Sobre lonas e lutas: análise da espacialização da luta pela terra do campo à cidade a partir das ações do MST e MTST nas regiões de Campinas e Grande São Paulo (1997-2016)
| Ano de defesa: | 2018 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/157276 |
Resumo: | O presente trabalho apresenta uma discussão sobre os processos de espacialização da luta pela terra do campo à cidade, tendo como principais protagonistas o MST e o MTST. A discussão está alicerçada a partir da análise geográfica das ações dos movimentos socioterritoriais do campo e da cidade na conquista do território, bem como no desenvolvimento de estratégias de luta nos enfrentamentos contrahegemônicos, que contribuíram para o atual cenário das disputas da classe trabalhadora no Brasil. Centramos como ponto de partida as ações do MST na década de 1990 que tiveram como foco a massificação e espacialização da luta pela terra no Brasil. Este processo de massificação se revelou na construção de um conjunto de estratégias de luta que contribuíram para a organização dos trabalhadores não só no campo, como na cidade. O que culminou na criação de um movimento socioterritorial urbano, cuja sua gênese está fortemente ligada as metodologias de ação do MST, porém na cidade. Contudo, as particularidades dos enfrentamentos protagonizados no contexto urbano, levaram a necessidade de desenvolvimento de estratégias de luta específicas às particularidades do desenvolvimento do capitalismo nas cidades. É neste interim que o MTST começa a desenvolver suas próprias práticas de luta, caminhando para a construção de sua autonomia e territorialização. |
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Silva, Hellen Carolina Gomes Mesquita da [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Feliciano, Carlos AlbertoSobreiro Filho, JoséFernandes, Bernardo Mançano [UNESP]Paula, Ricardo Pires de [UNESP]2018-10-09T20:32:09Z2018-10-09T20:32:09Z2018-04-24http://hdl.handle.net/11449/15727600090884733004129042P374164128041368960000-0002-4956-9973O presente trabalho apresenta uma discussão sobre os processos de espacialização da luta pela terra do campo à cidade, tendo como principais protagonistas o MST e o MTST. A discussão está alicerçada a partir da análise geográfica das ações dos movimentos socioterritoriais do campo e da cidade na conquista do território, bem como no desenvolvimento de estratégias de luta nos enfrentamentos contrahegemônicos, que contribuíram para o atual cenário das disputas da classe trabalhadora no Brasil. Centramos como ponto de partida as ações do MST na década de 1990 que tiveram como foco a massificação e espacialização da luta pela terra no Brasil. Este processo de massificação se revelou na construção de um conjunto de estratégias de luta que contribuíram para a organização dos trabalhadores não só no campo, como na cidade. O que culminou na criação de um movimento socioterritorial urbano, cuja sua gênese está fortemente ligada as metodologias de ação do MST, porém na cidade. Contudo, as particularidades dos enfrentamentos protagonizados no contexto urbano, levaram a necessidade de desenvolvimento de estratégias de luta específicas às particularidades do desenvolvimento do capitalismo nas cidades. É neste interim que o MTST começa a desenvolver suas próprias práticas de luta, caminhando para a construção de sua autonomia e territorialização.El presente trabajo presenta una discusión sobre los procesos de territorialización de la lucha por la tierra del campo a la ciudad, teniendo como principales protagonistas el MST y el MTST. La discusión está fundamentada a partir del análisis geográfico de las acciones de los movimientos socioterritoriales del campo y de la ciudad en la conquista del territorio, así como en el desarrollo de estrategias de lucha en los enfrentamientos contrahegemónicos, que contribuyeron al actual escenario de las disputas de la clase trabajadora en Brasil. Centramos como punto de partida las acciones del MST en la década de 1990 que tuvieron como foco la masificación y espacialización de la lucha por la tierra en Brasil. Este proceso de masificación se reveló en la construcción de un conjunto de estrategias de lucha que contribuyeron a la organización de los trabajadores no sólo en el campo, como en la ciudad. Lo que culminó en la creación de un movimiento socioterritorial urbano, cuya génesis está fuertemente ligada a las metodologías de acción del MST, pero en la ciudad. Sin embargo, las particularidades de los enfrentamientos protagonizados en el contexto urbano, llevaron la necesidad de desarrollar estrategias de lucha específicas a las particularidades del desarrollo del capitalismo en las ciudades. Es en este intermedio que el MTST empieza a desarrollar sus propias prácticas de lucha, caminando hacia la construcción de su autonomía y territorialización.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)001porUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Movimentos socioterritoriaisMSTMTSTEspacializaçãoLuta pela terraTerritorializaçãoConflitualidadeMovimentos urbanosLuta por moradiaMovimientos socioterritorialesEspacializaciónLucha por la tierraSobre lonas e lutas: análise da espacialização da luta pela terra do campo à cidade a partir das ações do MST e MTST nas regiões de Campinas e Grande São Paulo (1997-2016)Sobre las lonas y luchas: análisis de la lucha por la tierra del campo a la ciudad a partir de las acciones del MST y MTST en las regiones de Campinas y Grande São Paulo (1997-2016)On tarpaulins and struggles: analysis of the struggle for land from the countryside to the city based on the actions of the MST and MTST in the regions of Campinas and Greater São Paulo (1997-2016)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPGeografia - 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