Adubação potássica em soqueira de cana-de-açúcar irrigada e em sequeiro

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Ribeiro, Pedro Henrique Pinto [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/158347
Resumo: A cana-de-açúcar é uma das principais culturas exploradas no Brasil devido sua grande importância socioeconômica, utilizada para a obtenção de vários subprodutos e responsável por grande parte dos biocombustíveis utilizados no mundo. A água e a adubação são fatores limitantes para produtividade das culturas quando se busca obter o máximo potencial de rendimentos, entretanto a cana-de-açúcar tem sido cultivada em condições irrigada e de sequeiro. O suprimento hídrico, quando fornecido via sistema de irrigação por gotejamento subsuperficial, fornece água e fertilizante de forma controlada, permitindo a maior eficiência destes insumos. O potássio é um dos nutrientes mais frequentemente aplicados via fertirrigação e o mais exigido pela canade-açúcar, sendo responsável por aumentos consideráveis da produtividade da cultura. Assim, objetivou-se quantificar a resposta da cultura da cana-de-açúcar durante o terceiro ciclo de cultivo (soqueira) quanto à aplicação de doses de potássio, utilizando-se o sistema de irrigação por gotejamento subsuperficial. O experimento foi desenvolvido em parcelas subdivididas utilizando-se o esquema fatorial 2 x 4 (duas disponibilidades hídricas x quatro níveis de adubação potássica). As plantas de canade-açúcar (Saccharum Sp. variedade RB 92-579) foram cultivadas sob 3 níveis de potássio (70; 140; e 210 kg ha-1 de K2O) em condições de irrigação e sequeiro. As análises dos resultados indicam que a condutância estomática foi significativamente maior em ambiente irrigado em todas as doses de potássio, exceto para o tratamento sem adubação potássica aos 235 e 393 DAC. O índice SPAD não apresentou diferença significativa entre as condições irrigado e sequeiro em todos os níveis de adubação potássica em todas as épocas de avaliação. O índice de área foliar apresentou diferença significativa entre o ambiente irrigado e de sequeiro apenas quando se aplicou a dose de 140 kg ha-1 de K2O aos 340 DAC. A porcentagem de fibra, sacarose da cana-de-açúcar, toneladas de colmo de cana-de-açúcar por hectare e toneladas de pol por hectare não apresentaram variação significativa com o aumento das doses de potássio, mas entre os ambientes irrigado e sequeiro, tiveram diferença significativa, mostrando que o ambiente irrigado é superior que o sequeiro.
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