Avaliação retrospectiva de implantes com conexões protéticas do tipo cone morse e hexágono externo instalados em seios maxilares previamente enxertados e em osso nativo
| Ano de defesa: | 2020 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/192378 |
Resumo: | O objetivo desse estudo foi de avaliar retrospectivamente a taxa de sobrevivência de implantes com diferentes tipos de conexão protética instalados na região posterior de maxila, em osso nativo ou em seios previamente enxertados com diferentes biomateriais. Foram avaliados 310 implantes que foram instalados em 103 pacientes sendo que 87 implantes foram instalados associados a seios maxilares enxertados (56 cone morse - CM e 31 hexágonos externos-HE) em 37 pacientes e 223 implantes foram instalados em áreas de osso nativo (112 CM e 111 HE) em 76 pacientes. Foram realizadas análises clínicas peri-implantares: 1)Sangramento à sondagem; 2)Profundidade de sondagem; 3)Nível da margem periimplantar; 4)Presença de mobilidade ou supuração e análise do nível ósseo radiográfico. Dois implantes foram perdidos, um CM em osso nativo e um HE em seio enxertado, o que forneceu uma taxa de sobrevivência de 99.35 %. Foi verificado que os implantes do tipo CM apresentaram menores profundidades de sondagem e maior nível ósseo periimplantar em comparação aos implantes HE tanto em área enxertada como em área de osso nativo (p<0.05). Não houve diferenças estatisticamente significativas entre os implantes instalados em áreas de osso nativo e enxertado em nenhum parâmetro avaliado. Implantes HE instalados em áreas de osso nativo apresentaram maiores taxas de peri-implantite. Pode-se concluir que implantes de plataforma do tipo CM reduzem a perda óssea periimplantar, porém a instalação de implantes em seios maxilares previamente enxertados com biomateriais osteocondutores não predispõe maiores níveis ósseos periimplantares. |
| id |
UNSP_6aefdb1194b23209c291470e7fe2f8ab |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.unesp.br:11449/192378 |
| network_acronym_str |
UNSP |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UNESP |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Barros Filho, Luiz Antônio Borelli [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Mollo Junior, Francisco de AssisBarcelos, Daniela Leal ZandimEsteves, Jonatas CaldeirasRached, Filipe de Oliveira AbriMarcantonio Junior, Elcio2020-04-28T20:19:41Z2020-04-28T20:19:41Z2020-03-30http://hdl.handle.net/11449/19237800093026933004030059P161008594658719290000-0003-1294-2305O objetivo desse estudo foi de avaliar retrospectivamente a taxa de sobrevivência de implantes com diferentes tipos de conexão protética instalados na região posterior de maxila, em osso nativo ou em seios previamente enxertados com diferentes biomateriais. Foram avaliados 310 implantes que foram instalados em 103 pacientes sendo que 87 implantes foram instalados associados a seios maxilares enxertados (56 cone morse - CM e 31 hexágonos externos-HE) em 37 pacientes e 223 implantes foram instalados em áreas de osso nativo (112 CM e 111 HE) em 76 pacientes. Foram realizadas análises clínicas peri-implantares: 1)Sangramento à sondagem; 2)Profundidade de sondagem; 3)Nível da margem periimplantar; 4)Presença de mobilidade ou supuração e análise do nível ósseo radiográfico. Dois implantes foram perdidos, um CM em osso nativo e um HE em seio enxertado, o que forneceu uma taxa de sobrevivência de 99.35 %. Foi verificado que os implantes do tipo CM apresentaram menores profundidades de sondagem e maior nível ósseo periimplantar em comparação aos implantes HE tanto em área enxertada como em área de osso nativo (p<0.05). Não houve diferenças estatisticamente significativas entre os implantes instalados em áreas de osso nativo e enxertado em nenhum parâmetro avaliado. Implantes HE instalados em áreas de osso nativo apresentaram maiores taxas de peri-implantite. Pode-se concluir que implantes de plataforma do tipo CM reduzem a perda óssea periimplantar, porém a instalação de implantes em seios maxilares previamente enxertados com biomateriais osteocondutores não predispõe maiores níveis ósseos periimplantares.porUniversidade Estadual Paulista (Unesp)OsseointegraçãoTransplante ósseoSeio maxilarOsseointegrationBone transplantMaxillary sinusAvaliação retrospectiva de implantes com conexões protéticas do tipo cone morse e hexágono externo instalados em seios maxilares previamente enxertados e em osso nativoRetrospective evaluation of implants with prosthetic connections of the Morse taper type and external hexagon installed in previously grafted maxillary sinuses and native boneinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPOdontologia - FOARImplantodontiaEstudo retrospectivo de implantesUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Odontologia, AraraquaraOnline6100859465871929[1]0000-0003-1294-2305[1]Banca públicaPublicationca4c0298-cd82-48ee-a9c8-c97704bac2b0virtual::26361-1ca4c0298-cd82-48ee-a9c8-c97704bac2b0virtual::26361-11ed8f134-6b8a-48e2-be6b-bf9d63e80215virtual::180726-11ed8f134-6b8a-48e2-be6b-bf9d63e80215virtual::180726-1THUMBNAILbarrosfilho_lab_dr_arafor_par.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.PDFBoxThumbnail on 2024-01-08T06:28:09Z (GMT).Generated Thumbnailimage/jpeg2603https://repositorio.unesp.br/bitstreams/3c9dbdbd-7410-4f37-8500-dc284ab1f592/downloadff18607b0fb543683f5b9a167f5e62e1MD57falseAnonymousREADbarrosfilho_lab_dr_arafor_int.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.PDFBoxThumbnail on 2024-01-08T06:28:10Z (GMT).Generated Thumbnailimage/jpeg2899https://repositorio.unesp.br/bitstreams/f7552656-d471-4427-8e53-c5d71402f50f/download7f41cefd71bca451f06e406a5cdc54b2MD59falseAnonymousREADLICENSElicense.txtWritten by org.dspace.content.LicenseUtilstext/plain; charset=utf-83146https://repositorio.unesp.br/bitstreams/63e3300f-d9af-4cd4-b22a-a1a78be91efa/download950720def1a3ebf43411f40063312adbMD52falseAnonymousREADORIGINALbarrosfilho_lab_dr_arafor_par.pdfbarrosfilho_lab_dr_arafor_par.pdfapplication/pdf471876https://repositorio.unesp.br/bitstreams/40847db1-a583-4306-8112-a4758b565398/downloade7362592e5032c4ca5b5321e19101988MD53trueAnonymousREADbarrosfilho_lab_dr_arafor_int.pdfbarrosfilho_lab_dr_arafor_int.pdfapplication/pdf8087336https://repositorio.unesp.br/bitstreams/8b84cea5-30be-48c5-8ddd-921bf59bd54f/download3bb2511f169350bcd0b1a4cf340267cbMD55falseAnonymousREADTEXTbarrosfilho_lab_dr_arafor_par.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2024-01-08T06:28:09Z (GMT).Extracted texttext/plain30085https://repositorio.unesp.br/bitstreams/98bfa666-ce86-4be8-b79b-7ce978a022ff/download02b1addf8acc72a296868321260bb858MD56falseAnonymousREADbarrosfilho_lab_dr_arafor_int.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2024-01-08T06:28:10Z (GMT).Extracted texttext/plain74985https://repositorio.unesp.br/bitstreams/71027ccd-dc35-4bf7-a385-5b28cdebbdda/download28f4fcb94a1c1a70e9237cecc1c409f2MD58falseAnonymousREAD11449/1923782026-03-10T18:31:25.818128Zopen.accessoai:repositorio.unesp.br:11449/192378https://repositorio.unesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462026-03-10T18:31:25Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)falseTElDRU7Dh0EgUEFSQSBBIERJU1BPTklCSUxJWkHDh8ODTyBPTkxJTkUgREUgRElTU0VSVEHDh8ODTyBPVSBERSBURVNFIFNVQk1FVElEQSBBTyBSRVBPU0lUw5NSSU8gSU5TVElUVUNJT05BTCBVTkVTUA0KDQoxLiBBbyBjb25jb3JkYXIgY29tIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGV1LCBMdWl6IEFudG9uaW8gQm9yZWxsaSBCYXJyb3MgRmlsaG8gKGJvcmVsbGlmaWxob0BnbWFpbC5jb20pLCByZXNwb25zw6F2ZWwgcGVsbyB0cmFiYWxobyDigJxBdmFsaWHDp8OjbyByZXRyb3NwZWN0aXZhIGRlIGltcGxhbnRlcyBjb20gY29uZXjDtWVzIHByb3TDqXRpY2FzIGRvIHRpcG8gY29uZSBtb3JzZSBlIGhleMOhZ29ubyBleHRlcm5vIGluc3RhbGFkb3MgZW0gc2Vpb3MgbWF4aWxhcmVzIHByZXZpYW1lbnRlIGVueGVydGFkb3MgZSBlbSBvc3NvIG5hdGl2b+KAnSBwb3IgbWltIHN1Ym1ldGlkbyBhbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBVTkVTUCBlIGRlc2Vudm9sdmlkbyBubyDDom1iaXRvIGRlIHVtIGRvcyBwcm9ncmFtYXMgZGUgcMOzcy1ncmFkdWHDp8OjbyBkYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRXN0YWR1YWwgUGF1bGlzdGEg4oCcSsO6bGlvIGRlIE1lc3F1aXRhIEZpbGhv4oCdIChVTkVTUCk6DQoNCmEpIGF0ZXN0byBzZXIgbyByZXNwb25zw6F2ZWwgbGVnYWwgcGVsbyB0cmFiYWxobyBzdWJtZXRpZG8gZSBwZWxvcyBkYWRvcyBpbmZvcm1hZG9zIGR1cmFudGUgYSBzdWJtaXNzw6NvOw0KDQpiKSBhdGVzdG8gcXVlIG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UgbGVpcyBkZSBkaXJlaXRvIGF1dG9yYWw7DQoNCmMpIGF0ZXN0byBxdWUgbyB0cmFiYWxobyBzdWJtZXRpZG8gbsOjbyBjb250w6ltIHF1YWxxdWVyIGluZm9ybWHDp8OjbyBjb25maWRlbmNpYWwgbWluaGEgb3UgZGUgdGVyY2Vpcm9zOw0KDQpkKSBhdGVzdG8gcXVlLCBzZSBvYnRpdmUgZmluYW5jaWFtZW50byBwYXJhIG8gZGVzZW52b2x2aW1lbnRvIGRvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbywgaW5mb3JtZWkgYSBhZ8OqbmNpYSBkZSBmb21lbnRvIGUgbyBuw7ptZXJvIGRvIGZpbmFuY2lhbWVudG8gZHVyYW50ZSBhIHN1Ym1pc3PDo287DQoNCmUpIGF0ZXN0byBxdWUgYSB2ZXJzw6NvIGRvIHRyYWJhbGhvIHByZXNlbnRlIG5vIGFycXVpdm8gc3VibWV0aWRvIMOpIGEgdmVyc8OjbyBkZWZpbml0aXZhIHF1ZSBpbmNsdWkgYXMgYWx0ZXJhw6fDtWVzIGRlY29ycmVudGVzIGRhIGRlZmVzYSwgc2UgaG91dmUgYWxndW1hOw0KDQpmKSBhdGVzdG8gcXVlIGEgdmVyc8OjbyBkbyB0cmFiYWxobyBwcmVzZW50ZSBubyBhcnF1aXZvIHN1Ym1ldGlkbyBzZXLDoSBhIG1lc21hIHZlcnPDo28gaW1wcmVzc2EgZW50cmVndWUgbmEgU2XDp8OjbyBUw6ljbmljYSBkZSBQw7NzLUdyYWR1YcOnw6NvIGNvbSBhIHF1YWwgbyBwcm9ncmFtYSBkZSBww7NzLWdyYWR1YcOnw6NvIGVtIHF1ZSBvIHRyYWJhbGhvIGZvaSBkZXNlbnZvbHZpZG8gZXN0w6EgdmluY3VsYWRvOw0KDQpnKSBjb25jZWRvIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBQYXVsaXN0YSDigJxKw7psaW8gZGUgTWVzcXVpdGEgRmlsaG/igJ0gbyBkaXJlaXRvIG7Do28gZXhjbHVzaXZvIGRlIGRpc3BvbmliaWxpemFyLCBkZSBjb3BpYXIgZSBkZSBkaXN0cmlidWlyLCBwb3IgbWVpbyBkZSBzZXVzIGFtYmllbnRlcyBpbnN0aXR1Y2lvbmFpcyBkZSBhY2Vzc28gcmVzdHJpdG8gb3UgYWJlcnRvIGFvIHDDumJsaWNvIGdlcmFsLCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkZSBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgbyB0cmFiYWxobyBzdWJtZXRpZG8gZSBvcyBkYWRvcyBpbmZvcm1hZG9zIGR1cmFudGUgYSBzdWJtaXNzw6NvOw0KDQpoKSBjb25jZWRvIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBQYXVsaXN0YSDigJxKw7psaW8gZGUgTWVzcXVpdGEgRmlsaG/igJ0gbyBkaXJlaXRvIG7Do28gZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlYWxpemFyIHF1YWlzcXVlciBhbHRlcmHDp8O1ZXMgbmEgbcOtZGlhIG91IG5vIGZvcm1hdG8gZG8gYXJxdWl2byBwYXJhIHByb3DDs3NpdG9zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28gZGlnaXRhbCwgZGUgYWNlc3NpYmlsaWRhZGUgZSBkZSBtZWxob3IgaWRlbnRpZmljYcOnw6NvIGRvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbywgZGVzZGUgcXVlIG7Do28gc2VqYSBhbHRlcmFkbyBzZXUgY29udGXDumRvIGludGVsZWN0dWFsLg0KDQoyLiBBIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBQYXVsaXN0YSDigJxKw7psaW8gZGUgTWVzcXVpdGEgRmlsaG/igJ0gc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhOg0KDQphKSBmb3JuZWNlciB1bWEgaWRlbnRpZmljYcOnw6NvIGNsYXJhIGRvIG5vbWUgZG8gYXV0b3IgZHVyYW50ZSBhIGRpc3BvbmliaWxpemHDp8OjbywgZW0gYW1iaWVudGUgaW5zdGl0dWNpb25hbCwgZG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvOw0KDQpiKSBzZSBuZWNlc3PDoXJpbywgcmVhbGl6YXIgYWx0ZXJhw6fDtWVzIG5vcyBkYWRvcyBpbmZvcm1hZG9zIGR1cmFudGUgYSBzdWJtaXNzw6NvIHBhcmEgcXVlIG1lbGhvciByZXByZXNlbnRlbSBlIGlkZW50aWZpcXVlbSBvIHRyYWJhbGhvIHNlbSwgbm8gZW50YW50bywgY29tcHJvbWV0ZXIgc2V1IGNvbnRlw7pkbyBpbnRlbGVjdHVhbDsNCg0KYykgcmVzcGVpdGFyIGEgZGVjaXPDo28gZG8gYXV0b3Igc29icmUgYSB2ZXJzw6NvIHF1ZSBkZXZlcsOhIHNlciBkaXNwb25pYmlsaXphZGEgaW1lZGlhdGFtZW50ZSBhcMOzcyBvIGFjZWl0ZSBkYSBzdWJtaXNzw6NvLCBzZWphIGVsYSBhIHZlcnPDo28gaW50ZWdyYWwgb3UgcGFyY2lhbDsNCg0KZCkgcmVzcGVpdGFyIG8gcHJhem8gZGVmaW5pZG8gcGVsbyBhdXRvciBwYXJhIGEgZGlzcG9uaWJpbGl6YcOnw6NvIGRvIGNvbnRlw7pkbyBpbnRlZ3JhbCwgY2FzbyBvIGF1dG9yIHRlbmhhIG9wdGFkbyBwZWxhIGRpc3BvbmliaWxpemHDp8OjbyBpbWVkaWF0YSBhcGVuYXMgZG8gY29udGXDumRvIHBhcmNpYWwgZSBvIHByYXpvIGRlZmluaWRvIGVzdGVqYSBkZW50cm8gZGUgMiAoZG9pcykgYW5vcyBhcMOzcyBhIGRlZmVzYTsNCg0KZSkgbsOjbyByZWFsaXphciBhbHRlcmHDp8O1ZXMgbm8gYXJxdWl2byBlbnZpYWRvIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGRlc2NyaXRhcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4NCg0KU8OjbyBQYXVsbywgVHVlIEFwciAyOCAxMjozNTo1OSBCUlQgMjAyMC4= |
| dc.title.pt.fl_str_mv |
Avaliação retrospectiva de implantes com conexões protéticas do tipo cone morse e hexágono externo instalados em seios maxilares previamente enxertados e em osso nativo |
| dc.title.alternative.en.fl_str_mv |
Retrospective evaluation of implants with prosthetic connections of the Morse taper type and external hexagon installed in previously grafted maxillary sinuses and native bone |
| title |
Avaliação retrospectiva de implantes com conexões protéticas do tipo cone morse e hexágono externo instalados em seios maxilares previamente enxertados e em osso nativo |
| spellingShingle |
Avaliação retrospectiva de implantes com conexões protéticas do tipo cone morse e hexágono externo instalados em seios maxilares previamente enxertados e em osso nativo Barros Filho, Luiz Antônio Borelli [UNESP] Osseointegração Transplante ósseo Seio maxilar Osseointegration Bone transplant Maxillary sinus |
| title_short |
Avaliação retrospectiva de implantes com conexões protéticas do tipo cone morse e hexágono externo instalados em seios maxilares previamente enxertados e em osso nativo |
| title_full |
Avaliação retrospectiva de implantes com conexões protéticas do tipo cone morse e hexágono externo instalados em seios maxilares previamente enxertados e em osso nativo |
| title_fullStr |
Avaliação retrospectiva de implantes com conexões protéticas do tipo cone morse e hexágono externo instalados em seios maxilares previamente enxertados e em osso nativo |
| title_full_unstemmed |
Avaliação retrospectiva de implantes com conexões protéticas do tipo cone morse e hexágono externo instalados em seios maxilares previamente enxertados e em osso nativo |
| title_sort |
Avaliação retrospectiva de implantes com conexões protéticas do tipo cone morse e hexágono externo instalados em seios maxilares previamente enxertados e em osso nativo |
| author |
Barros Filho, Luiz Antônio Borelli [UNESP] |
| author_facet |
Barros Filho, Luiz Antônio Borelli [UNESP] |
| author_role |
author |
| dc.contributor.institution.none.fl_str_mv |
Universidade Estadual Paulista (Unesp) |
| dc.contributor.committeeMember.none.fl_str_mv |
Mollo Junior, Francisco de Assis Barcelos, Daniela Leal Zandim Esteves, Jonatas Caldeiras Rached, Filipe de Oliveira Abri |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Barros Filho, Luiz Antônio Borelli [UNESP] |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Marcantonio Junior, Elcio |
| contributor_str_mv |
Marcantonio Junior, Elcio |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Osseointegração Transplante ósseo Seio maxilar |
| topic |
Osseointegração Transplante ósseo Seio maxilar Osseointegration Bone transplant Maxillary sinus |
| dc.subject.eng.fl_str_mv |
Osseointegration Bone transplant Maxillary sinus |
| description |
O objetivo desse estudo foi de avaliar retrospectivamente a taxa de sobrevivência de implantes com diferentes tipos de conexão protética instalados na região posterior de maxila, em osso nativo ou em seios previamente enxertados com diferentes biomateriais. Foram avaliados 310 implantes que foram instalados em 103 pacientes sendo que 87 implantes foram instalados associados a seios maxilares enxertados (56 cone morse - CM e 31 hexágonos externos-HE) em 37 pacientes e 223 implantes foram instalados em áreas de osso nativo (112 CM e 111 HE) em 76 pacientes. Foram realizadas análises clínicas peri-implantares: 1)Sangramento à sondagem; 2)Profundidade de sondagem; 3)Nível da margem periimplantar; 4)Presença de mobilidade ou supuração e análise do nível ósseo radiográfico. Dois implantes foram perdidos, um CM em osso nativo e um HE em seio enxertado, o que forneceu uma taxa de sobrevivência de 99.35 %. Foi verificado que os implantes do tipo CM apresentaram menores profundidades de sondagem e maior nível ósseo periimplantar em comparação aos implantes HE tanto em área enxertada como em área de osso nativo (p<0.05). Não houve diferenças estatisticamente significativas entre os implantes instalados em áreas de osso nativo e enxertado em nenhum parâmetro avaliado. Implantes HE instalados em áreas de osso nativo apresentaram maiores taxas de peri-implantite. Pode-se concluir que implantes de plataforma do tipo CM reduzem a perda óssea periimplantar, porém a instalação de implantes em seios maxilares previamente enxertados com biomateriais osteocondutores não predispõe maiores níveis ósseos periimplantares. |
| publishDate |
2020 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2020-04-28T20:19:41Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2020-04-28T20:19:41Z |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2020-03-30 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/doctoralThesis |
| format |
doctoralThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
http://hdl.handle.net/11449/192378 |
| dc.identifier.aleph.none.fl_str_mv |
000930269 |
| dc.identifier.capes.none.fl_str_mv |
33004030059P1 |
| dc.identifier.lattes.none.fl_str_mv |
6100859465871929 |
| dc.identifier.orcid.none.fl_str_mv |
0000-0003-1294-2305 |
| url |
http://hdl.handle.net/11449/192378 |
| identifier_str_mv |
000930269 33004030059P1 6100859465871929 0000-0003-1294-2305 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Estadual Paulista (Unesp) |
| publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Estadual Paulista (Unesp) |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UNESP instname:Universidade Estadual Paulista (UNESP) instacron:UNESP |
| instname_str |
Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| instacron_str |
UNESP |
| institution |
UNESP |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UNESP |
| collection |
Repositório Institucional da UNESP |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/3c9dbdbd-7410-4f37-8500-dc284ab1f592/download https://repositorio.unesp.br/bitstreams/f7552656-d471-4427-8e53-c5d71402f50f/download https://repositorio.unesp.br/bitstreams/63e3300f-d9af-4cd4-b22a-a1a78be91efa/download https://repositorio.unesp.br/bitstreams/40847db1-a583-4306-8112-a4758b565398/download https://repositorio.unesp.br/bitstreams/8b84cea5-30be-48c5-8ddd-921bf59bd54f/download https://repositorio.unesp.br/bitstreams/98bfa666-ce86-4be8-b79b-7ce978a022ff/download https://repositorio.unesp.br/bitstreams/71027ccd-dc35-4bf7-a385-5b28cdebbdda/download |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
ff18607b0fb543683f5b9a167f5e62e1 7f41cefd71bca451f06e406a5cdc54b2 950720def1a3ebf43411f40063312adb e7362592e5032c4ca5b5321e19101988 3bb2511f169350bcd0b1a4cf340267cb 02b1addf8acc72a296868321260bb858 28f4fcb94a1c1a70e9237cecc1c409f2 |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 MD5 MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| repository.mail.fl_str_mv |
repositoriounesp@unesp.br |
| _version_ |
1878344108532039680 |