconstruction with implants or expanders (93,6 %), extreme oncoplasty (81%), nipple-areola complex-sparing mastectomies (99 %) or ski reducing (84,2%), and thoracoabdominal flaps (71,7 %) had high prevalence. Four techniques less performed by respondents (<70 %) were evaluated for factors associated with performance: augmentation mammoplasty (53,9 %), latissimus dorsi myocutaneous flap (65,9 %), rectus abdominis myocutaneous flap (TRAM/VRAM) (28,2 %), and fat grafting (65,9 %). The sefour techniques were more performed in cities >500,000 inhabitants. Men were associated with a higher frequency of breast augmentation (RPa: 1,18, 1,01-1,39; p = 0,04), latissimus dorsi myocutaneous flap (RPa: 1,38, 1,20-1,58; p < 0,001) and TRAM/VRAM (RPa: 2,31, 1,64-3,27; p < 0,001), with TRAM/VRAM also being more frequently associated with residency or fellowship (RPa: 1,58, 1,16-2,15; p = 0,003) compared to other training programs. Conclusions: This study provides important information to better educate, implement actions and encourage mastologists who do not master oncoplastic techniques. This study also demonstrates a significant change in the profile of breast surgeons after several educational actions implemented in Brazil in recent years.Universidade Estadual Paulista (Unesp)Vieira, René Aloísio da Costa [UNESP]Hospital Geral de Fortaleza (HGF)Universidade Estadual Paulista (Unesp)Cavalcante, Francisco Pimentel [UNESP]2025-08-28T12:06:10Z2025-08-14info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfCAVALCANTE, Francisco Pimentel. Avaliação do conhecimento e treinamento em cirurgia oncoplástica entre os cirurgiões da mama do Brasil. 2025. Tese (Doutorado em Tocoginecologia) – Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, 2025.https://hdl.handle.net/11449/31324433004064077P243819750141126770000-0002-7156-2890porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-10-16T05:03:12Zoai:repositorio.unesp.br:11449/313244Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-16T05:03:12Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false
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