Ultra-estrutura e função plaquetária em indivíduos normais e pacientes com aterosclerose obliterante periférica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2001
Autor(a) principal: Franco, Elisabete Maria Garcia [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/95922
Resumo: O objetivo do presente estudo foi analisar plaquetas de pacientes do sexo masculino, portadores de aterosclerose obliterante periférica (GAOP) no estágio de claudicação intermitente, comparando-as com grupo controle de indivíduos normais (GC2) do mesmo sexo e faixa etária. As plaquetas foram estudadas do ponto de vista funcional, através da agregação plaquetária espontânea, e morfológico, através da ultra-estrutura e da morfometria plaquetária. Também foram analisadas plaquetas de indivíduos normais, de faixa etária inferior a 50 anos (GC1), para verificar eventual influência do fator idade na função plaquetária. Para a análise morfológica e morfométrica, sedimentos plaquetários foram processados para microscopia eletrônica de transmissão (MET) e varredura (MEV), segundo técnicas convencionais. Para a prova funcional, o plasma rico em plaquetas foi agitado em agregômetro de plaquetas, sem a adição de agonistas. Todos os indivíduos foram avaliados clínica e laboratorialmente. Com relação à função plaquetária, não houve diferença significativa na agregação plaquetária espontânea, entre os grupos analisados (p>0,05). A morfometria das plaquetas também não acusou diferença na forma das plaquetas, entre os grupos estudados (p>0,05). À MEV, as plaquetas dos indivíduos do grupo GC1 apresentaram freqüência de alterações na forma significativamente maior (42,70±4,54), quando comparadas às dos outros grupos, GC2 (32,31±6,22) e GAOP (37,76±8,91), p>0,05. A dosagem de fibrinogênio do grupo GAOP (262,90±47,86) revelou-se significativamente maior que do grupo GC1 (209,80±47,02), p>0,05; a dosagem de HDL colesterol do grupo GAOP (30,00±5,33) foi significativamente menor que do grupo GC2 (42,70±12,58), p>0,05. Nossos resultados mostram que as plaquetas circulantes dos pacientes portadores de AOP não...
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