Opções técnicas e econômicas de culturas para rotação em área de integração lavoura-pecuária: alterações físico-químicas do solo
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/148990 |
Resumo: | O aumento da população mundial e a necessidade crescente de alimentos têm levado à procura de sistemas de cultivo de alta produtividade e sustentabilidade. A integração lavoura-pecuária preenche esses requisitos pois permite a produção de grãos, carnes e outros produtos de origem animal em uma mesma área, garantindo também, quando bem manejada, o equilíbrio e conservação do solo. Entretanto, diferentes espécies concomitantemente em uma mesma área podem prejudicar a produtividade. Por isso, o objetivo foi analisar qual a melhor opção técnica e econômica num sistema de integração lavoura-pecuária sob plantio direto, cultivado por dois anos com sorgo consorciado com forrageiras tropicais e/ou guandu-anão e sucedido por soja ou milho. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso, com quatro repetições. Os tratamentos foram constituídos por modalidades de sorgo forrageiro consorciado com: 1) Urochloa brizantha cv. Marandu; 2) U. brizantha cv. Marandu e guandu-anão; 3) Megathyrsus maximus cv. Mombaça; 4) M. maximus cv. Mombaça e guandu-anão; 5) guandu-anão e 6) sorgo solteiro, colhidos para silagem no primeiro corte e na rebrota e sucedidos por soja ou milho. Para tanto foram determinados: os atributos físico-químicos do solo antes de cada ano agrícola e após a colheita dos grãos de soja ou milho; os componentes de produção do primeiro corte e rebrota dos consórcios de sorgo com gramíneas forrageiras e/ou guandu-anão; o acúmulo de macronutrientes nas plantas em consórcio; o crescimento das forrageiras para formação de pasto; a taxa de decomposição da palhada das forrageiras; os componentes de produção da soja e do milho; o acúmulo de macronutrientes nos grãos; os custos de produção dos três anos agrícolas e os respectivos índices de lucratividade. A forrageira M. maximus prejudicou a rebrota do sorgo e a produtividade do milho semeado em sucessão, resultando em prejuízos econômicos. Os consórcios com o sorgo aumentaram o teor de matéria orgânica do solo na camada de 10 a 20 cm em relação ao sorgo solteiro. O uso de uma leguminosa acelerou a decomposição da palhada da forrageira consorciada. O cultivo de várias espécies em uma mesma área resultou em maior microporosidade do solo e acidez potencial se comparado ao cultivo do sorgo solteiro. Houve menor interferência dos consórcios cultivados anteriormente na soja em relação ao milho na região do Cerrado. |
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Opções técnicas e econômicas de culturas para rotação em área de integração lavoura-pecuária: alterações físico-químicas do soloTechnical and economic options of crops for rotation in crop-livestock integration area: physical-chemical alterations of soilCajanus cajanMegathyrsus maximusPlantio diretoSorghum bicolorUrochloa brizanthaO aumento da população mundial e a necessidade crescente de alimentos têm levado à procura de sistemas de cultivo de alta produtividade e sustentabilidade. A integração lavoura-pecuária preenche esses requisitos pois permite a produção de grãos, carnes e outros produtos de origem animal em uma mesma área, garantindo também, quando bem manejada, o equilíbrio e conservação do solo. Entretanto, diferentes espécies concomitantemente em uma mesma área podem prejudicar a produtividade. Por isso, o objetivo foi analisar qual a melhor opção técnica e econômica num sistema de integração lavoura-pecuária sob plantio direto, cultivado por dois anos com sorgo consorciado com forrageiras tropicais e/ou guandu-anão e sucedido por soja ou milho. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso, com quatro repetições. Os tratamentos foram constituídos por modalidades de sorgo forrageiro consorciado com: 1) Urochloa brizantha cv. Marandu; 2) U. brizantha cv. Marandu e guandu-anão; 3) Megathyrsus maximus cv. Mombaça; 4) M. maximus cv. Mombaça e guandu-anão; 5) guandu-anão e 6) sorgo solteiro, colhidos para silagem no primeiro corte e na rebrota e sucedidos por soja ou milho. Para tanto foram determinados: os atributos físico-químicos do solo antes de cada ano agrícola e após a colheita dos grãos de soja ou milho; os componentes de produção do primeiro corte e rebrota dos consórcios de sorgo com gramíneas forrageiras e/ou guandu-anão; o acúmulo de macronutrientes nas plantas em consórcio; o crescimento das forrageiras para formação de pasto; a taxa de decomposição da palhada das forrageiras; os componentes de produção da soja e do milho; o acúmulo de macronutrientes nos grãos; os custos de produção dos três anos agrícolas e os respectivos índices de lucratividade. A forrageira M. maximus prejudicou a rebrota do sorgo e a produtividade do milho semeado em sucessão, resultando em prejuízos econômicos. Os consórcios com o sorgo aumentaram o teor de matéria orgânica do solo na camada de 10 a 20 cm em relação ao sorgo solteiro. O uso de uma leguminosa acelerou a decomposição da palhada da forrageira consorciada. O cultivo de várias espécies em uma mesma área resultou em maior microporosidade do solo e acidez potencial se comparado ao cultivo do sorgo solteiro. Houve menor interferência dos consórcios cultivados anteriormente na soja em relação ao milho na região do Cerrado.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)FAPESP: 2015/06685-0Universidade Estadual Paulista (Unesp)Andreotti, Marcelo [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Pascoaloto, Isabô Melina [UNESP]2017-03-13T19:10:49Z2017-03-13T19:10:49Z2017-02-20info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttp://hdl.handle.net/11449/14899000088175733004099079P17000845749315355porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2024-07-10T19:49:10Zoai:repositorio.unesp.br:11449/148990Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462024-07-10T19:49:10Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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O aumento da população mundial e a necessidade crescente de alimentos têm levado à procura de sistemas de cultivo de alta produtividade e sustentabilidade. A integração lavoura-pecuária preenche esses requisitos pois permite a produção de grãos, carnes e outros produtos de origem animal em uma mesma área, garantindo também, quando bem manejada, o equilíbrio e conservação do solo. Entretanto, diferentes espécies concomitantemente em uma mesma área podem prejudicar a produtividade. Por isso, o objetivo foi analisar qual a melhor opção técnica e econômica num sistema de integração lavoura-pecuária sob plantio direto, cultivado por dois anos com sorgo consorciado com forrageiras tropicais e/ou guandu-anão e sucedido por soja ou milho. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso, com quatro repetições. Os tratamentos foram constituídos por modalidades de sorgo forrageiro consorciado com: 1) Urochloa brizantha cv. Marandu; 2) U. brizantha cv. Marandu e guandu-anão; 3) Megathyrsus maximus cv. Mombaça; 4) M. maximus cv. Mombaça e guandu-anão; 5) guandu-anão e 6) sorgo solteiro, colhidos para silagem no primeiro corte e na rebrota e sucedidos por soja ou milho. Para tanto foram determinados: os atributos físico-químicos do solo antes de cada ano agrícola e após a colheita dos grãos de soja ou milho; os componentes de produção do primeiro corte e rebrota dos consórcios de sorgo com gramíneas forrageiras e/ou guandu-anão; o acúmulo de macronutrientes nas plantas em consórcio; o crescimento das forrageiras para formação de pasto; a taxa de decomposição da palhada das forrageiras; os componentes de produção da soja e do milho; o acúmulo de macronutrientes nos grãos; os custos de produção dos três anos agrícolas e os respectivos índices de lucratividade. A forrageira M. maximus prejudicou a rebrota do sorgo e a produtividade do milho semeado em sucessão, resultando em prejuízos econômicos. Os consórcios com o sorgo aumentaram o teor de matéria orgânica do solo na camada de 10 a 20 cm em relação ao sorgo solteiro. O uso de uma leguminosa acelerou a decomposição da palhada da forrageira consorciada. O cultivo de várias espécies em uma mesma área resultou em maior microporosidade do solo e acidez potencial se comparado ao cultivo do sorgo solteiro. Houve menor interferência dos consórcios cultivados anteriormente na soja em relação ao milho na região do Cerrado. |
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