Nemátodeos gasrointestinais de bovinos de corte com resistência à moxidectina

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2008
Autor(a) principal: Condi, Giane Kamimura [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/95830
Resumo: O Brasil apresenta o maior rebanho comercial de bovinos do mundo, porém, esta produtividade é afetada pelo parasitismo por nematódeos gastrintestinais. Para o controle desses parasitas são empregadas drogas anti-helmínticas, dentre elas as lactonas macrocíclicas, últimas drogas lançadas no mercado. No entanto, o uso freqüente de antihelmínticos tem contribuído para o surgimento de populações de parasitas resistentes. O presente estudo objetivou avaliar a eficácia da moxidectina em uma propriedade onde existia a suspeita da presença de Oesophagostomum spp. com resistência à moxidectina. Avaliou-se também a precisão do teste de redução da contagem de ovos nas fezes (R-OPG) em comparação com os dados obtidos pelo teste controlado (necropsia dos animais após o tratamento). No trabalho foram utilizados 20 bovinos jovens, os quais foram mantidos juntos com os bovinos da propriedade com suspeita de resistência à moxidectina. Os animais antes de serem colocados na propriedade foram tratados com fosfato de levamisol, a fim de entrarem livres de infecções por nematódeos. Os animais se infectaram naturalmente com as espécies de parasitos presentes na fazenda e quando as contagens de ovos por grama de fezes (OPG) foram superiores a 250, os animais foram distribuídos em dois grupos, por sorteio. Um grupo (n=10) foi tratado com moxidectina 1% (0,2 mg/kg; Cydectin®, Fort Dodge) e o outro foi o controle (n=10). Amostras fecais de cada animal foram colhidas no dia do tratamento, três, sete, 10 e 14 dias depois da aplicação para a determinação do número de OPG e para realização de coproculturas. Decorridos 14 dias do tratamento, todos os animais foram sacrificados para obtenção, quantificação e identificação dos nematódeos gastrintestinais. Os dados obtidos indicaram a presença de resistência anti-helmíntica...
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