Análise dos melanócitos viscerais em anuros (Rhinella schneideri, Dendropsophus nanus e Phyalaemus cuvieri) submetidos a variações de fotoperíodo e temperatura

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2009
Autor(a) principal: Moresco, Rafaela Maria [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/87593
Resumo: O sistema pigmentar extracutâneo é composto por células pigmentares sendo a mais conhecida denominada melanócito, são células grandes e irregulares e no seu conteúdo citoplasmático é que estão os pigmentos (melanina) armazenados em grânulos denominados melanossomos, sendo a própria célula que sintetiza esses pigmentosos. Os melanócitos são encontradas em diversos órgãos como rins, baço, testículos, fígado, porções do intestino, encéfalo, ouvido, peritônio e ainda em volta de vasos sanguíneos e nervos. Com esta pesquisa foi descrita a pigmentação visceral padrão de três espécies de anuros: Physalaemus cuvieri, Dendropsophus nanus e Rhinella schneideri e observado se existe alguma alteração no sistema pigmentar extracutâneo das espécies submetidas a variações no fotoperíodo (longo-20 horas claro e curto-4 horas claro) e temperatura (alta-35ºC e baixa-10ºC). Esses parâmetros foram avaliados separadamente utilizando-se para cada um deles 9 animais de cada espécie capturados na região de São José do Rio Preto – SP. Dos 9 animais capturados 3 foram em seguida analisados (grupo controle). Os outros 6 animais foram colocados em uma estufa tipo B.O.D., separados em terrários individuais onde, após 3 dias, 3 deles foram sacrificados e analisados, os outros 3 animais foram sacrificados após 8 dias do início do experimento para suas análises. Nas analises os animais tinham os órgãos expostos para identificar os órgãos que possuíam pigmentação, bem como seu padrão de intensidade que seguiu uma escala de 4 categorias sendo que a categoria número 0 referente à órgãos sem nenhum pigmento e a número 3 órgãos intensamente pigmentados, com 2 estágios intermediários progressivamente mais pigmentados. Os órgãos analisados foram: coração, pericárdio e vasos da base, fígado, baço, peritônio, estômago, intestino e mesentério, reto...
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