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A sociolinguística das estratégias de relativização em contextos locativos na fala paulista

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Almeida, Milena Aparecida de [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/235038
Resumo: No contexto dos estudos sobre relativização em português, há poucos estudos específicos sobre o contexto locativo, que investiguem a variação entre as estratégias possíveis. Por outro lado, estudos recentes identificaram um uso não locativo de onde, apontando para um processo de gramaticalização do item na fala de diferentes regiões (SOUZA, 2003; BRAGA, MANFILI, 2004; ALMEIDA, 2020). Tendo em conta esse cenário, o objetivo do presente estudo é investigar o processo de variação linguística de construções relativas no domínio de origem do pronome relativo onde, isto é, na expressão do valor locativo na fala paulista. Essa caracterização é uma primeira etapa de investigação, que nos levará, em estudo posterior, a avaliar a possível correlação entre a variação no domínio de origem e os processos de multifuncionalidade de onde. Temos como envelope de variação as estratégias de relativização do Português Brasileiro (AMARAL, 1920; MOLLICA, 1977; TARALLO, 1983; CORRÊA, 1998; BISPO, 2003; 2009) – isto é, padrão (com e sem preposição), copiadora e cortadora. Adotamos, assim, a abordagem teórico-metodológica da Teoria de Variação e Mudança Linguística (WEINREICH, LABOV, HERZOG, 2006 [1968]; LABOV, 1972) para análise do corpus construído tendo por base os bancos de dados IBORUNA, do projeto ALIP (Gonçalves, s.d) e Projeto SP2010: Amostra da fala paulistana (MENDES, 2013) contabilizando 1007 relativas. Estas estão distribuídas em: 3 dados de padrão com preposição, 35 dados de copiadora, 249 dados de cortadora e 267 dados de padrão com onde provenientes do banco de dados IBORUNA; e 10 dados de padrão com preposição, 15 dados de copiadora, 128 dados de padrão com onde e 300 dados de cortadora provenientes do banco de dados Projeto SP2010. Por conta da baixa frequência em nosso corpus, as estratégias padrão com preposição e copiadora receberam um tratamento qualitativo, enquanto uma análise quantitativa foi produzida para compreender o comportamento das estratégias padrão com onde e cortadora. Os fatores linguísticos que norteiam a pesquisa são: função sintática do pronome relativo; distância entre o SN e a oração relativa; classificação da relativa; identidade e tipo do locativo; definitude, especificidade e status informacional do SN antecedente. Os fatores extralinguísticos controlados são: sexo/gênero, escolaridade e faixa etária do falante (presentes nos dois bancos); tipologia textual (presente no IBORUNA); região e zona de residência do falante em São Paulo e roteiro da entrevista (presentes no SP2010). Em nossa análise, averiguamos, por meio de uma regressão logística de efeitos mistos, que há um desfavorecimento do uso da padrão com onde para falantes da primeira faixa etária, com níveis de escolaridade mais baixos e quando o antecedente se refere a um local, para o banco de dados IBORUNA, e um desfavorecimento do uso da padrão com onde para falantes da segunda e terceira faixa etária com ensino médio, moradores da região centro velho e em contextos indefinidos, para o banco de dados Projeto SP2010. Concluímos que a descrição desse contexto específico de relativização revela padrões diferentes em relação às tendências gerais (de predomínio de estratégias não padrão), já que a padrão com onde está ainda bem presente. Além disso, as variáveis sociais se mostraram muito significativas na explicação da variação, algo que contribui com uma discussão dentro do modelo teórico sobre o papel dessas variáveis em fenômenos morfológicos e sintáticos, somando-se a alguns estudos que mostram que pode, sim, haver influência desses aspectos em níveis mais altos. Ou seja, que é possível falar em variáveis sociolinguísticas (propriamente ditas) nesses níveis. Por fim, considerando que a relativização é um mecanismo presente em muitas línguas, para o qual se busca identificar princípios gerais, o estudo pode contribuir para essa discussão em âmbito interlinguístico
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Essa caracterização é uma primeira etapa de investigação, que nos levará, em estudo posterior, a avaliar a possível correlação entre a variação no domínio de origem e os processos de multifuncionalidade de onde. Temos como envelope de variação as estratégias de relativização do Português Brasileiro (AMARAL, 1920; MOLLICA, 1977; TARALLO, 1983; CORRÊA, 1998; BISPO, 2003; 2009) – isto é, padrão (com e sem preposição), copiadora e cortadora. Adotamos, assim, a abordagem teórico-metodológica da Teoria de Variação e Mudança Linguística (WEINREICH, LABOV, HERZOG, 2006 [1968]; LABOV, 1972) para análise do corpus construído tendo por base os bancos de dados IBORUNA, do projeto ALIP (Gonçalves, s.d) e Projeto SP2010: Amostra da fala paulistana (MENDES, 2013) contabilizando 1007 relativas. Estas estão distribuídas em: 3 dados de padrão com preposição, 35 dados de copiadora, 249 dados de cortadora e 267 dados de padrão com onde provenientes do banco de dados IBORUNA; e 10 dados de padrão com preposição, 15 dados de copiadora, 128 dados de padrão com onde e 300 dados de cortadora provenientes do banco de dados Projeto SP2010. Por conta da baixa frequência em nosso corpus, as estratégias padrão com preposição e copiadora receberam um tratamento qualitativo, enquanto uma análise quantitativa foi produzida para compreender o comportamento das estratégias padrão com onde e cortadora. Os fatores linguísticos que norteiam a pesquisa são: função sintática do pronome relativo; distância entre o SN e a oração relativa; classificação da relativa; identidade e tipo do locativo; definitude, especificidade e status informacional do SN antecedente. Os fatores extralinguísticos controlados são: sexo/gênero, escolaridade e faixa etária do falante (presentes nos dois bancos); tipologia textual (presente no IBORUNA); região e zona de residência do falante em São Paulo e roteiro da entrevista (presentes no SP2010). Em nossa análise, averiguamos, por meio de uma regressão logística de efeitos mistos, que há um desfavorecimento do uso da padrão com onde para falantes da primeira faixa etária, com níveis de escolaridade mais baixos e quando o antecedente se refere a um local, para o banco de dados IBORUNA, e um desfavorecimento do uso da padrão com onde para falantes da segunda e terceira faixa etária com ensino médio, moradores da região centro velho e em contextos indefinidos, para o banco de dados Projeto SP2010. Concluímos que a descrição desse contexto específico de relativização revela padrões diferentes em relação às tendências gerais (de predomínio de estratégias não padrão), já que a padrão com onde está ainda bem presente. Além disso, as variáveis sociais se mostraram muito significativas na explicação da variação, algo que contribui com uma discussão dentro do modelo teórico sobre o papel dessas variáveis em fenômenos morfológicos e sintáticos, somando-se a alguns estudos que mostram que pode, sim, haver influência desses aspectos em níveis mais altos. Ou seja, que é possível falar em variáveis sociolinguísticas (propriamente ditas) nesses níveis. Por fim, considerando que a relativização é um mecanismo presente em muitas línguas, para o qual se busca identificar princípios gerais, o estudo pode contribuir para essa discussão em âmbito interlinguísticoIn the context of studies on relativization in Portuguese, there are few specific studies on the locative context that investigate the variation between possible strategies. On the other hand, recent studies have identified a non-locative use of onde, pointing to a process of grammaticalization of the item in the speech of different regions (SOUZA, 2003; BRAGA, MANFILI, 2004; ALMEIDA, 2020). Taking this scenario into account, the objective of the present study is to investigate the process of linguistic variation of relative constructions in the domain of origin of the relative pronoun onde, that is, in the expression of the locative value in São Paulo speech. This characterization is a first stage of investigation, which will lead us, in a later study, to evaluate the possible correlation between the variation in the domain of origin and the multifunctionality processes from onde. Our envelope of variation includes the relativization strategies used in Brazilian Portuguese (AMARAL, 1920; MOLLICA, 1977; TARALLO, 1983; CORRÊA, 1998; BISPO, 2003; 2009) – that is, standard (with or without preposition), resumptive pronoun and pp-chopping. We adopted the theoreticalmethodological approach of the Theory of Language Variation and Change (WEINREICH, LABOV, HERZOG, 2006 [1968]; LABOV, 1972) to analyze the corpus built from the IBORUNA database (ALIP project (Gonçalves, n.d.)) and from Projeto SP2010: Amostra da fala paulistana (MENDES, 2013). The corpus counts 1007 tokens of relatives. These are distributed as: 3 occurrences of standard with preposition, 35 occurrences of resumptive pronoun, 249 occurrences of pp-chopping and 267 occurrences standard with onde from the IBORUNA database; and 10 occurrences of standard with preposition, 15 occurrences of resumptive pronoun, 128 occurrences of standard with onde and 300 data of pp-chopping from the SP2010 database. Due to the low frequency in our corpus, the standard with preposition and resumptive pronoun strategies received a qualitative treatment, while a quantitative analysis is being produced to understand the behavior of the standard with onde and pp-chopping strategies. The linguistic factors that guide the research are:syntactic function of the relative pronoun; distance between the NP and the relative clause; relative classification; identity and type of locative; definiteness, specificity and informational status of the antecedent NP. The controlled extralinguistic factors are: sex/gender, education and age group of the speaker (present in both database); textual type (present in IBORUNA); speaker's region and area of residence in São Paulo and interview script (present in SP2010).Our statistical analyses verified, through a mixed effects logistic regression, that the use of standard with onde is disfavored by speakers of the first age group, with lower levels of education and when the antecedent refers to a location, for the IBORUNA database, and the use of standard with onde is disfavored by speakers of the second and third age groups with high school, downtown residents and in undefined contexts, for SP2010. We conclude that the description of this specific context of relativization reveals different patterns in relation to the general trends (prevalence of non-standard strategies), since the pattern with onde is still very present. In addition, social variables proved to be very significant in explaining variation, something that contributes to a discussion within the theoretical model about the role of these variables in morphological and syntactic phenomena, in addition to some studies that show that there may, indeed, be influence of these aspects at higher levels. In other words, it is possible to speak of sociolinguistic variables (properly so-called) at these levels. Finally, considering that relativization is a mechanism present in many languages, for which it seeks to identify general principles, the study can contribute to this discussion in an interlinguistic scopeFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)Processo nº 2020/00593-5Universidade Estadual Paulista (Unesp)Berlinck, Rosane de Andrade [UNESP]Levey, StephenUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Almeida, Milena Aparecida de [UNESP]2022-06-06T12:45:54Z2022-06-06T12:45:54Z2022-02-11info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfapplication/pdfhttp://hdl.handle.net/11449/23503833004030009P4porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-04-16T05:02:12Zoai:repositorio.unesp.br:11449/235038Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-04-16T05:02:12Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false
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