Evolução termocronológica do sudoeste de Angola e correlação com o sudoeste brasileiro: termocronologia por traços de fissão em apatita

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Rosante, Kaique Tomazine [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/92867
Resumo: A evolução mesozóico-cenozóica das margens continentais do Atlântico Sul é de suma importância para o entendimento de conceitos acadêmicos geocientíficos e aplicações em jazimentos de óleo/gás e supérgenos (bauxita, minério de ferro e níquel). Para o entendimento de processos controladores da paisagem (tectônico e climático) torna-se necessária a reconstrução da crosta rasa através de estudos termo-tectônicos. Através das interpretações das histórias térmicas dos perfis estudados em Angola, compreendeu-se a evolução tectônica a partir do rifteamento do Gondwana até os dias atuais. Esta evolução vem sendo exaustivamente estudada na margem brasileira através de várias teses e dissertações. Entretanto, o estudo da margem africana foi iniciada apenas recentemente, através de acordos científicos com universidades angolanas. Para aprofundar os estudos no lado africano, tomou-se a área ao sudoeste de Angola que é contraparte da região estudada do lado sul-americano, no Sudeste do Brasil, entre os estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Os dados obtidos através dos estudos referentes a margem SW de Angola, mostraram uma evolução tectônica até o Paleoceno (~60 ma) muito próxima a evolução vista na margem do SE brasileiro, entretanto, após esse período, inicia-se a divergência entre as margens, com soerguimentos ocorridos em 45 Ma (Eoceno) na margem brasileira e soerguimentos ocorridos em 20 Ma (Mioceno) na margem angolana, além de outras evoluções tectônicas que serão discutidas no trabalho
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