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Práticas educativas, problemas de comportamento e habilidades sociais infantis: um estudo comparativo e correlacional de medidas de relato

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Assis, Rafaela Pires de [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/150434
Resumo: O presente trabalho de Dissertação compõe-se por dois estudos que contemplam o objetivo geral de comparar e correlacionar repertório comportamental de mães (práticas educativas e condições de saúde mental) e de crianças (problemas de comportamento e habilidades sociais infantis), controlando as variáveis sexo (meninos e meninas) e indicadores diagnósticos de problemas de comportamento. A amostra foi composta por 40 crianças mediante avaliação de mães e professores, sendo 20 crianças com problemas de comportamento (grupo clínico, o qual foi subdividido de forma a ser composto por 10 meninas e por 10 meninos), 20 crianças sem problemas de comportamento (grupo não clínico, composto por 10 meninas e 10 meninos), suas mães e professores. Com os professores foi utilizado o Inventário dos Comportamentos de Crianças e Adolescentes entre 6 e 18 anos (TRF). Com as mães foram utilizados o Inventário de Comportamentos da Infância e Adolescência para pré-escolares e escolares de 4 a 18 anos (CBCL), Roteiro de Habilidades Sociais Educativas Parentais (RE-HSE-P), Questionário de Respostas Socialmente Habilidosas (QRSH-Pais) e o Patient Health Questionnaire (PHQ-4). Os dados foram categorizados de acordo com instruções próprias dos instrumentos e foram conduzidas análises estatísticas comparativas entre os grupos (Teste U de Mann-Whitney e Teste Qui-Quadrado), bem como análises correlacionais (Teste de Correlação de Spearman). Os resultados indicaram que o grupo de crianças clínicas apresentou maiores taxas em queixas de comportamentos problema e suas mães apresentaram mais sintomas de ansiedade e depressão e práticas negativas, enquanto o grupo de crianças não clínicas apresentou mais habilidades sociais e suas mães mais habilidades sociais educativas. As comparações entre grupos de meninos e meninas, grupos de meninas clínicas e meninos clínicos e grupo de meninas não clínicas e meninos não clínicos revelaram que estes não diferiram significativamente quanto às queixas de problemas de comportamento, como também não diferiram nas práticas educativas parentais e saúde mental materna. No que se refere às correlações, verificou-se no grupo clínico a existência de correlação positiva entre Práticas negativas e Sintomas de ansiedade e depressão materna, enquanto que no grupo não clínico notou-se a ausência de correlações significativas. No grupo de meninas, verificou-se uma série de correlações, em que as Habilidades sociais educativas associaram-se negativamente às Práticas educativas negativas, às Queixas de problemas de comportamento e aos Sintomas de ansiedade e depressão materna, como também as Habilidades sociais da criança associaram-se negativamente às Queixas de problemas de comportamento e aos Sintomas de ansiedade e depressão materna. Ainda no grupo de meninas, as Habilidades Sociais das crianças associaram-se positivamente às Habilidades sociais educativas, como também os Sintomas de ansiedade e depressão materna associaram-se positivamente às Práticas negativas e às Queixas de problemas de comportamento, e, por fim, as Práticas negativas associaram-se positivamente às Queixas de problemas de comportamento. No grupo de meninos, encontrou-se correlação positiva entre Habilidades sociais da criança e Habilidades sociais educativas parentais. Desta maneira, com os achados no estudo comparativo, levanta-se a possibilidade de que, quando controlado o mesmo número de participantes com e sem problemas de comportamento, na comparação entre clínicos e não clínicos, o que diferencia as práticas educativas parentais consiste, sobretudo, no fato de a criança apresentar ou não problemas de comportamento e não propriamente a variável sexo. Entretanto, no tocante ao estudo correlacional, verificou-se que parece existir maior diversidade de interações sociais entre mães e meninas do que entre mães e meninos. Assim, reveste-se de importância o controle de variáveis como sexo e presença ou ausência de problemas de comportamento ao estudar práticas educativas parentais e problemas de comportamento. Acredita-se que uma das principais contribuições deste trabalho consistiu no controle metodológico com relação à constituição da amostra, inserindo-se na lacuna quanto ao controle de variáveis. Alguns aspectos relevantes do estudo foram discutidos com base na literatura da área.
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A amostra foi composta por 40 crianças mediante avaliação de mães e professores, sendo 20 crianças com problemas de comportamento (grupo clínico, o qual foi subdividido de forma a ser composto por 10 meninas e por 10 meninos), 20 crianças sem problemas de comportamento (grupo não clínico, composto por 10 meninas e 10 meninos), suas mães e professores. Com os professores foi utilizado o Inventário dos Comportamentos de Crianças e Adolescentes entre 6 e 18 anos (TRF). Com as mães foram utilizados o Inventário de Comportamentos da Infância e Adolescência para pré-escolares e escolares de 4 a 18 anos (CBCL), Roteiro de Habilidades Sociais Educativas Parentais (RE-HSE-P), Questionário de Respostas Socialmente Habilidosas (QRSH-Pais) e o Patient Health Questionnaire (PHQ-4). Os dados foram categorizados de acordo com instruções próprias dos instrumentos e foram conduzidas análises estatísticas comparativas entre os grupos (Teste U de Mann-Whitney e Teste Qui-Quadrado), bem como análises correlacionais (Teste de Correlação de Spearman). Os resultados indicaram que o grupo de crianças clínicas apresentou maiores taxas em queixas de comportamentos problema e suas mães apresentaram mais sintomas de ansiedade e depressão e práticas negativas, enquanto o grupo de crianças não clínicas apresentou mais habilidades sociais e suas mães mais habilidades sociais educativas. As comparações entre grupos de meninos e meninas, grupos de meninas clínicas e meninos clínicos e grupo de meninas não clínicas e meninos não clínicos revelaram que estes não diferiram significativamente quanto às queixas de problemas de comportamento, como também não diferiram nas práticas educativas parentais e saúde mental materna. No que se refere às correlações, verificou-se no grupo clínico a existência de correlação positiva entre Práticas negativas e Sintomas de ansiedade e depressão materna, enquanto que no grupo não clínico notou-se a ausência de correlações significativas. No grupo de meninas, verificou-se uma série de correlações, em que as Habilidades sociais educativas associaram-se negativamente às Práticas educativas negativas, às Queixas de problemas de comportamento e aos Sintomas de ansiedade e depressão materna, como também as Habilidades sociais da criança associaram-se negativamente às Queixas de problemas de comportamento e aos Sintomas de ansiedade e depressão materna. Ainda no grupo de meninas, as Habilidades Sociais das crianças associaram-se positivamente às Habilidades sociais educativas, como também os Sintomas de ansiedade e depressão materna associaram-se positivamente às Práticas negativas e às Queixas de problemas de comportamento, e, por fim, as Práticas negativas associaram-se positivamente às Queixas de problemas de comportamento. No grupo de meninos, encontrou-se correlação positiva entre Habilidades sociais da criança e Habilidades sociais educativas parentais. Desta maneira, com os achados no estudo comparativo, levanta-se a possibilidade de que, quando controlado o mesmo número de participantes com e sem problemas de comportamento, na comparação entre clínicos e não clínicos, o que diferencia as práticas educativas parentais consiste, sobretudo, no fato de a criança apresentar ou não problemas de comportamento e não propriamente a variável sexo. Entretanto, no tocante ao estudo correlacional, verificou-se que parece existir maior diversidade de interações sociais entre mães e meninas do que entre mães e meninos. Assim, reveste-se de importância o controle de variáveis como sexo e presença ou ausência de problemas de comportamento ao estudar práticas educativas parentais e problemas de comportamento. Acredita-se que uma das principais contribuições deste trabalho consistiu no controle metodológico com relação à constituição da amostra, inserindo-se na lacuna quanto ao controle de variáveis. Alguns aspectos relevantes do estudo foram discutidos com base na literatura da área.This dissertation includes two studies with the overall objective of comparing and correlating behavioral repertoires of both mothers (educational practices and mental health conditions) and children (behavioral problems and social skills). We controlled for sex (boys or girls), and diagnostic indicators of behavioral problems. Our sample included 40 children assessed by mothers and teachers: 20 children with behavioral problems (clinical group, 10 girls and 10 boys) and 20 children with no behavioral problems (non-clinical group, 10 girls and 10 boys). Our sample also included childrens' mothers and teachers. Teachers completed the Teacher's Report Form for ages 6-18 (TRF); mothers completed the following tools: Child Behavior Checklist for ages 4-18 (CBCL), Parental Educational Social Skills Interview Script (RE-HSE-P), Social Skills Questionnaire - parent (SSQ-P), and Patient Health Questionnaire (PHQ-4). Data were categorized following the instructions of each tool; we performed comparative statistical analysis (Mann-Whitney U Test and Chi-Squared Test) as well as correlational analysis (Spearman Rank Correlation). Results indicate that the clinical group showed higher rates of complaints related to behavioral problems, and their mothers showed more symptoms of anxiety, depression, and negative practices; the non-clinical group showed more social skills, and their mothers showed more social educational skills. Comparisons between groups of boys and girls, groups of clinical boys and clinical girls, and groups of non-clinical boys and girls did not show significant differences in terms of behavioral complaints; they also did not differ in terms of parental educational practices and maternal mental health. We observed a positive correlation between negative practices and symptoms of maternal anxiety and depression in the clinical group; this correlation was not observed in the non-clinical group. We observed a number of correlations in the girls' group, where social educational skills were negatively associated to negative educational practices, behavioral complaints, and symptoms of maternal anxiety and depression. Children's social skills were also negatively correlated to behavioral complaints and symptoms of maternal anxiety and depression. In the girls' group, we observed a positive association between children's social skills and social educational skills; symptoms of maternal anxiety and depression were positively associated with negative practices and behavioral complaints. Negative practices were positively associated with behavioral complaints. The boys' group showed a positive correlation between the child's social skills and parental educational social skills. Therefore, the comparative study allows us to assume that, when the number of participants with and without behavioral problems in the clinical and non-clinical groups is the same, what differentiates parental education practices is not sex, but whether or not the child presents behavioral problems. However, the correlational study showed that there seems to be a broader diversity of social interactions between mothers and girls than between mothers and boys; therefore, it is important to control for variables such as sex and presence or absence of behavior problems when studying parental education practices and behavioral problems. It is believed that one of the main contributions of this work constituted the methodological control with respect to the constitution of the sample, inserting in the lacuna regarding the control of variables. Some relevant aspects were discussed based on the literature available.Universidade Estadual Paulista (Unesp)Silva, Alessandra Turini Bolsoni [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Assis, Rafaela Pires de [UNESP]2017-04-25T20:42:44Z2017-04-25T20:42:44Z2017-03-24info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfapplication/pdfhttp://hdl.handle.net/11449/15043400088462533004056085P0porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-06-24T05:52:00Zoai:repositorio.unesp.br:11449/150434Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-06-24T05:52Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false
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