Comparação entre sistemas intensivos de criação para larvas de Colossoma macropomum e Brycon orbignyanus (Teleoestei, Characiformes)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2001
Autor(a) principal: Pedreira, Marcelo Mattos [UNESP]
Orientador(a): Tavares, Lucia Helena Sipaúba [UNESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Cor
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/144171
http://www.athena.biblioteca.unesp.br/exlibris/bd/cathedra/09-09-2016/000138814.pdf
Resumo: Este trabalho teve como objetivo analisar o efeito da cor do tanque (Escuro, tanques de cor marrom, e Claro, tanques de cor verde clara), na sobrevivência e desenvolvimento de larvas de tambaqui Colossoma macropomum. Ao longo dos 20 dias de experimento, as larvas foram alimentadas ad libitum e diariamente, realizaram-se medidas de quatro variáveis limnológicas, que apresentaram-se dentro de padrões aceitáveis para o desenvolvimento larval. A temperatura da água oscilou de 24.0 a 30.2 C no Escuro e de 23.9 a 30.6 C no Claro. A concentração de oxigênio dissolvido variou de 6.7 a 7.9 mg/L no Escuro e de 6.5 a 7.9 mg/L no Claro. O pH oscilou de 7.0 a 8.2, sendo de 6.8 a 8.0 no Escuro e de 7.4 a 8.2 no Claro. Já a condutividade variou de 30 a 66 μS/cm, sendo de 30 a 61 μS/cm no Escuro e de 30 a 65 μS/cm no Claro. Também foram registradas as temperaturas do ar, que oscilaram de 24.5 a 33.0 C. Apesar da similaridade das variáveis limnológicas observadas, o tratamento Escuro (9.4 ± 20.9b %) apresentou sobrevivência média significativamente menor (P £ 0.05) do que o Claro (67.5 ± 41.6a%). Já o peso médio, biomassa e comprimento total das larvas submetidas ao Escuro (21.6 ± 12.7a mg, 0.7 ± 0.9a g e 1.4 ± 0.1a mm, respectivamente) não diferiram estatisticamente (P > 0.05) do Claro (32.3 ± 23.3a mg, 1.5 ± 0.6a g e 1.5 ± 0.2a mm, respectivamente). Os resultados sugerem a interferência da cor dos aquários na sobrevivência larval, onde o Claro facilitou a alimentação através da visualização da presa pela larva
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