Clima escolar e a competência moral em docentes dos anos iniciais do ensino fundamental

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Pavaneli, Camila Fernanda Dias [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/258612
Resumo: A presente pesquisa teve como objetivo avaliar a competência moral dos professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental e investigar suas percepções sobre duas dimensões do clima escolar: as relações sociais e os conflitos na escola; as regras, as sanções e a segurança na escola. A competência moral é compreendida como a capacidade de julgar e agir com base em princípios éticos, promovendo justiça, democracia e empatia enquanto o clima escolar trata-se de um conjunto de percepções e expectativas compartilhadas pelos integrantes da comunidade escolar, no qual influencia a dinâmica escolar e, por sua vez, é influenciado por ela. A questão central foi compreender como a competência moral dos professores pode influenciar nas percepções do clima escolar. O estudo teve como objetivos: (i) avaliar a competência moral dos professores; (ii) verificar as percepções sobre clima escolar; e (iii) levantar hipóteses sobre como esses fatores podem se influenciar mutuamente. Trata-se de uma abordagem qualitativa-quantitativa, caracterizado como estudos de casos múltiplos. Participaram 56 professores de três escolas públicas localizadas em um município do noroeste paulista. Utilizou-se dois instrumentos: o instrumento de Clima Escolar e o Moral Competence Test (MCTxt). Os resultados revelaram que a avaliação do nível da competência moral dos professores é muito baixa, sendo a média 9,50. Ao avaliar a competência moral dos professores por unidade escolar, constatou-se que a Escola A apresentou uma média de 8,51, o que indica uma competência moral muito baixa. A Escola B apresentou uma média de 9,61, enquanto a Escola C obteve 10,67, ambas ainda dentro de um nível considerado baixo de competência moral. No que tange às percepções sobre o clima escolar, todas as escolas apresentaram avaliações intermediárias nas dimensões estudadas. Observou-se que, na Escola A, as percepções tendem a ser mais intermediárias e negativas, enquanto, na Escola C, elas se mostram mais intermediárias e positivas. Os achados levantam a hipótese de que níveis mais baixos de competência moral dos professores podem estar associados a percepções menos positivas do clima escolar. Isso porque a ausência dessa competência, que envolve a capacidade de ouvir, ser democrático, crítico e conciliador, pode levar os professores a promoverem um ambiente menos colaborativo, democrático e justo, resultando em percepções mais negativas sobre o clima escolar. O inverso dessa hipótese seria que professores com alta competência moral tendem a adotar práticas mais justas, colaborativas e democráticas, o que contribuiria para a construção de um clima escolar percebido como mais positivo. Quando pensamos na relação entre a competência moral e o clima escolar, estamos considerando o impacto coletivo de um grupo de professores, e não apenas o efeito de um professor isolado. A pesquisa concluiu que a formação moral dos professores pode ser um fator crucial na construção de um clima escolar positivo. A formação inicial, sobretudo a continuada, assume um papel importante no desenvolvimento da competência moral dos professores e na melhoria do clima escolar. Por meio de processos formativos que promovam a reflexão crítica, o diálogo e a assunção de responsabilidade, os educadores podem desenvolver a capacidade de ouvir, mediar conflitos de forma justa e fomentar a participação democrática no ambiente escolar. Esse tipo de formação não apenas fortalece a capacidade moral dos professores para lidar com as dinâmicas escolares de maneira ética, mas também contribui para a criação de um ambiente mais colaborativo e positivo. Este estudo contribui para a literatura científica ao evidenciar a importância do desenvolvimento moral dos professores para a promoção de práticas pedagógicas que favoreçam não apenas o desempenho acadêmico, mas também o desenvolvimento moral dos seus estudantes e a construção de um clima escolar positivo que está diretamente relacionado à forma como as pessoas interagem e vivenciam o ambiente da escola.
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A questão central foi compreender como a competência moral dos professores pode influenciar nas percepções do clima escolar. O estudo teve como objetivos: (i) avaliar a competência moral dos professores; (ii) verificar as percepções sobre clima escolar; e (iii) levantar hipóteses sobre como esses fatores podem se influenciar mutuamente. Trata-se de uma abordagem qualitativa-quantitativa, caracterizado como estudos de casos múltiplos. Participaram 56 professores de três escolas públicas localizadas em um município do noroeste paulista. Utilizou-se dois instrumentos: o instrumento de Clima Escolar e o Moral Competence Test (MCTxt). Os resultados revelaram que a avaliação do nível da competência moral dos professores é muito baixa, sendo a média 9,50. Ao avaliar a competência moral dos professores por unidade escolar, constatou-se que a Escola A apresentou uma média de 8,51, o que indica uma competência moral muito baixa. A Escola B apresentou uma média de 9,61, enquanto a Escola C obteve 10,67, ambas ainda dentro de um nível considerado baixo de competência moral. No que tange às percepções sobre o clima escolar, todas as escolas apresentaram avaliações intermediárias nas dimensões estudadas. Observou-se que, na Escola A, as percepções tendem a ser mais intermediárias e negativas, enquanto, na Escola C, elas se mostram mais intermediárias e positivas. Os achados levantam a hipótese de que níveis mais baixos de competência moral dos professores podem estar associados a percepções menos positivas do clima escolar. Isso porque a ausência dessa competência, que envolve a capacidade de ouvir, ser democrático, crítico e conciliador, pode levar os professores a promoverem um ambiente menos colaborativo, democrático e justo, resultando em percepções mais negativas sobre o clima escolar. O inverso dessa hipótese seria que professores com alta competência moral tendem a adotar práticas mais justas, colaborativas e democráticas, o que contribuiria para a construção de um clima escolar percebido como mais positivo. Quando pensamos na relação entre a competência moral e o clima escolar, estamos considerando o impacto coletivo de um grupo de professores, e não apenas o efeito de um professor isolado. A pesquisa concluiu que a formação moral dos professores pode ser um fator crucial na construção de um clima escolar positivo. A formação inicial, sobretudo a continuada, assume um papel importante no desenvolvimento da competência moral dos professores e na melhoria do clima escolar. Por meio de processos formativos que promovam a reflexão crítica, o diálogo e a assunção de responsabilidade, os educadores podem desenvolver a capacidade de ouvir, mediar conflitos de forma justa e fomentar a participação democrática no ambiente escolar. Esse tipo de formação não apenas fortalece a capacidade moral dos professores para lidar com as dinâmicas escolares de maneira ética, mas também contribui para a criação de um ambiente mais colaborativo e positivo. Este estudo contribui para a literatura científica ao evidenciar a importância do desenvolvimento moral dos professores para a promoção de práticas pedagógicas que favoreçam não apenas o desempenho acadêmico, mas também o desenvolvimento moral dos seus estudantes e a construção de um clima escolar positivo que está diretamente relacionado à forma como as pessoas interagem e vivenciam o ambiente da escola.The present study aimed to assess the moral competence of primary school teachers and investigate their perceptions of two dimensions of school climate: social relationships and conflicts within the school; and rules, sanctions, and school safety. Moral competence is understood as the ability to judge and act based on ethical principles, promoting justice, democracy, and empathy, while school climate refers to a set of perceptions and expectations shared by members of the school community, which influences school dynamics and, in turn, is influenced by them. The central question was to understand how teachers' moral competence can influence their perceptions of the school climate. The study had the following objectives: (i) to assess the moral competence of teachers; (ii) to examine perceptions of school climate; and (iii) to generate hypotheses about how these factors may mutually influence each other. A mixed-methods approach was adopted, characterized as a multiple case study. Fifty-six teachers from three public schools in a municipality in the northwest region of São Paulo state participated. Two instruments were used: the School Climate Instrument and the Moral Competence Test (MCTxt). The results revealed that the teachers’ moral competence levels were very low, with an average score of 9.50. When analyzed by school, School A had an average score of 8.51, indicating very low moral competence. School B had an average of 9.61, and School C scored 10.67, both still within the low moral competence range. Regarding perceptions of school climate, all schools showed intermediate evaluations in the studied dimensions. It was observed that, in School A, perceptions tended to be more intermediate and negative, while in School C, they were more intermediate and positive. The findings raise the hypothesis that lower levels of teachers' moral competence may be associated with less positive perceptions of school climate. This is because the lack of moral competence—which includes the ability to listen, be democratic, critical, and conciliatory—may lead teachers to foster a less collaborative, democratic, and fair environment, resulting in more negative perceptions of school climate. Conversely, the hypothesis suggests that teachers with high moral competence are likely to adopt fairer, more collaborative, and democratic practices, contributing to a school climate perceived as more positive. When considering the relationship between moral competence and school climate, the focus is on the collective impact of a group of teachers rather than the effect of an individual teacher alone. The research concluded that the moral education of teachers could be a crucial factor in building a positive school climate. Initial and, especially, continuing education plays an important role in developing teachers' moral competence and improving school climate. Through formative processes that promote critical reflection, dialogue, and responsibility, educators can develop the capacity to listen, mediate conflicts justly, and foster democratic participation in the school environment. This type of training not only strengthens teachers' moral capacity to ethically address school dynamics but also contributes to creating a more collaborative and positive environment. This study contributes to the scientific literature by highlighting the importance of teachers' moral development in promoting pedagogical practices that support not only academic achievement but also the moral development of their students and the construction of a positive school climate, which is directly related to how individuals interact with and experience the school environment.Universidade Estadual Paulista (Unesp)Martins, Raul Aragão [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Pavaneli, Camila Fernanda Dias [UNESP]2024-12-05T13:10:39Z2024-12-05T13:10:39Z2024-11-29info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfPAVANELI, Camila Fernanda Dias. Clima escolar e a competência moral em docentes dos anos iniciais do ensino fundamental. 2024. 184 f. Tese (Doutorado em Educação) - Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista (Unesp), Marília, 2024.https://hdl.handle.net/11449/25861233004110040P584044325585964960000-0002-6361-8321porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2024-12-05T15:01:50Zoai:repositorio.unesp.br:11449/258612Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462024-12-05T15:01:50Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false
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