Relação solo-paisagem e erodibilidade de solos no leste do estado do Maranhão
| Ano de defesa: | 2013 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/100820 |
Resumo: | O avanço tecnológico e o desenvolvimento da agricultura têm aumentado a demanda por informações detalhadas dos solos e seus atributos. O presente trabalho teve como objetivos identificar a ocorrência de solos coesos e estudar suas relações com a paisagem, bem como predizer a erodibilidade de Argissolos coesos na região leste do Estado do Maranhão, em diferentes pedoformas, por meio da determinação dos componentes da cor do solo, utilizando a espectroscopia de reflectância difusa. Foram abertas três trincheiras (perfis 1, 2 e 3), relacionadas a três distintas formações vegetais, para a caracterização morfológica, física, química e mineralógica. Para a predição da erodibilidade, foram selecionadas três áreas cultivadas com soja, onde de cada área, foram retiradas 121 amostras na profundidade de 0,00 – 0,20 m. Para a determinação da reflectância difusa na faixa do visível (380 a 780 nm), foi utilizado 0,5 g de cada amostra, moída e seca ao ar, a partir do qual foram determinados os valores do matiz, valor e croma. De posse destes constituintes da cor, foi calculado o índice de avermelhamento para cada amostra. Foram desenvolvidos modelos para avaliar o efeito de cada componente da cor sobre a erodibilidade em entressulcos (Ki) e em sulcos (Kr), que apresentaram R2 variando de 0,37 a 0,70. Os modelos gerados quando comparados ao de Flanagan e Livingston obtiveram R2 de 0,70 e 0,73, para Ki e Kr, respectivamente. Os resultados demonstraram que a caulinita foi o mineral predominante nos horizontes coesos, porém seu grau de cristalinidade não influenciou na variação da densidade do solo (1,40 a 1,58 g cm-3) e na resistência à penetração (0,68 a 2,18 MPa). A posição da paisagem foi determinante para a distinção dos solos coesos, sendo aqueles desenvolvidos em pedoforma côncava os que apresentaram... |
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